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A equipe de Temer ainda está montando a lista do que pode ser privatizado e concedido ao setor privado, mas já conta com a venda da Caixa Seguridade, IRB, participações da Infraero em aeroportos e concessões de rodovias, portos e aeroportos.

Na busca de reduzir o rombo das contas públicas no próximo ano, a equipe do ministro Henrique Meirelles (Fazenda) calcula que o futuro programa de privatizações e concessões do governo Temer irá render entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões ao caixa do Tesouro Nacional em 2017. As informações são da Folha.

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O governo Dilma avalia incluir no seu novo pacote de concessões grandes obras de mobilidade urbana, privatizando projetos de metrô há mais de 20 anos prometidos para grandes capitais, mas nunca realizados. Os trens de Porto Alegre e Belo Horizonte devem ser os principais desse adendo ao programa de logística, que já prevê investimentos em rodovias, ferrovias, aeroportos e portos. A previsão é que o valor movimentado ficará entre R$ 110 bilhões e R$ 130 bilhões nos próximos anos.

Já anunciado por três vezes pela presidente Dilma e sem obras sequer iniciadas, o metrô de Curitiba não deve fazer parte das concessões. A obra se junta assim ao Aeroporto Afonso Pena, também na região da capital paranaense, que era tido como um dos que poderiam ser repassados à iniciativa privada para melhorar a eficiência mas que na última hora ficou de fora.

lindolfo zimmer copel

Da Folha de Londrina:

O presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer, rebateu ontem as declarações do candidato do PMDB ao governo do Paraná, Roberto Requião, de que foi colocado na empresa pelo Grupo Gulin. Em entrevista à FOLHA, publicada também ontem, o peemedebista disse que o governador Beto Richa (PSDB) foi financiado por grandes grupos de interesses econômicos e que esses grupos hoje tomaram conta do Estado e, especialmente, da Copel.

“Não sou representante de empresa privada, sou engenheiro da Copel há mais de 40 anos”, afirmou Zimmer, em nota enviada à FOLHA. “Na época da tentativa de privatização da Copel, eu era diretor de marketing da Companhia e posicionei-me contra a venda. Todo o processo da comunicação do projeto de privatização foi conduzido pelo secretário estadual da Comunicação Social, que na época era o senhor Rafael Greca”, prosseguiu.

MP dos Portos Câmara Senado privatização aprovada

Parlamentares disputam comida armazenada em tachos e servida em pratos descataveis no cafezinho do plenario da Câmara.

De O Estado de S. Paulo:

BRASÍLIA – Após quase 23 horas de discussão em torno do texto final da MP dos Portos (MP 595/12), a Câmara dos Deputados finalmente aprovou a medida, sobre forte pressão do governo. Às 9h43, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDM-RN), anunciou que o texto seguia para apreciação no Senado. A proposta precisa ser analisada e aprovada hoje pelo Senado, sem alterações, caso contrário perderá a validade.

O texto estabelece novas regras para as concessões de portos públicos e autorizações de terminais privados. O objetivo é tentar modernizar os portos brasileiros, melhorando a logística e a competitividade.

Do Josias de Souza:

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) não conseguia disfarçar o desapontamento ao constatar que, após um esforço de 18 horas, faltava-lhe quórum para concluir a votação das últimas 14 emendas à medida provisória dos portos. Alcançado pelo celular após encerrar a sessão, o deputado disse ao blog o seguinte:

“Vamos continuar o esforço nesta quarta-feira. Marquei nova sessão extraordinária para as 11h. Passaremos a tarde votando. Mas o Senado talvez não possa fazer muita coisa em 24 horas. Será muito difícil para o Senado receber essa MP na quarta à noite e votá-la na quinta.”

Do UOL:

Em votação simbólica, os deputados aprovaram na noite desta terça-feira (14) o que eles chamam de texto-base da MP (medida provisória) que regulamenta o setor portuário brasileiro. O texto aprovado é o parecer do senador Eduardo Braga (PMDB-AM) à MP 595, aprovada no último dia 24 de abril em comissão mista formada por deputados e senadores.

Antes de enviar a proposta para votação no Senado, os deputados ainda precisam analisar todas as propostas de alteração ao texto – as emendas aglutinativas (que juntam mais de uma emenda) e os destaques (propostas de alteração do texto–base).

O texto aprovado inclui a possibilidade de renovação antecipada de alguns contratos até atingir o prazo máximo de 50 anos, desde que haja o comprometimento da empresa que detentora da concessão do porto de que fará investimentos.

A versão original da MP concentrava na União o poder de decidir se ampliava ou não o prazo e a renovação dos contratos. O Palácio do Planalto já anunciou que este ponto não terá apoio para ser sancionado.

mp dos portos, privatização, protesto, deputado, faixa

Quatro sessões que votariam a MP dos Portos foram canceladas desde a semana passada. Uma nova sessão foi aberta as 17h30.

Da Gazeta do Povo, com agências de notícias:

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, encerrou a segunda sessão extraordinária desta terça-feira (14) que votaria a Medida Provisória dos Portos (MP 595/12). O motivo foi a invasão da Mesa Diretiva pelo deputado Toninho Pinheiro (PP-MG) com uma faixa, dizendo que mais R$ 8,3 bilhões foram empenhados e que teriam sido retirados da saúde. Uma nova sessão foi reaberta às 17h30.