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As primeiras 50 viaturas da Polícia Militar que vão reforçar o trabalho de patrulhamento ostensivo em Curitiba e Região Metropolitana chegaram ao Palácio Iguaçu nesta terça-feira (6) e começam a circular ainda esta semana. Ao todo, são 200 viaturas que serão entregues durante todo o mês de setembro.

Além dessas 200 viaturas locadas para Curitiba e RMC, o governo já lançou o edital para fazer a compra de 1000 viaturas novas para a polícia. “Faremos a compras dessas viaturas e substituiremos os antigos veículos que demandam gastos de manutenção muito elevados. Vamos manter apenas os veículos novos e renovar a frota da segurança pública. Queremos ver o policiamento na rua”, disse o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli.

da Folha de S. Paulo

A Justiça Militar do Paraná arquivou nesta terça-feira (22) um inquérito que apurava os supostos excessos cometidos por policiais militares durante um protesto de professores da rede pública estadual contra o governo Beto Richa (PSDB), em abril de 2015.

Os policiais estavam sendo investigados por suspeita de crime de lesão corporal e emprego abusivo de força durante a manifestação contra mudanças na previdência dos servidores em frente à Assembleia Legislativa.

A decisão foi dada após o promotor Misael Duarte Pimenta Neto, da Vara da Auditoria Militar em Curitiba, já ter solicitado o arquivamento do inquérito, em fevereiro, alegando que não havia elementos suficientes para individualizar a conduta dos policiais.

No despacho, o juiz Davi Pinto de Almeida lamentou o desfecho do caso, mas considerou que os agentes cumpriram seu dever ao impedir que os manifestantes invadissem a Assembleia, e que não há indícios de que eles tenham começado as agressões.

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A população do Rio Grande do Sul está em estado de sítio com a paralisação dos servidores contra o parcelamento dos salários. Desde a madrugada, a Polícia Civil está registrando apenas ocorrências de crimes contra a vida, como assassinatos e estupros. Informações da GloboNews. Ocorrências de rotina não são atendidas, e muitas delegacias estão fechadas. Em Santa Maria, na Região Central, policiais civis se algemaram para protestar contra o parcelamento dos salários.

d’O Globo:

A casa da primeira-dama de Minas Gerais, Carolina Oliveira Pimentel, mulher do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, foi um dos alvos na manhã desta sexta-feira da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que tem como alvo empresários que doaram para partidos políticos na campanha de 2014. No total, 30 endereços de pessoas físicas e 60 empresas de Minas, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal foram incluídas na operação.

Antes de se casar com Fernando Pimentel, Carolina trabalhava como sua assessora de imprensa do petista no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ela era contratada por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão vinculado ao ministério liderado, na época, pelo petista.

Em nota, a Casa Militar informa que as policiais femininas que fizeram a abordagem à estudante de Londrina se apresentaram voluntariamente, refutaram as acusações e moverão ação criminal de calúnia contra a denunciante. A abordagem ocorreu durante as manifestações de 29 de abril (leia mais sobre o caso aqui).

Veja a íntegra da nota.

“A Casa Militar divulgou nesta sexta-feira (8) uma nota de esclarecimento sobre a denúncia, veiculada por emissoras de televisão, sobre suposta irregularidade praticada por policiais femininas nos procedimentos de abordagem, busca pessoal, triagem e encaminhamento à delegacia policial de uma estudante de Londrina.

A abordagem aconteceu durante as manifestações de 29 de abril, no Centro Cívico, em Curitiba.

As policiais militares responsáveis pela abordagem se apresentaram de forma espontânea e voluntária e afirmaram que todos os procedimentos adotados estiveram em plena conformidade com lei, voltados a preservar, inclusive, a integridade física da própria denunciante.

As policiais refutaram, com veemência as denúncias e nomearam o advogado Cláudio Dalledone Júnior para representá-las em ação criminal de calúnia, a ser movida contra a denunciante. “

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O Coronel Cesar Kogut, comandante da Polícia Militar do Paraná, enviou carta ao governador Beto Richa em que repudia declarações do secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini, em nome da oficialidade da corporação. É o que segue:

CARTA AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ

“O Comando da Polícia Militar do Paraná, instituição sesquicentenária que labuta diariamente em prol da segurança pública do Estado do Paraná, cumprindo incansavelmente a sua missão constitucional, vem perante Vossa Excelência manifestar o seu repúdio às declarações atribuídas pela Imprensa ao Secretário de Estado da Segurança Pública, em data de 04 de maio de 2015 – e até agora não desmentidas – as quais atribuem única e tão somente à PMPR a responsabilidade pelos fatos ocorrido em 29 de abril de 2015, quando da manifestação dos professores, pelos fundamento abaixo delineados.

Governador Beto Richa.Foto/ ANPr

O governador Beto Richa lamentou profundamente os graves incidentes ocorridos nesta quarta-feira (29), no Centro Cívico, durante manifestação de professores. Os confrontos foram causados por militantes black blocs que, infiltrados no movimento, atacaram os soldados da Polícia Militar que protegiam a Assembleia Legislativa durante a votação do projeto de reestruturação do sistema de previdência dos servidores públicos estaduais.

Treze pessoas foram detidas pela Polícia Militar, segundo balanço parcial repassado pela corporação, até as 19h30 desta quarta-feira (29). “Entre eles, estariam integrantes de movimentos black blocs, que não são professores, e inclusive com atos violentos identificados em manifestações anteriores”, apontou o delegado-geral da Polícia Civil, Julio Reis. Com eles, a polícia apreendeu coquetéis molotov, paus, pedras e barras de ferro, afirmou.

A Polícia Civil está conduzindo um inquérito para apurar a participação de outras pessoas que incitaram e deram início ao confronto. Também será requisitada perícia da Polícia Científica no local para verificar danos ao patrimônio. A Secretaria da Segurança Pública ressalta que, a todo momento, a orientação foi para que se evitasse o confronto.

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Durante a sessão de agora na Assembleia Legislativa que votará a reforma da previdência, o presidente da casa, Ademar Traiano (PSDB), disse que, nesta oportunidade, foi concedido a ele poder de polícia. E que isso pode ser usado para garantir o andamento da sessão. Traiano complementou e disse que a segurança dos manifestantes do lado de fora não é de responsabilidade da Assembleia, mas sim do Secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini.