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Renan Calheiros

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Em tempos de operações da Polícia Federal e do Ministério Público contra a corrupção, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), investigado pela Operação Lava-Jato, anunciou nesta quinta-feira que pretende colocar em votação um projeto que trata de punição para abuso de autoridade. Ele disse que o projeto é um pedido do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial do ministro Gilmar Mendes. Renan negou que a tentativa de aprovar o projeto tenha alguma relação com a Lava-Jato. Ele responde a 12 inquéritos no STF, sendo nove decorrentes da Lava-Jato. As informações são d’O Globo.

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O Globo

O senador Delcídio Amaral (PT-MS) citou pelo menos cinco colegas de Senado em sua delação premiada. Entre eles estão o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), e Aécio Neves (PSDB-MG), principal nome da oposição e candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014. A reportagem do GLOBO confirmou a informação junto a pessoas com acesso ao caso.

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Três anos após a Procuradoria-Geral da República ter oferecido denúncia contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o STF (Supremo Tribunal Federal) vai julgar se abre ação penal. Se a acusação for acolhida pelo plenário do Supremo, Renan passa a ser réu, respondendo pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. As informações são de Márcio Falcão na Folha de S. Paulo.

Relator do caso, o ministro Luiz Edson Fachin liberou para a pauta de julgamento o inquérito que apura se Renan usou dinheiro de empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. O escândalo, ocorrido em 2007, foi um dos fatores que levou Renan a renunciar à presidência do Senado na época.

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Folhapress

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedido de prorrogação de inquéritos que investigam a ligação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RJ), e mais sete congressistas com o esquema de corrupção da Petrobras.

Essa é a quarta extensão requisitada pela Procuradoria nesses casos, que começaram a ser apurados em março. Com isso, as apurações devem se estender até fevereiro.

Ao todo, Renan é alvo de cinco inquéritos que investigam sua suposta participação nos desvios da estatal. Cada um investiga um fato diferente. Há suspeita de que o peemedebista tenha sido beneficiado com pagamento de propina de contratos de navio-sonda e ainda recursos da Transpetro. O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE), apontado como intermediário de Renan no esquema, também é alvo no Supremo.

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Escândalos de corrupção envolvendo deputados e senadores não são propriamente novidade na crônica política brasileira. Do esquema que em 1993 ficou conhecido com máfia dos anões do Orçamento à Operação Lava Jato, passando pela violação do painel do Senado e o mensalão, o Legislativo brasileiro tem sido um campo fértil para a aparição de toda sorte de denúncias de práticas ilícitas que têm parlamentares como protagonistas. As informações são do Estadão.

Esta é a primeira vez, entretanto, que os presidentes do Senado e da Câmara, filiados ao mesmo partido, o PMDB, são investigados no mesmo caso. Tanto o senador Renan Calheiros (AL) quanto o deputado Eduardo Cunha (RJ) foram citados na Operação Lava Jato, que investiga entre outras coisas, a cobrança de propina por políticos para que empreiteiras tivessem acesso privilegiado a contratos da Petrobras.

Foto: Agência O Globo renan e cunha - foto o globo

d’O Globo:

Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apresentaram nesta segunda-feira o anteprojeto da Lei das Estatais, que dá mais transparência à gestão das estatais e bancos públicos. A principal inovação é que os presidentes de empresas como Petrobras, Caixa, Correios, BNDES e Banco do Brasil sejam aprovados pelo Senado. Com isso, o Senado ganha poder de aprovar a indicação destas grandes empresas, sejam elas de economia mista ou de empresa pública. Isso quer dizer que eles passarão por uma sabatina e depois pela votação, sendo que o voto é secreto.

Além disso, o projeto proíbe que ministros participem dos Conselhos de Administração. A maioria dos ministros da área econômica ganha os chamados jetons. “Não poderão integrar o Conselho de Administração agentes políticos vinculados à União, em especial Ministros de Estado e titulares de cargos até o terceiro escalão no âmbito dos respectivos ministérios”, diz o texto.

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A convite do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL),o govermador Beto Richa e governadores de todo país estarão em Brasília hoje, quarta-feira (20). Com apoio do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Renan pretende retomar o debate de temas da agenda federativa, entre eles a repactuação das obrigações orçamentárias dos entes federativos para segurança pública, educação, saúde e previdência.

Com base na aprovação do novo indexador das dívidas dos estados, aprovado no fim de abril pelo Senado, Renan tem defendido que o Congresso ofereça alternativas para que os estados consigam driblar a crise no país.

do Lauro Jardim:

Renan Calheiros estava com a corda toda numa reunião na presidência do Senado hoje de manhã.

Tendo como plateia alguns senadores, discutia o adiamento para a semana que vem a votação do projeto de renegociação das dívidas de estados e municípios e a ida de Joaquim Levy para uma reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado na terça-feira, quando explodiu:

– O país quebrou. Eles quebraram o país. É preciso que o governo apresente um plano econômico com começo, meio e fim. Um plano que faça cortes na máquina do governo e não um que aumente impostos. Agora, o Levy tem um fim de semana para elaborar esse plano e nos mostrar.