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Em Ponta Grossa, o deputado Aliel Machado (Rede) está tendo que explicar o dinheiro doado à sua campanha em 2014 como suspeito de propina da Petrobras e de outros casos de corrupção investigado pela Lava Jato. Na prestação de contas do ex-comunista há doações suspeitas no valor de R$ 344,9 mil – 59,8% do arrecadado naquele ano. A HRT 07G Exploração e Produção de Petróleo repassou R$ 100 mil para Aliel e outros R$ 100 mil foram doados pela JBS/Friboi. A HRT prestou serviços para a Petrobras e a Friboi está sendo investigada por repassar propina a um grupo de senadores, entre eles, Roberto Requião (PMDB), aliado de primeira hora do deputado.

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A Andrade Gutierrez, segunda maior empreiteira do país, fez doações legais às campanhas de Dilma Rousseff (PT) e de seus aliados em 2010 e 2014 utilizando propinas oriundas de obras superfaturadas da Petrobras e do sistema elétrico. A informação consta da delação premiada do ex-presidente da empresa Otávio Marques de Azevedo e foi sistematizada por ele em uma planilha apresentada à Procuradoria-Geral da República. As informações são de Bela Megale, Graciliano Rocha, Valdo Cruz e Leandro Colon na Folha de S. Paulo.

O ex-presidente e o ex-executivo Flávio Barra detalharam a planilha em depoimentos ocorridos em fevereiro, enquanto negociavam a delação premiada que espera homologação no Supremo Tribunal Federal.

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O juiz Sérgio Moro, tal qual o conhecemos, não se limitou a condenar os petistas João Vaccari Neto e Renato Duque à pena de prisão por, respectivamente, 15 anos e quatro meses e 20 anos e oito meses.

Ele os condenou também ao pagamento de uma multa global de 66,8 milhões de reais, além de ordenar o confisco imediato de 43,4 milhões de reais depositados por Renato Duque em Mônaco.

Para Teori Zavascki, isso tudo é uma brincadeira.

– d’O Antagonista.

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Gorou a tentativa de advogados de empreiteiros e políticos que pretendiam anular a delação premiada do doleiro Alberto Youssef e, por consequencia, toda a Operação Lava Jato. O juiz Sérgio Moro viu sua decisão de validar os depoimentos de Youssef confirmada por unanimidade no Supremo Tribunal Federal. Fica evidente que Sérgio Moro não está sozinho e tem apoio no STF para levar em frente as novas investigações. Políticos vão berrar feito cabrito desmamado. A senadora Gleisi Hoffmann se diz injustiçada e impedida de se defender. Requião critica o Paladino da Justiça, apontando o dedo para Moro. Balela. Não há como recuar depois de tudo que a Lava Jato expôs.

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da Folhapress

A presidente Dilma Rousseff suspendeu a nomeação do ex-ministro Paulo Bernardo para a direção-geral brasileira de Itaipu Binacional. Segundo assessores presidenciais, a nomeação estava pronta na Casa Civil desde a semana passada, mas Dilma mandou segurar a indicação após o ex-ministro aparecer citado na Operação Lava Jato em um esquema de corrupção investigado no Ministério do Planejamento.

Auxiliares de Dilma já comunicaram ministros e dirigentes petistas sobre a decisão. A presidente quer esperar os desdobramentos das investigações da Lava Jato antes de confirmar o petista à frente de Itaipu.

Foto: Wilson Pedrosa gleisi - foto wilson pedrosa

Uma frase do ex-presidente Lula (PT), que se tornou célebre em épocas de Mensalão, voltou a povoar as páginas da imprensa nativa, embalada pelo escândalo do momento, o Petrolão. Em entrevista à Gazeta do Povo, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) seguiu a máxima petista e disse que não sabia de nada sobre o repasse de empresas investigadas na Lava Jato cujo dinheiro pagou seus advogados, motorista e também Zeno Minuzzo, dirigente do PT ligado ao marido Paulo Bernardo e secretário de finanças do PT quando a parlamentar era a presidente do partido no Estado. Gleisi também criticou o despacho do juiz Sergio Moro.

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A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, relata que “ministros do STF e o Palácio do Planalto reagiram com perplexidade diante da abertura da ação de cassação de mandato contra Dilma Rousseff pelo TSE. Ministros do Supremo que não atuam na Justiça Eleitoral avaliaram que a fragilidade política de Dilma é ‘sem precedentes’”.

Dilma Rousseff “foi pega de surpresa” pelo TSE. Ela “contava” com pedido de vista da ministra Luciana Lóssio para barrar investigações sobre dinheiro sujo na sua campanha. Lóssio, ex-advogada eleitoral de Dilma Rousseff, obedeceu ordens do Planalto e interrompeu o julgamento.O que melou os planos do governo foi o pedido do ministro Henrique Neves para antecipar seu voto. O entorno de Dilma Rousseff, “enfurecido”, passou a atacar Henrique Neves, “lembrando que, há pouco tempo, o ministro estava em campanha ostensiva para ser reconduzido ao TSE”.

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O ex-presidente Lula tenta convencer o ex-ministro José Dirceu, preso na Operação Lava-Jato, a se desfiliar do PT, para tentar diminuir o desgaste do partido e do governo por eventual condenação do petista pela corrupção na Petrobras. Apesar do mal-estar no PT com as acusações de enriquecimento pessoal, Dirceu ainda tem força no partido que ajudou a fundar. O temor de dirigentes petistas é que eventual processo de expulsão de Dirceu seja rejeitado pela Comissão de Ética ou pelo Diretório Nacional, aumentando o desgaste da legenda. As informações são d’O Globo.

“Se o Zé gosta tanto do PT, por que não ajuda e se desfilia?”, disse um petista próximo a Lula.