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Josias de Souza

Logo que explodiu a Lava Jato, o PT criou para si um Brasil alternativo. Um país fictício em que nada acontecera. Escaldados com o fracasso do discurso de que o mensalão não passara de caixa dois, dirigentes do partido e Lula propuseram e aceitaram a tese de que as propinas do petrolão eram doações legais, que o partido não tinha nada a explicar e que o assunto estava encerrado. Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, ameaça implodir essa ficção.

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O ministro Teori Zavascki, do STF, negou habeas corpus ao ex­-diretor da Petrobrás Renato Duque, em prisão preventiva desde março por participação no esquema de corrupção envolvendo a Petrobrás deflagrado pela Operação Lava Jato.

Duque foi preso no final do ano passado, liberado em dezembro após decisão do STF, mas novamente levado para prisão preventiva em 16 de março deste ano, após o juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato no Paraná, apresentar novos fundamentos para a reclusão.

Após a nova prisão preventiva, o ex­-diretor já teve o pedido de habeas corpus negado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e também rejeitado em medida liminar pelo STJ. O mérito do habeas corpus ainda não foi julgado pelo STJ.

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O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e o executivo Augusto Mendonça foram denunciados pelo MPF nesta segunda-feira (27) pela lavagem de R$ 2,4 milhões. Os procuradores identificaram 24 operações de lavagem de dinheiro entre abril de 2010 e dezembro de 2013. O juiz federal Sérgio Moro deve acatar a ação.

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Presos deixam Carceragem da PF e vão para ala especial em São José dos Pinhais

de Renato Onofre e Germano Oliveira, O Globo:

O juiz Sérgio Moro (foto), da 13ª Vara Federal do Paraná, determinou nesta segunda-feira a transferência de 12 presos da Operação Lava-Jato da Carceragem da Polícia Federal em Curitiba para o Complexo Médico Penal do Estado, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O juiz só manteve na carceragem da PF o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, que passa por cuidados psicológicos, e o empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, a pedido do Ministério Público Federal. Pessoa é tido como o chefe do Clube das Empreiteiras que manipulavam as concorrências na Petrobras, enquanto que Cerveró é acusado de receber propinas na aquisição de navios-sonda no exterior.

Ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, deixou a carceragem da PF em Curitiba

O juiz federal Sérgio Moro acatou o pedido da CPI da Petrobras para ouvir o ex-diretor da estatal Renato Duque na sede da Polícia Federal em Brasília. Moro determinou a apresentação de Renato Duque na quinta-feira, 19, às 9h30. “De forma desnecessária e redundante, consigno, não obstante, que a Renato Duque devem ser garantidos os direitos inerentes à condição de acusado/investigado, inclusive direito ao silêncio e à assistência pelo defensor constituído”, disse o juiz.

Duque foi preso na última segunda-feira porque movimentou dinheiro em contas no exterior. Ele transferiu 20 milhões de euros da Suíça para Mônaco, em uma possível tentativa de esconder o dinheiro dos investigadores da operação Lava jato.

Foto: Geraldo Bubniak

duque  - o globo

Voltou a ser preso na manhã desta segunda-feira, 16, o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, operador do PT no desvio de recursos da estatal. O MPF descobriu mais uma conta de Duque com R$ 70 milhões depositados em Mônaco. A prisão faz parte da Operação Lava-Jato que cumpre 18 mandados. A ação conta com 40 policiais no Rio e São Paulo. Também serão cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão. Com informações d’O Globo.

do Painel, Folha de S. Paulo:

O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco admitiu em depoimento na Operação Lava Jato que ele e o ex-diretor Renato Duque receberam propina “em mais de sessenta contratos” da estatal de 2005 a 2010. Barusco, que afirmou ter recebido indevidamente US$ 97 milhões, declarou que Duque tinha participação ainda maior na divisão do dinheiro desviado. O ex-gerente disse ainda que também houve pagamentos a Jorge Luiz Zelada, diretor da área internacional da Petrobras até 2012.

Imagem: Reprodução/ G1
reprodução - g1

Do G1:

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque deixou a carceragem da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, às 12h40, desta quarta-feira (3). Ele estava preso desde novembro, quando policiais federais cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão, da sétima fase da Operação Lava Jato, que investiga, entre outras coisas, formação de cartel para licitações, pagamento de propina e desvios milionários da Petrobras. Ele saiu acompanhado pelos advogados e não falou com a imprensa. A revogação da prisão foi concedida na terça-feira (2) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki.