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Entre as mais de 50 mil pessoas que foram às ruas de Maringá, no protesto deste domingo (13), uma não poderia passar despercebida, mesmo não sendo reconhecida pela multidão. A mãe do juiz Sérgio Moro, Odete Moro, também saiu em passeata. Odete ressaltou o orgulho em ver o trabalho do filho sendo reconhecido pelos brasileiros já cansados de tantos escândalos na política. “Ah! Eu sinto muito orgulho, fico satisfeita dele estar fazendo um bom trabalho e espero realmente que ele colabore pra esse desenvolvimento do Brasil e que acabe com essa corrupção”, disse. As informações são de Rafael Marcante na Rede Massa/Massa News.

Questionada pelo repórter William Souza, sobre o filho ser reconhecido como um herói nacional, à frente da Operação Lava Jato, Odete respondeu. “Um brasileiro que está fazendo, e vai fazer a justiça para todos, ele não é herói”, afirmou.

Passa bem, muito bem, a professora Salete Terezinha Benetti, que teve um surto de ódio em manifestação dos professores na cidade de Dois Vizinhos. Passa bem, muito bem, ela recebe o salário de R$ 15.606,41, como está registrado no Portal da Transparência – onde você encontra a página de pessoal e em sub link a remuneração dos professores por município.

O salário de Salete Terezinha Benetti é o segundo maior do município, só superado pelo de outro professor, Emiko Kakizake, que ganha R$ 17.574,17. Os dois ganham mais que qualquer outro membro da comunidade, mais que o prefeito. Mas protestam, querem mais, muito mais, e a greve é um bom motivo para não trabalhar.

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Em um post no Facebook, a vereadora Professora Josete (PT) atacou o aumento da tarifa do ônibus, de R$ 2,70 para R$ 2,85, decretado pelo prefeito Gustavo Fruet (PDT), seu aliado, e pediu para que o povo vá às ruas contra o “cartel que controla” o transporte coletivo. “Sem a pressão nas ruas, nas audiências públicas, nas casas legislativas, a situação não vai mudar e quem está lucrando agora vai continuar lucrando. Isso é inaceitável. O transporte público é um direito, não uma mercadoria”, disse.

Veja a seguir o post na íntegra.

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Do G1:

A jovem Laise Marmentini, de 22 anos, que mora em Maringá, no norte do Paraná, foi deportada ao Brasil após ficar 11 dias presa na China. Ela foi à Ásia, no final de julho deste ano, para realizar um intercâmbio e foi presa por não ter o visto apropriado para trabalhar no país. Ela foi deportada em 15 de setembro e chegou ao Brasil no dia seguinte. Neste domingo (28), já recuperada do susto, ela contou para o G1 como tudo ocorreu. “Eu só rezava e chorava”, lembrou.

Laise terminou o curso de Secretariado Executivo Trilíngue pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) no começo deste ano. Ela foi até a China pela Aiesec, empresa que organiza estágios para universitários em vários países. Em Pequim, ela dava aulas de inglês em uma escola e morava em uma casa alugada pela empresa de intercâmbios. “Em agosto, a imigração foi até o local e aplicou uma multa porque eu não tinha o visto adequado. A multa foi paga pelo dono da escola. Depois, eles retornaram no dia 4 e me disseram que estava detida por ser reincidente”, diz.