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O presidente interino, Michel Temer, aconselhou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a renunciar ao cargo de comando na Casa na última conversa que eles tiveram, no domingo. Cunha sempre disse que não renunciaria, mas nessa conversa mostrou muito mais insegurança. O deputado confidenciou que teme que sua mulher, Cláudia Cruz, e sua filha, Danielle, investigadas na Lava-Jato pelo juiz Sérgio Moro, sejam presas, se ele perder o cargo. Por isso, tenta uma última cartada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para anular a decisão do Conselho de Ética que aprovou a cassação de seu mandato. As informações são d’O Globo.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou nesta sexta-feira que deixará o cargo após o referendo popular decidir que o Reino Unido deve sair da União Europeia (UE). O premier afirmou que o país precisa de um novo líder para comandar as negociações de saída do bloco. A escolha do novo líder britânico só deve acontecer em outubro, quando o Partido Conservador vai se reunir para apontar um novo comandante. Estimando uma “década de incertezas” para a economia, o governo britânico acredita que o processo para negociar a saída da UE, os futuros acordos com o bloco e os acordos comerciais com países fora da UE deverá ser concluído no fim de 2019.

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O Globo

Pressionada pela oposição e às vésperas de um protesto contra o seu governo, a presidente Dilma Rousseff decidiu falar com a imprensa em entrevista coletiva nesta sexta-feira, no Palácio do Planalto. A exemplo do que falou mais cedo a reitores de universidades federais, a presidente afirmou que não há elementos para seu impeachment e voltou a dizer que não irá renunciar ao cargo.

Dilma disse que nunca lhe passou pela cabeça renunciar e que esse gesto seria uma “ofensa” à sua trajetória de vida. A presidente criticou a oposição e disse que faltam argumentos aos que pedem sua renúncia. A petista declarou também que teria o “maior orgulho” em ter o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu governo como ministro e criticou o pedido de prisão preventiva do MP a Lula nesta quinta-feira, afirmando que o pedido “passou de todos os limites”. Ela pediu serenidade nas manifestações de domingo.

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Painel, Folha de S. Paulo

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, defende uma forma “não traumática” para o país superar a crise: a “renúncia coletiva” da presidente Dilma Rousseff, do seu vice Michel Temer e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. “Falo isso como cidadão e em uma perspectiva utópica, já que seria algo impensável para os atuais detentores dos poderes”, diz ele. Para o ministro, “o mal maior, a crise econômica,” está sendo deixado “em segundo plano” por “interesses políticos”.

do Claudio Humberto, Diário do Poder:

Apesar de ter declarado que “suporta a pressão”, a presidente Dilma já teria preparado uma carta-renúncia. Fontes do Palácio do Planalto garantem que a redação da carta não foi um ato solitário, como é comum nesses casos: Dilma teria contado com a ajuda de dois dos seus ministros mais próximos, Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça), apesar de ambos serem contrários à ideia.

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Enrolada no Petrolão, a investigação sobre a senadora Gleisi Hoffmann (PT) no STF faz bem ao PMDB do Paraná. A petista pode renunciar ou, na pior das hipóteses, ter seu mandato cassado. O processo deve se arrastar por meses, mas os suplentes da senadora também aguardam apreensivos. Na ordem, são o deputado federal Sérgio Souza (PMDB) e o diretor de Pesca da Itaipu Binacional, Pedro Tonelli. Em caso de renúncia ou cassação, resta a Sérgio Souza renunciar o mandato na Câmara e assumir a vaga de Gleisi no Senado. Nesse caso, o suplente Rodrigo Rocha Loures, assessor direto do vice-presidente reeleito, Michel Temer, assume o mandato na Câmara dos Deputados.

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As imagens de João Vaccari Neto, todo poderoso tesoureiro do PT, sendo conduzido para depor pela Polícia Federal, provocou uma onda de pânico no Partido dos Trabalhadores. A leitura é que a operação Lava Jato não vai se deter apenas no núcleo empresarial do Petrolão e que a vez dos políticos chegou. Uma das hipóteses analisadas pelos advogados dos políticos denunciados por envolvimento no esquema investigado pela operação Lava Jato é a renúncia ao mandato.

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
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do G1:

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, e outros cinco diretores da petroleira renunciaram ao cargo, segundo comunicado da estatal nesta quarta-feira (4). A empresa não confirmou os nomes dos executivos que deixam a diretoria, composta por sete pessoas.

Os novos ocupantes dos cargos na diretoria serão eleitos em reunião do Conselho de Administração que será realizada na sexta-feira (6), informou a empresa.

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Do Globo:

Documento oficial da Petrobras põe em xeque o discurso adotado pela presidente Dilma Rousseff, nos últimos dias, sobre as circunstâncias em que o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa deixou o cargo. Ao declarar que combate os malfeitos, Dilma sustenta que demitiu Costa em 2012. Ata da reunião que escolheu o sucessor de Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento traz, no entanto, uma versão diferente. No documento, os representantes do governo no Conselho de Administração da Petrobras não só registram que foi o diretor quem renunciou ao cargo como ainda fazem questão de elogiar a atuação de Costa na cúpula da estatal.

A ata resume a reunião do Conselho de Administração do dia 2 de maio de 2012, presidida pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Registrado na Junta Comercial do Rio no dia 16 do mesmo mês e publicado no Diário Oficial do estado no dia 28, o documento diz que todo o conselho concordou em registrar em ata elogios ao desempenho do mesmo diretor que, agora, a presidente diz ter demitido.