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A seis meses do início da campanha das eleições de outubro, pelo menos 17 deputados estaduais podem disputar o comando de municípios em suas bases de atuação. Em Curitiba, a eleição poderá contar com a participação do maior número de deputados caso Ratinho Jr confirme sua candidatura pelo PSC.

Além de Ratinho, cinco deputados já anunciaram a intenção de participar da corrida pela sucessão de Gustavo Fruet (PDT): Maria Victória (PP), Requião Filho (PMDB), Tadeu Veneri (PT), Mauro Moraes (PSDB) e Ney Leprevost (PSD).

Cascavel e Ponta Grossa poderão contar com três deputados candidatos. Em Cascavel, já anunciaram a intenção de disputar a sucessão de Edgar Bueno (PDT), os deputados Leonaldo Paranhos (PSC), Márcio Pacheco (PPL) e Professor Lemos (PT). Em Ponta Grossa deverão disputar a sucessão de Marcelo Rangel (PPS), os deputados Márcio Pauliki (PDT), Péricles de Mello (PT) e Plauto Miró (DEM).

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O plenário da Assembleia Legislativa esteve inusitado na sessão de ontem (22). O deputado Professor Lemos (PT), contumaz crítico do governo, falou na tribuna em defesa da proposta da Secretaria de Educação sobre Plano Estadual de Educação. Em diversos momentos, Lemos foi interrompido por vaias das galerias, lotadas por professores, estudantes e militantes religiosos e GLTB. Em dado momento, o deputado pediu socorro ao presidente Ademar Traiano (PSDB), para impor um regime de silêncio nas galerias, um apelo impensável nos tempos de greve dos professores e invasão do legislativo.

O deputado Professor Lemos (PT) perdeu mais uma no TSE. Ontem (16) à noite, o tribunal negou recurso apresentado pelo petista no processo que pede a cassação do mandato do prefeito de Cascavel, Edgar Bueno (PDT). Os embargos de declaração questionavam uma decisão do mesmo TSE, do final de abril, que decidiu por manter o atual prefeito no cargo. A relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, foi a primeira a votar, rejeitando os embargos. Os ministros Henrique Neves da Silva, Luciana Lóssio, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Dias Toffoli (presidente), acompanharam o voto da relatora.

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Hoje, o grande confronto no Centro Cívico. Quem vai sair com a vitória: o exército do Professor Lemos, formado por aguerridos professores, estudantes, militantes, black blocs, squadras fasci anti-governo? Ou a Polícia Militar conseguirá dar conta do recado? Se o marechal Lemos vencer, a Assembleia será invadida e não haverá votação do projeto da Previdência, sendo que sempre há a possibilidade de recuo, de capitulação dos deputados.

O derrotado levará o troféu “Brancaleone da Nórcia”.

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Julio Fernandes, Paraná Oeste:

Os ministros do TSE decidiram na manhã de hoje (quinta-feira, 23) que o prefeito Edgar Bueno (PDT) e o vice-prefeito Maurício Theodoro (PSDB) continuam no comando da prefeitura de Cascavel. Os ministro negaram provimento ao recurso aos candidatos derrotados em 2012, Professor Lemos (PT) e Walter Parcianello (PMDB).

Os sete ministros do ministros do TSE acompanharam a decisão monocrática da ministra Luciana Lóssio, publicada no dia 26 de fevereiro, entendendo que não havia provas para a impugnação do mandato, ao contrário da decisão do TRE. A discussão do recurso foi breve. A relatora, Maria Thereza de Assis Moura, afirmou apenas que não concordava com os dois argumentos da ministra Luciana Lóssio, mas que concordava que não houve potencialidade lesiva. Na decisão monocrática a ministra afirmou que por meio dos direitos de resposta, os eleitores foram informados sobre o verdadeiro domicílio de Professor Lemos.

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A decisão do TSE, proferida ontem, respaldou o que a população de Cascavel já havia decidido nas urnas em 2012: Edgar Bueno (PDT) é o prefeito de Cascavel. Perdeu mais uma vez o deputado Professor Lemos (PT) que entrou na Justiça Eleitoral, depois do resultado das eleições, porque a campanha de Edgar Bueno afirmou que o petista não residia em Cascavel.

A decisão que mantém Bueno no cargo foi proferida pela ministra do TSE Luciana Lócio. “Não se pode perder de vista que a necessidade de preservação da vontade manifestada nas urnas impõe a esta Justiça Especializada prudência na cassação de mandatos, quando os fatos não se mostrem hábeis a interferir no equilíbrio da disputa.” Para o advogado de Bueno, Olivar Coneglian, a decisão traz sossego ao prefeito. “Agora desaparece qualquer sombra para ele”, disse o advogado. “Ele pode terminar o mandato tranquilamente”, afirmou.