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Facebook, Twitter e Whatsapp são as principais fontes de informação

Nos últimos 12 meses, 51% dos eleitores brasileiros afirmam ter recebido ou lido informações sobre política no Facebook, Twitter ou WhatsApp. Esse hábito é maior entre eleitores mais jovens, já que 55% dos que receberam informações sobre política em mídias sociais têm até 34 anos de idade. As informações são de pesquisa Ibope realizada ainda em maio.

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Calma, gente. O juiz Sérgio Moro não faz campanha contra o álcool. Nem tem nada contra quem gosta de vinho. Acontece que a Operação Lava Jato passou a rondar os membros do famoso Clube do Vinho, que se reunia no Restaurante Madero de Curitiba para degustar botellas que custam acima dos 4 mil reais, dos vinhos mais simples. Membros do “board directors” do clube: Angelo Vanhoni (PT), o advogado Guilherme “Pixuleco” Gonçalves, o empresário Edmilson Rossi, o diretor dos Correios Areovaldo Figueiredo, o advogados Luiz Fernando Delazari, o ex-ministro Paulo Bernardo, Zeno Minuzo, o advogado Luiz Carlos Rocha, o ex-prefeito de SJP Ivan Rodrigues, O empresário de telecomunicações mui amigo de Paulo Bernardo, Ademar Monteiro, empresários da área de telecomunicações, entre outros convidados apreciadores de vinho. Por razões que só o juiz Sergio Moro pode explicar, essa turma não quer mais se encontrar em público.

Já estavam na lista de faltosos o ex-deputado André Vargas e o publicitário Ricardo Hoffmann, recolhidos à cadeia da Polícia Federal

Foto: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados cunha222

Antes, Câmara aprovou doação de empresas a partidos, não a candidatos. Texto completo da reforma política ainda terá que ser votado em 2º turno.

do G1:

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), por 452 a favor, 19 contra e uma abstenção, o fim da reeleição para presidente da República, governador e prefeito. A votação foi parte da série de sessões iniciada nesta semana, destinada à apreciação das propostas de reforma política.

O texto do fim da reeleição, de autoria do relator, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), não altera o tempo atual de mandato (quatro anos), mas, nesta quinta-feira (28), o plenário analisará a ampliação da duração do mandato para cinco anos. Antes de votar o fim da reeleição, os deputados rejeitaram nesta quarta o financiamento exclusivamente público das campanhas e aprovaram a doação de empresas a partidos, mas não a candidatos.

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Em entrevista concedida à BBC, o ex presidente uruguaio Mujica falou da corrupção na América Latina e fez duras críticas à política brasileira. Confira os principais trechos:

– “Algo doentio acontece na política brasileira”

– “O Brasil é um país gigantesco e cada Estado tem sua realidade, com partidos locais fortes. Conseguir a maioria parlamentar no Brasil é um macramé (técnica de tecelagem manual) onde pedem uma coisa aqui, outra ali.”

– Para Mujica, o tráfico de influência é “uma tradição” no país, já que os governos “têm que fazer o impossível para conseguir a maioria parlamentar de alguma maneira”.

– “Não digo que os fins justificam os meios, quem diz é Maquiavel. O que digo é que isso é uma doença que existe há muito tempo na política brasileira.”

Leia a reportagem completa aqui.

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do Painel, Folha de S. Paulo:

Jaques Wagner (Defesa) usou metáforas automobilísticas para analisar, no Twitter, as dificuldades do governo em política e economia: “Numa corrida de muitas voltas, não basta o piloto ser bom. Precisa ter uma estratégia para vencer”.

“Agora precisamos fazer um pit stop e acertar a máquina para arrancar de novo. Isso é o ajuste fiscal e assim precisa ser compreendido por todos”, concluiu o ministro na rede social.

de André Gonçalves, Gazeta do Povo:

O voto deve continuar sendo obrigatório? A reeleição para presidente deveria acabar? Quem pode financiar as campanhas eleitorais? Essas e outras perguntas fundamentais em qualquer modelo de reforma política ficaram em segundo plano ao longo das últimas duas décadas no Congresso Nacional, sequestradas pelo tema que mais interessa aos deputados federais: o sistema eleitoral para a Câmara.

Com ações e títulos desvalorizados, a Petrobras não conseguirá captar recursos facilmente nos mercados a fim de cumprir compromissos impostos pelo governo.

barril-de-petroleoEditorial O Globo:

O Plano de Negócios da Petrobras até 2018 prevê investimentos anuais da ordem de US$ 44 bilhões. Em situação normal de temperatura e pressão, empresas desse porte concretizam seus investimentos com uma combinação de recursos próprios (gerados pelas próprias atividades) e de terceiros. Assim, multiplicam a capacidade de investir e de obter lucros futuros.