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O Senado estuda proibir a divulgação de pesquisas de intenções de votos nos sete dias que antecedem as eleições. A comissão que discute a reforma política no Senado vai colocar em votação nesta terça-feira, 14, PEC que veda a divulgação de levantamentos nesse período. Relator da comissão, Romero Jucá (PMDB-RR) decidiu fixar o prazo com o apoio da maioria dos membros do colegiado, que considera prejudicial ao candidato que não está na frente a revelação das intenções de votos dos eleitores às vésperas da disputa. “É uma questão polêmica, mas vamos analisar essa PEC. O prazo não pode ser grande demais, mas a proibição deve ser total uma semana antes das eleições”, disse Jucá. As informações são da Folhapress.

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do Estadão

O deputado Ricardo Barros (PP­PR) entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir que seja instalada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara dos Deputados a fim de investigar as pesquisas eleitorais no
País.

O pedido acontece depois de o presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB­RJ), rejeitar a abertura da CPI. No dia 4 de março, Cunha decidiu acatar o pedido de criação de outras três CPIs, mas rejeitou criar uma comissão para investigar a divulgação das pesquisas desde 2000.Segundo o parlamentar, a negativa se deu por não haver fato determinado, critério básico para a instalação de uma CPI.

Foto: Daniel Castellano/ Gazeta do Povo Fruet12Daniel Castellano

de Chico Marés, Gazeta do Povo:

A desaprovação do eleitor curitibano em relação à classe política do país não poupou o prefeito Gustavo Fruet (PDT). Segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas encomendado pela Gazeta do Povo, entre dezembro de 2014 e março deste ano, a desaprovação a Fruet subiu 15 pontos porcentuais: de 50% para 65%. Além disso, apenas 6% acham que sua gestão está sendo melhor do que o esperado no momento da eleição – enquanto 58% estão decepcionados com a prefeitura.

pesquisa-fruet-web 10.03.15 (Infográfico: Gazeta do Povo. Clique na imagem para ampliar)

A tendência de queda na popularidade de Fruet vem desde 2013. Em abril daquele ano, o prefeito era aprovado por 65% dos curitibanos. A partir dos protestos de junho de 2013, a avaliação foi caindo progressivamente, e, em dezembro do ano passado, ficou pela primeira vez abaixo dos 50%. Três meses depois, apenas 30% dos eleitores dizem aprovar a gestão.

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O aumento da tarifa de ônibus em Curitiba pode trazer um impacto muito ruim para o prefeito Gustavo Fruet (PDT) nas eleições de 2016. A avaliação é do analista Murilo Hidalgo, do Paraná Pesquisa. “A questão é que o valor subiu muito e ficou salgado. O prefeito deve ter os motivos dele para o reajuste, mas neste primeiro momento é claro que a repercussão é muito ruim. No ano que vem o assunto vai voltar com tudo e já teremos eleições”, disse Hidalgo na rádio Banda B.

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Aécio volta a subir em pesquisas e disputa com Dilma está indefinida. Agora, em que instituto acreditar é decisão dificil. Todos tem apresentado erros e incongruências tão graves que chega a ser grotedco. Pois, pois, Ibope aponta vantagem de seis pontos para Dilma, e Datafolha mostra empate técnico no limite da margem de erro. E o Sensus diz que Aécio está 4 pontos na frente de Dilma.

O Ibope, para não repetir os vexames do primeiro turno em vários estados e na presidencial decidiu não fazer a pesquisa de boca de urna amanhã.

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De Felipe Patury, Época:

O diretor do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, acredita que a chave para se saber quem vencerá o segundo turno da eleição presidencial está no estado de São Paulo. O que definirá o jogo é se o presidenciável tucano Aécio Neves obterá vantagem sobre a presidente Dilma Rousseff nesse estado e de que tamanho será sua dianteira. Se Dilma conseguir reduzir a folga que Aécio conquistou no primeiro turno a menos de 5 milhões de votos, ela ganhará a eleição. Se Aécio tiver 5 milhões de votos a mais que Dilma em São Paulo, o vencedor será ele, presume Hidalgo. O número de pessoas que, em pesquisas estimuladas, diz ainda não ter escolhido seu candidato a presidente é pequeno. Um levantamento não registrado do Paraná Pesquisas calcula que apenas 5% do contingente de eleitores ainda não decidiu votar em Dilma ou Aécio.

De Merval Pereira, O Globo:

Analisando as recentes pesquisas do Datafolha e do Ibope (hoje o Ibope divulga uma nova pesquisa), o cientista político Geraldo Tadeu Monteiro, diretor do Iuperj, diz que do ponto de vista dos estratos sócio-econômicos, a eleição parece estar sendo jogada nos 43% de eleitores que o Datafolha classifica como de “renda média intermediaria” e “média baixa”, ou nos 51% que têm renda mensal entre dois e 10 salários mínimos.

Isto porque, salienta, os setores de renda mais baixa já estão ganhos para a candidatura de Dilma: entre os “excluídos”, ela tem 57% (contra 31% de Aécio) e entre os que ganham até 2 salários mínimos, Dilma tem 52% (contra 37% de Aécio). Nos estratos de “classe alta”, onde Aécio tem 68% das preferências contra 24% de Dilma e no que ganham mais de 10 salários mínimos, onde Aécio tem 69% contra 24% de Dilma.

Do Globo:

Estrategistas de campanhas e especialistas em análises de cenários eleitorais trabalham com um número decisivo nesta reta final de campanha: 28 milhões de votos. Segundo analistas ouvidos pelo GLOBO, este número representa o índice histórico de eleitores que iniciam a última semana de campanha antes da eleição sem ter definido em quem votar para presidente. Eles constituem cerca de 20% dos 142.822.046 brasileiros aptos a ir às urnas no próximo domingo, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A última rodada de pesquisas, na semana passada, estimou que entre 7 milhões (Ibope) e 8,5 milhões (Datafolha) de eleitores não respondem ou dizem não saber em quem vão votar para presidente. Só em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, são 3 milhões de indecisos, segundo o Ibope, ou 10% do eleitorado no estado.

Do Bem Paraná:

Não é só o senador Roberto Requião (PMDB) que demonstra na reta final da campanha uma indisfarçável irritação com os rumos da disputa. Gleisi Hoffmann (PT) também parece cada vez mais impaciente nas entrevistas. E nos últimos dias atacou os institutos de pesquisa, que a colocam em um distante terceiro lugar na corrida pelo Palácio Iguaçu. Repete o figurino de todo político: quando os números são favoráveis, dá-lhe explorá-los na propaganda. Quando a balança pende para outro lado, é porque elas não são confiáveis.