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A força-tarefa da Polícia Federal (PF) na Operação Lava Jato em Curitiba terá dez novos integrantes a partir do próximo dia 25 e passará a contar com 57 policiais federais. O grupo da Lava Jato receberá dez novos agentes da PF que trabalharão em regime de dedicação exclusiva pelo menos até o fim do ano, segundo o delegado Mauricio Moscardi, um dos coordenadores da equipe. De acordo com o delegado, o aumento do efetivo foi determinado pela direção da PF no começo desta semana após pedido da coordenação da Lava Jato, que também é composta pelo delegado Igor Romário de Paula e pela delegada Erica Marena, entre outros. As informações são de Flávio Ferreira na Folha de Londrina.

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Karlos Kohlbach

Apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de soltura de Paulo Bernardo, o ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff (PT) segue na alça de mira da Polícia Federal e dos procuradores do Ministério Público Federal (MPF).

Uma fonte contou ao Blog que a documentação apreendida na ação policial, assim como os extratos telefônicos, está em fase final de análise. “Os resultados dos achados deve ensejar uma nova operação da PF”, diz a fonte.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Abismo, 31ª fase da Lava Jato, nesta segunda-feira, 4. A ação, que tem apoio da Receita, cumpre 23 mandados de busca e apreensão e 1 de prisão preventiva, 4 custódias temporárias e 7 conduções coercitivas – quando o investigado é levado para depor e liberado – em São Paulo, no Rio e em Brasília.

O alvo principal é o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, que já está preso, contra quem a Abismo expediu um mandado de prisão preventiva. Paulo Ferreira foi capturado na Operação Custo Brasil, que mirou o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula). As informações são do Estadão.

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Severino Motta, Veja

Para o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino, a possibilidade de se fazer doações via boleto bancário na ‘vaquinha virtual’ que está sendo feita por Dilma Rousseff é algo que deveria ser observado de perto pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.

Pelo sistema, basta se colocar um número qualquer de CPF ou CNPJ (há vários na internet) para que um boleto seja gerado.

Num caso como esse, o boleto pode ser pago sem que se saiba efetivamente quem está doando e de que cofre veio o dinheiro.

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Denise Moraes Carvalho, Hélio Carrijo da Cunha, Raul Clei Siqueira do grupo CR ALMEIDA, de Curitiba, são alvos de mandados.

A Procuradoria da República em Goiás em conjunto com a Polícia Federal e com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica deflagrou nesta manhã a Operação Tabela Periódica,mais uma etapa da operação “O Recebedor”, desdobramento da Lava Jato que apura fraudes nas licitações da Ferrovia Norte-Sul e ligação Leste-Oeste. A ação tem como base um novo acordo de leniência fechado pela Camargo Corrêa, empreiteira que foi pega na Lava Jato por participar do esquema de corrupção na Petrobrás e tem colaborado com as autoridades desde então. As informações são de Fausto Macedo no Estadão.

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O advogado disse que estava na Europa “a passeio”. Ao saber, em Lisboa, que era alvo da operação, Gonçalves anunciou, por meio de sua defesa, que se apresentaria.

O advogado paranaense Guilherme Gonçalves, último procurado da Operação Custo Brasil, se entregou ontem à Polícia Federal em São Paulo. Apontado pelas investigações como repassador de propinas do esquema envolvendo a empresa de informática Consist ao ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, Gonçalves chegou ontem de Lisboa no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A pedido da PF, o advogado estava sob monitoramento da polícia portuguesa desde quinta-feira, dia da operação. As informações são da Agência Estado.

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Pedro de Carvalho, Veja

O depoimento do ex-presidente Lula prestado a Polícia Federal na sexta-feira (4) foi regado de constrangimentos. O ex-presidente, quando questionado sobre empresas que doaram valores ao Instituto Lula e prestaram serviços para a L.I.L.S., respondeu que a oportunidade não era para esclarecimentos, como alegou a PF, mas “para ficar constrangido”. “O senhor conta uma mentira e eu sou obrigado a ficar respondendo a mentira dele”, disse Lula, em referência ao promotor Cássio Conserino, do Ministério Público.

foto ED o globo

d’O Globo

Em depoimento à Polícia Federal no último dia 4, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou ter procurado qualquer empresa envolvida na Lava-Jato para pedir doações para o Instituto Lula, mas admitiu que funcionários do instituto, como Paulo Okamotto e Clara Ant, podem ter pedido dinheiro “a todas” as empresas.

Indagado pelo delegado se procurou alguma empresa, Lula disse:

— Não, porque não faz parte da minha vida política, ou seja, eu desde que estava no sindicato eu tomei uma decisão: eu não posso pedir nada a ninguém porque eu ficaria vulnerável diante das pessoas.

Mas o ex-presidente não descartou que assessores seus possam ter mantido alguma relação com essas empresas.

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Acuado pela avalanche de evidências de que recebeu vantagens indevidas de empreiteiras ligadas ao escândalo do petrolão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva forjou em janeiro a pérola “não tem uma viva alma mais honesta do que eu”. Na manhã desta sexta-feira, porém, na mais recente fase da Operação Lava Jato, o petista foi levado para prestar depoimento à Polícia Federal e esclarecer as suspeitas de que pode ter recebido dinheiro do esquema de corrupção instalado na Petrobras e ter atuado diretamente para que os crimes perpetrados contra a maior estatal do país tivessem continuidade por anos a fio. As informações são de Laryssa Borges na Veja.

Na decisão judicial que determinou a condução coercitiva do ex-presidente, o juiz Sergio Moro, considerado implacável na condução dos processos relacionados Operação Lava Jato, ressaltou, porém, o que o petista parece não acreditar: “ele não está imune à investigação”. “Embora o ex-presidente mereça todo o respeito, em virtude da dignidade do cargo que ocupou (sem prejuízo do respeito devido a qualquer pessoa), isso não significa que está imune à investigação, já que presentes justificativas para tanto”, ressaltou Moro em seu despacho.

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O Globo

BRASÍLIA — O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) deferiu pedido liminar para suspensão do depoimento que o ex-presidente Lula e sua mulher Marisa deveriam prestar nesta quarta-feira ao Ministério Público de São Paulo para dar esclarecimentos sobre que investiga a situação do tríplex 164-A do edifício Solaris, no Guarujá, e irregularidades na transferência de obras inacabadas da Bancoop para a OAS.

A decisão foi assinada na noite desta terça-feira pelo conselheiro Valter Shuenquener de Araújo, em resposta ao pedido feito pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP). O conselheiro suspende a prática de qualquer ato por parte do promotor de Justiça Cassio Roberto Conserino relacionado aos depoimentos, até que o plenário do CNMP delibere sobre o caso.