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dilma - divulgaçao

do Noblat:

A presidente Dilma Rousseff deu numa bandeja a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, a cabeça de Pepe Vargas (PT-RS), ministro das Relações Institucionais e encarregado da coordenação política do governo.

A mando da própria Dilma, Pepe havia se empenhado em derrotar Eduardo quando em fevereiro último ele se candidatou a presidente da Câmara. Eduardo o pôs de castigo desde então.

Bateu em Pepe repetidas vezes. E anunciou que jamais o receberia para conversar. Prometeu e cumpriu. Como Pepe ou qualquer outro poderia se manter no cargo nessas condições?

do Painel, Folha de S. Paulo:

Ao tentar agradar ao PMDB da Câmara e do Senado na mudança ministerial, Dilma Rousseff pode ficar sem nenhuma das alas do partido. Ela sustou a ida de Henrique Eduardo Alves para o Turismo, que havia sido confirmada aos deputados, para não melindrar Renan Calheiros. Agora, ensaia nomear o ex-presidente da Câmara para a Aviação Civil, caso Eliseu Padilha assuma a coordenação política. Os deputados reagem: a conta de 4 pastas para o Senado e 2 para a Câmara não fecha.

renan_geraldomagela_agenciasenado1 Do UOL:

Sete anos após renunciar à presidência do Senado para escapar da cassação, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), volta a enfrentar problemas na Justiça com a denúncia de que teve despesas pessoais pagas pelo lobista de uma empreiteira em troca de emendas ao orçamento. O Ministério Público Federal em Brasília denunciou o senador por improbidade administrativa na 14ª Vara Federal do DF no último dia 2. Na ação, os procuradores acusam Renan de se enriquecer ilicitamente, de ter evolução patrimonial incompatível com o cargo e de forjar documentos para comprovar que tinha dinheiro para bancar despesas pagas, segundo a denúncia, pela Mendes Júnior.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, que teve acesso com exclusividade à ação que pede à Justiça que Renan, a Mendes Júnior e o lobista Cláudio Gontijo sejam tratados a partir de agora como réus. A Procuradoria da República também recomenda a perda do mandato do senador em caso de condenação.