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Com 285 votos, deputado derrotou seu adversário, Rogério Rosso (PSD-DF), que teve 170 votos; cargo ficou vago após renúncia de Cunha.

Com a ajuda do Palácio do Planalto e da antiga oposição, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito ontem presidente da Câmara para um mandato-tampão até fevereiro de 2017. Com 285 votos no segundo turno, ele derrotou o candidato Rogério Rosso (PSD-DF), do Centrão, bloco formado por 13 partidos e aliado do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou ao cargo na quinta-feira passada. Foram 170 votos para Rosso e cinco brancos. Ao ser anunciado o resultado, deputados gritaram “Fora Cunha”. As informações são do Estadão.

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A eleição para o mandato tampão na Câmara, que ocorre nesta quarta-feira (13), superou as expectativas e encerrou a manhã do dia do pleito com 16 inscritos. Em um dia de mais negociações e conversas, os concorrentes têm até as 15h para voltar atrás e retirar seus nomes.

Às 12h, quando o prazo para inscrição havia se encerrado, eram 17 os candidatos. Beto Mansur (PRB-SP), porém, desistiu do pleito, reduzindo o número para 16. As informações são da Folha de S. Paulo.

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O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), exonerou nesta sexta-feira, 8, o secretário-geral da Mesa Diretora, Silvio Avelino. O pepista não gostou de ver publicado no Diário da Câmara a decisão da reunião do colégio de líderes que antecipou de quinta-feira, 14, para terça-feira, 12, a eleição do novo presidente da Casa.

Avelino contou que Maranhão o comunicou na manhã desta sexta-feira e disse que precisava do cargo porque a conjuntura política havia mudado. O cargo de secretário-geral da Mesa é uma função de confiança do presidente da Câmara, é ocupado por um servidor de carreira e um dos postos mais importantes na hierarquia dos funcionários. Avelino foi convidado pelo deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para substituir, no início de 2015, Mozart Vianna, que hoje assessora o presidente em exercício, Michel Temer. As informações são do Estado de S. Paulo.

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Em uma reunião tumultuada, líderes partidários anteciparam a eleição para presidência da Câmara dos Deputados para terça-feira (12). A decisão contraria despacho do presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), que havia marcado sessão extraordinária para quinta-feira (14). As informações são do Diário do Poder.

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O presidente interino, Michel Temer, aconselhou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a renunciar ao cargo de comando na Casa na última conversa que eles tiveram, no domingo. Cunha sempre disse que não renunciaria, mas nessa conversa mostrou muito mais insegurança. O deputado confidenciou que teme que sua mulher, Cláudia Cruz, e sua filha, Danielle, investigadas na Lava-Jato pelo juiz Sérgio Moro, sejam presas, se ele perder o cargo. Por isso, tenta uma última cartada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para anular a decisão do Conselho de Ética que aprovou a cassação de seu mandato. As informações são d’O Globo.

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Há tempos, o líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), é considerado, pela própria Dilma Rousseff, “uma pedra no caminho” – e isso quando não é brindado com outros adjetivos pela Chefe do Governo. Agora, diante do avanço de Cunha em sua pré-campanha para a presidência da Câmara, no ano que vem (ele vem batendo recorde de jantares com parlamentares de todo o país, incluindo novos eleitos e reeleitos), o Planalto tem um motivo especial para aumentar sua preocupação. O governo acha que até seria possível um pedido de impeachment de Dilma por conta da Petrobras. E nessa eventualidade, ninguém aposta que Cunha arquivaria o processo.