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O MPF denunciou nesta terça-feira (24) o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró pelos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, apurados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. A operação investiga um esquema de corrupção bilionário de sobrepreço em obras da Petrobras e que envolveria ex-funcionários da estatal, executivos de empreiteiras e políticos. “Cerveró é acusado de utilizar o cargo de diretor na estatal para favorecer contratações de empreiteiras mediante o pagamento de propina”, disse o MPF em nota.

Os outros dois denunciados são Fernando Soares, que é apontado pelo MPF como operador financeiro do esquema, e Oscar Algorta, que seria responsável por lavar dinheiro ao adquirir com valores ilícitos uma cobertura de luxo para ocultar a real propriedade atribuída a Cerveró.

(Foto: Vagner Leal do Rosário)

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Da Banda B:

Uma quadrilha de agiotas colombianos foi presa em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, na tarde desta quinta-feira (20). Após semanas de investigações, policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) abordaram o grupo no ponto de encontro na Rua Rio Piquiri.

Eles agiam em Pinhais e também na capital. No local, houve a apreensão de aproximadamente R$ 5 mil em dinheiro, além de dezenas de documentos com o nome das vítimas e o valor das dívidas, o que comprovou o crime.

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Justiça expediu 22 mandados de prisão. Sete, dos 17 capturados até o momento, são policiais militares.

De Lucas Gabriel Marins e Antonio Senkovski, da Gazeta do Povo:

Uma operação coordenada pelo Comando de Operações Especiais (Cope) da Polícia Civil prendeu 17 pessoas nesta sexta-feira (7), na Grande Curitiba, suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em roubo de caixas eletrônicos.

Sete presos são policiais militares, e um deles é apontado como o comandante do grupo. Os policiais, de acordo com a investigação, inventavam ocorrências para desviar a atenção dos locais dos roubos a caixas eletrônicos, enquanto apoiavam os grupos criminosos. Em alguns casos, os próprios PMs realizavam as explosões. Os nomes dos policiais envolvidos e dos outros presos não foram divulgados.