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Em abril, o setor de serviços teve queda de 11,7%, a pior desde o início da série em 2011. Os dados são do IBGE. o recorde negativo é mais um indicador do desastre da pandemia no país. A indústria teve queda de 18,8% e o comércio recuo de 16,8%, também com os piores registros na série histórica. Quase 5 milhões de postos de trabalho foram fechados no mês de abril.

Nesta terça (16), o IBGE divulgou os primeiros dados da Pnad Covid. 18 milhões de brasileiros não procuraram emprego por causa da doença; 8,8 milhões trabalharam remotamente; e 14,6 milhões foram afastados do trabalho.

O Banco Mundial prevê um encolhimento de 8% em 2020 no PIB brasileiro.

edsoncampagnolo

O presidente do Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, classificou como catastrófica a queda no desempenho econômico brasileiro registrada em 2015 e cobrou responsabilidade da classe política para reversão do quadro recessivo do país. Nesta quinta-feira (3), o IBGE divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, medida de todas as riquezas produzidas no país, teve retração de 3,8% no ano passado, em relação a 2014, totalizando R$ 5,9 trilhões. Foi a pior queda em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 1996.

O Paraná ultrapassou o Rio Grande do Sul e já é a quarta maior economia do País, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Ipardes e IBGE. A economia paranaense respondeu por 6,3% de todas as riquezas geradas no País em 2013, atrás apenas de São Paulo (32,1%), Rio de Janeiro (11,8%), Minas Gerais (9,2%). O Rio Grande do Sul ficou com 6,2%. A mudança de patamar da economia paranaense é histórica. Desde 1949 o Paraná ocupava a posição de quinta maior economia do Brasil.

“É um feito histórico digno de ser comemorado pelos paranaenses. Somos o 6º estado brasileiro em população e o 15º em extensão territorial, mas o esforço dos trabalhadores e das empresas paranaenses nos elevou ao grupo das quatro maiores economias regionais do País”, disse o governador Beto Richa (PSDB).

d’O Globo

SÃO PAULO – A queda de 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2014 coloca o Brasil na 33ª posição em uma lista de 35 países que tiveram suas taxas de crescimento listadas pela consultoria Austin Rating.

A economia brasileira só não teve desempenho pior entre abril e junho do que as da Rússia, que encolheu 4,6%, e a da Ucrânia, com retração de 14,7% na mesma comparação — a economia ucraniana padece dos efeitos de uma guerra civil patrocinada pela Rússia, que por isso é alvo de embargo da Europa e dos Estados Unidos.

dilma-28.07

A presidente Dilma Rousseff citou, em reunião com ministros nesta segunda (27), cálculo indicando que os efeitos da Operação Lava Jato sobre a economia serão responsáveis pela queda de um ponto percentual do PIB em 2015.O comentário foi feito em meio a discussão sobre o atual cenário econômico. O país deve registrar recessão neste ano. As informações são do Estadão.

A equipe econômica admite oficialmente que haverá um recuo de 1,5% do PIB. Ou seja, desta queda, a presidente atribuiria a maior parte aos efeitos da Lava Jato. O mercado tem uma previsão mais pessimista: retração de 1,7% a 2,5% do PIB. Segundo participantes da reunião, Dilma não detalhou como o cálculo foi feito ou teceu mais comentários.

IBC-Br divulgado nesta quinta-feira mostra que país teve contração de 1,07% em março

d’O Globo:

Famílias com renda mais apertada e indústria retraída pela queda do consumo fizeram com que a economia encolhesse 0,81% no primeiro trimestre deste ano. Somente em março, a retração foi ainda mais forte: 1,07%, de acordo com os cálculos do Banco Central, divulgadas nesta quinta-feira. As contas já consideraram as mudanças metodológicas do cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) feitas pelo IBGE.

aécio neves222

Aécio Neves:

A conta do populismo e da irresponsabilidade da gestão petista começa a chegar ao bolso dos brasileiros. E ela será bem alta, especialmente para os que menos têm.

Na contramão da economia global, que crescerá 3,5% este ano, o Brasil está no pequeno grupo de 16 entre 189 países que caminham para a recessão, segundo o FMI.

O PIB encolheu, o salário real teve a sua maior queda desde 2004, segundo o IBGE, e o desemprego encosta nos 8%, pelos dados da PNAD. A inflação acelerou, superando 8% em doze meses e em apenas quatro meses deste ano já superou 4,5%, a meta oficial para o ano.

roberto z --

O quadro da economia brasileira começa a ficar dramático. O PIB negativo, a retração econômica apontada pelo Banco Central, a queda de 0,42% acompanhada de inflação acima do teto da meta (7,27%) e aumento da taxa básica de juros (Selic) na casa dos 12,75%. O próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse ontem a investidores que o crescimento econômico pode ser negativo esse ano e o pessimismo do mercado ecoa nos setores produtivos, que já engavetam planos de investimentos. A situação complicada está registrada na manchete principal da Folha de Londrina desta quinta-feira, 19.

João Dória Junior

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado no segundo mandato do ex­-presidente Lula, em 2007, deveria tirar o Brasil o atraso estrutural em que se encontra e lançá­lo no caminho da prosperidade. Ventos da modernidade soprariam para alargar a estrada do amanhã. Oito anos depois, constitui só um dos mais expressivos símbolos do engodo que marca a administração pública do País nestes tempos de desprestígio de políticos e governantes.

O IPCA começou o ano pressionado, com alta de 1,24% em janeiro, a maior desde fevereiro de 2003 (1,57%), segundo o IBGE. Em dezembro, o índice já havia sido elevado (0,78%), resultado que levou o IPCA a fechar o ano de 2014 muito perto do limiar da meta do governo – ficou em 6,41% para um teto de 6,5%. O índice acumulado nos últimos 12 meses fechou em 7,14%, atingindo a maior alta desde setembro de 2011.