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Há duas semanas, o Gaeco encaminhou à Procuradoria Geral de Justiça trecho da delação do auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, no âmbito da Operação Publicano, que atribui ao ex-governador e senador da República Roberto Requião (PMDB) envolvimento em esquemas na Receita Estadual. Com informações da Gazeta do Povo.

Em depoimento, o auditor fiscal afirma que quem “quisesse resolver problema na Receita tinha que falar com o Heron Arzua”, que foi secretário da Fazenda no governo Requião, entre 2003 e 2010. “O escritório (de advocacia) dele que resolvia sobre qualquer coisa. Ele tinha um escritório, filho, filha ou parente dele”, declarou o Luiz Antônio. Segundo ele, Arzua e Requião seriam sócios nesse escritório.

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Para o presidente do PSDB do Paraná e da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano, as recentes denúncias divulgadas pela imprensa contra ele, o PSDB e o governo Beto Richa são armações políticas, feitas com base em declarações inconsequentes e irresponsáveis. “Estão fabricando escândalos”. afirmou.

Traiano frisou que todas as doações eleitorais recebidas por ele, pelo PSDB e pelo governador Beto Richa foram declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, conforme a lei. “Todo e qualquer recurso da nossa campanha eleitoral foi declarado. Nossas contas foram aprovadas. O que se ouve por aí é muita irresponsabilidade de quem fez essa acusação. Essa denúncia é inconsequente e mentirosa”, disse.

foto AN_gazeta do povo

Gazeta do Povo

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) está cumprindo 47 mandados de prisão em pelo menos em duas cidades do Paraná: Londrina e Curitiba. A operação deflagrada na manhã desta quinta-feira (3) é mais uma fase da Operação Publicano. Até as 10 horas, 40 pessoas tinham sido presas – 33 em Londrina e sete em Curitiba. Aqueles que foram detidos na capital serão levados para Londrina. Quarenta e quatro alvos da operação são auditores fiscais, 35 deles já envolvidos em investigações anteriores.

Os casos de corrupção na Receita Estadual de Londrina iniciaram em 2005, durante o governo de Roberto Requião (PMDB). As informações foram apuradas pelo Ministério Público, através de depoimentos de empresários. A quadrilha formada por auditores fiscais atuou durante anos. Recebia propinas para não multar as empresas ou reduzir os impostos. No entanto, somente agora o Gaeco tem estrutura policial para investigar e prender os auditores acusados, como acontece em mais uma operação nesta quinta (03).