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Delator da Operação Lava Jato e investigado em suas fases iniciais, o empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, foi condenado a 8 anos e 2 meses de prisão por corrupção e participação em organização criminosa nesta quinta-feira (23).

Esta é a primeira sentença de Pessoa, que fez acordo de colaboração em maio do ano passado e foi um dos primeiros empresários a admitir o pagamento de vantagens indevidas em obras da Petrobras. As informações são da Folha de S. Paulo.

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“É obrigatório ter um japonês na equipe?”, perguntou o ex-ministro aos policiais

Vera Magalhães, Veja

O ex-ministro Paulo Bernardo reagiu com relativo bom-humor à prisão preventiva nesta quinta-feira. Talvez porque já esperasse a medida.

Como havia um nipônico no grupo de policiais que foi efetivar a prisão, no apartamento funcional do Senado em que ele mora com a mulher, Gleisi Hoffmann, e os filhos, Bernardo não perdeu a chance de fazer referência a Newton Ishii, o “japonês da Federal”, que agora também está preso.

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Michel Temer, apesar de lamentar e dizer que é um “fato doloroso”, salientou que “é preciso prestar obediência às decisões (judiciais).”

O presidente em exercício, Michel Temer, afirmou em entrevista exclusiva à Rádio Estadão que lamenta o contexto da prisão de Paulo Bernardo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma. “Vi a declaração de Gleisi de que ele (Paulo Bernardo) foi detido na frente dos filhos. É um fato doloroso e eu quero lamentar publicamente a prisão dele”, afirmou Temer. As informações são do Estadão.

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O superintendente-adjunto da área de Fiscalização da Receita Federal em São Paulo Fábio Ejchel mostrou um esquema de desvio de dinheiro do funcionalismo público, tirando do bolso do servidor R$ 100 milhões. O senador Roberto Requião disse que a prisão de Paulo Bernardo é “desnecessária”.

No twitter, o senador Roberto Requião (PMDB) disse nesta quinta-feira, 23, que a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo (PT), pela Operação Custo Brasil, é para “constranger”. “Não serei eu a defender Paulo Bernardo, mas sua prisão desnecessária destina-se a constranger a defesa da soberania do Brasil no impeachment”.

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A tropa de choque da presidente afastada Dilma Rousseff reagiu nesta quinta-feira à ordem de prisão contra o ex-ministro Paulo Bernardo (PT), e afirmou que a detenção do petista, alvo da Operação Custo Brasil, tem por objetivo “constranger” a senadora e esposa de Bernardo, Gleisi Hoffmann (PT-PR). Gleisi estava em uma reunião do Parlasul, no Uruguai, quando soube da prisão do marido. Hoje, desfalcou a tropa de choque de Dilma na comissão processante do impeachment, no Senado, para ficar com os filhos, em Curitiba. O apartamento do casal na capital paranaense foi alvo de buscas da Custo Brasil na manhã de hoje. As informações são de Laryssa Borges na Veja.

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Preso há seis meses na 17ª fase da Operação Lava Jato, o ex-ministro José Dirceu tem se dedicado a atividades que podem ajudá-lo a diminuir o tempo que poderá passar atrás das grades caso seja condenado. Entre novembro e dezembro de 2015, o petista fez dois cursos do Senai, de elétrica e de eletrônica, ministrados no CMP (Complexo Médico Penal), presídio na região metropolitana de Curitiba (PR). As informações são de Bela Megale na Folha de S. Paulo.

Essas horas serão abatidas de sua eventual pena, caso seja condenado. Dirceu já foi condenado por participação no esquema do mensalão, mas o caso da Lava Jato ainda aguarda sentença.

recalcattipolicia

Banda B

Poucas horas após a Corregedoria Geral da Polícia Civil (CGPC) cumprir mandados de prisão preventiva, o delegado Rubens Recalcatti e seis investigadores de polícia conseguiram revogar pedido da Justiça de Rio Branco do Sul, na região metropolitana de Curitiba, e conseguir novamente liberdade. Eles são acusados de participação no homicídio qualificado de um homem que teria envolvimento na morte de João da Brascal, ex-prefeito de Rio Branco do Sul e primo do delegado em abril de 2015.

delcidioamaral

Thiago Bronzatto e Talita Fernandes, Época

Os advogados do senador Delcídio do Amaral (PT-MS)protocolaram nesta terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) a defesa do parlamentar, que está preso na Operação Lava Jato, contra a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF). O documento critica as acusações feitas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede que seja anulada a gravação ambiental de diálogos do petista e ainda contesta a forma como foi aprovado o acordo de delação premiada de Nestor Cerveró, ex-diretor internacional da Petrobras.