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Rogério Portugal Bacellar é o novo presidente do Coritiba. A oposição venceu a eleição realizada neste sábado por 62% a 38%. Esta foi a maior eleição da história do Coritiba. Bacellar era o candidato de oposição, e, com o apoio do craque Alex, enfrentava a situação comandada por Vilson Ribeiro de Andrade. A chapa Coxa Maior comandará o alviverde durante o triênio 2015-2017. Bacellar toma posse no dia 18 de dezembro.

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O conselheiro Ivan Bonilha foi eleito para presidir o Tribunal de Contas do Paraná no biênio 2015-2016. Ele foi eleito nesta quinta-feira (11), e substituirá o atual presidente, Artagão de Mattos Leão.

Também foram escolhidos o vice-presidente, conselheiro Ivens Linhares, e o corregedor-geral no período, conselheiro Durval Amaral. A posse dos novos dirigentes será no dia 15 de janeiro.

Foto: Agência Fiep
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Do G1-PR:

Assembleia Legislativa volta a analisar projetos de lei nesta segunda (8). Para reverter crise, Governo do Paraná quer aumentar impostos.

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Luiz Campagnolo, avaliou como uma irresponsabilidade o pacote de reajustes tributários proposto pelo governador Beto Richa (PSDB). Nesta segunda-feira (8), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa volta a analisar os projetos de lei que foram apresentados pelo Executivo como um mecanismo para alavancar o caixa do estado.

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O governador Beto Richa recebeu ontem (04), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, integrantes da bancada federal do Paraná e o líder do PMDB na Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha, que disputa a presidência da Casa.

Richa destacou a qualificação de Cunha para o cargo, mas lembrou que aguarda a posição oficial do partido com relação ao apoio ao candidato. “O Eduardo Cunha é um grande amigo, a quem recorri quando precisava resolver as situações do Estado em Brasília”, disse Richa. “Não posso me posicionar no momento, pois aguardo a decisão do PSDB”, ressaltou.

Foto: Ailton de Freitas / O Globo
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O deputado federal Henrique Alves (PMDB), presidente da Câmara, que fracassou na campanha para o governo do Rio Grande do Norte após uma traição de Lula, ganhou hoje o prêmio de consolação. Para não atrapalhar a votação da nova meta fiscal e outras urgências do governo, ele será ministro da Integração de Dilma Rousseff.

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O coordenador da campanha de Ademar Traiano, do PSDB, Alexandre Curi (foto), contabiliza 35 votos para o seu pupilo. Os matemáticos da outra banda calculam 34 votos para Ratinho Junior. Como a Assembleia só tem 54 votos, e não 69 que é a soma dos votos esperados por Traiano e Ratinho, alguém está mentindo ou a fazer cálculos errados.

Ao contrário do avô, Aníbal, Curi não é bom aritmético de votações em colégio fechado. Ele dizia que venceria Requião na convenção do PMDB por 115 votos de vantagem. Perdeu por 92. Diferença catastrófica de 207 votos. Outro que aposta junto com Alexandre na vitória de Traiano é o bruxo Chick Jeitoso, que também costuma fazer previsões.

O Presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Paulo Salamuni (PV), enviou uma nota de esclarecimento ao Blog sobre os incidentes da sessão de hoje na CMC.
É o que segue:

“1. 1. Não procede a informação sobre um Projeto de Lei para a criação de cargos comissionados na Câmara Municipal de Curitiba. Pelo contrário, a partir do primeiro dia desta nova administração foi efetivada a extinção de 246 cargos em comissão, uma demanda antiga, solicitada pelo Ministério Público.

2. 2. Em relação à outra notícia, não houve, em momento algum, a alegada agressão ao assessor do vereador Professor Galdino, Fernando Tupan. O que ocorreu foi apenas o esclarecimento dos fatos e o restabelecimento da verdade. O único agravado fui eu, com palavras e expressões que atentaram contra minha dignidade.

Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo
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Do Globo:

Deputado mais votado no Rio, Jair Bolsonaro (PP), decidiu que irá concorrer à presidência da Câmara. O parlamentar, que já se anunciou pré-candidato à Presidência da República em 2018, disse ao GLOBO que irá concorrer na Câmara apenas para marcar posição e ter dez minutos a mais de fama. Ele irá concorrer como candidato avulso, ou seja, sem ser uma indicação oficial do seu partido. Ciente que sua chance de vitória é próxima de zero, Bolsonaro já contabiliza ao menos dois votos a seu favor: o próprio e o do filho, Carlos Bolsonaro (PSC), eleito deputado federal este ano por São Paulo.

— Quero ser candidato só para ter dez minutos de palanque, de discurso no plenário. Dez minutos a mais de fama. Sei que é impossível, mas terei aos menos dois votos. O meu e o do meu filho – disse Bolsonaro, que criticou o espaço e a atenção que o seu partido, o PP, dedica a ele.