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Foto de Adriano Rabiço

O ex-deputado Stephanes Junior retomou, no final da tarde desta quinta-feira, 11, o controle do PMDB de Curitiba. O juiz Paulo Guilherme Mazini, da 11ª Vara Cível de Curitiba, reconduziu Stephanes e os demais membros da direção do partido na capital: Moisés Pessuti (vice-presidente), Doático Santos (secretário-geral) e João Formighierii (tesoureiro). Eles foram afastados por dissolução do diretório municipal determinado pela direção estadual. Stephanes, Doático Santos e o ex-governador Orlando Pessuti fazem parte do grupo de dissidentes do PMDB contrários a orientação do senador Roberto Requião, presidente estadual do partido.

pessuti - stephanes

O ex-deputado Stephanes Junior continua nas articulações para as convenções do PMDB e na disputa das eleições de prefeito em Curitiba. Stephanes se encontrou nesta quinta-feira, 4, com o ex-governador Orlando Pessuti, do grupo dissidente e desafeto do senador Roberto Requião, atual presidente do diretório estadual. Na conversa de Stephanes e Pessuti, a pré-candidatura de Stephanes já tem o número convencionais suficientes para vencer a convenção municipal e garantir a vaga na disputa da prefeitura da capital.

pessuti e requião - foto gazeta do povo

A eleição do senador Roberto Requião e do novo diretório do PMDB está sub judice, segundo entendimento do grupo do ex-governador Orlando Pessuti que considerou a convenção deste sábado, 24, “uma farsa eivada de arbitrariedades”. “Na quinta-feira impediram minha participação na chapa PMDB para Todos. No dia seguinte impediram o registro da chapa. E hoje (sábado) novamente registram a chapa. E aí querem que o povo do Paraná e os filiados ao partido acreditem que a convenção foi legitima”, disse Pessuti ao Bem Paraná.

“A convenção foi uma farsa e os militantes do meu grupo político boicotaram a convenção para não legitimar aquilo que estão buscando anular na Justiça”, confirmou ele.

do Celso Nascimento

O ex-governador Orlando Pessuti arrumou o que fazer nos próximos três meses: “Vou me dedicar a construir a derrota do Requião”, revelou ele ontem à coluna. “Acabei de sair de uma cirurgia para corrigir um descolamento da retina do olho esquerdo, mas nunca perdi a visão de futuro”, completou com uma revelação: “Se meu grupo não tirar de Requião o domínio do PMDB, vou aproveitar os três meses seguintes, de janeiro a março, para buscar um outro partido e me lançar candidato a prefeito de Curitiba”.

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Sem desistir de uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas, o psicólogo Maurício Requião, irmão do senador Roberto Requião, do PMDB, ganhou premio consolação. A presidente Dilma Rousseff (PT) o nomeou conselheiro da Itaipu Binacional até 16 de maio de 2016. A nomeação foi publicada no diário oficial da União desta terça-feira, 2.

O salário é de R$ 25 mil mensais e o trabalho: participar das reuniões do conselho administrativo da Itaipu Binacional, uma vez por mês em Foz do Iguaçu. As despesas de viagens, estadia e alimentação são custeadas pela binacional. Maurício Requião vai ocupar a vaga de Moisés Pessuti, filho do ex-governador Orlando Pessuti (PMDB), exonerado por Dilma.

A presidente também nomeou Roberto Amaral (PSB), ex-ministro de Ciências e Tecnologia no governo Lula e “pai da bomba atômica brasileira”. Amaral, na última eleição, tentou levar seu seu partido, em vão, a apoiar Dilma nos primeiro e segundo turnos. No mesmo ato, Dilma exonerou Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobras e especialista em energia elétrica.

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Ainda no domingo, 28, a juíza Bruna Cavalcanti de Albuquerque Zandomeneco concedeu liminar suspendendo a reunião da Comissão de Ética do PMDB na tarde desta segunda-feira, 30, e o processo que julgaria o afastamento ou expulsão do ex-governador Orlando Pessuti do partido. A juíza acatou petição formulada pela defesa de Pessuti que coloca em suspeição a relatora do processo, a vereadora Márcia Ferreira, de São José dos Pinhais, que convocou a reunião e o advogado Luiz Fernando Delazari, também membro da comissão.

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Festa nos arraiais do PMDB de Requião. Por tres votos a zero, o Tribunal de Justiça validou a convenção extraordinária que derrubou a executiva do partido presidida por Orlando Pessuti. A decisão da convenção extraordinária que destronou Pessuti e colocou em seu lugar o grupo de Requião, foi referendada pela direção nacional do PMDB.A maioria da executiva de Pessuti apoiou a reeleição do governador Beto Richa.