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Denunciado na Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o deputado Vander Loubet (PT-MS) foi alvo de um protesto em Campo Grande, onde reside. Ele estava sentado à mesa de um café quando foi reconhecido por um grupo que passava pelo local. Em protesto, eles dançaram quadrilha em volta da mesa do político. O vídeo foi divulgado nesta terça-feira (9) pelo site O Antagonista. As informações são da Folha de Londrina.

Os manifestantes cantavam a tradicional música “Pula a Fogueira” e faziam menções a Lula, Dilma e à Polícia Federal. Loubet permaneceu imóvel e calado em sua cadeira. O petista é acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de recebimento de propinas que somaram R$ 1,028 milhão em esquema de corrupção instalado na BR Distribuidora.

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Calma, gente. O juiz Sérgio Moro não faz campanha contra o álcool. Nem tem nada contra quem gosta de vinho. Acontece que a Operação Lava Jato passou a rondar os membros do famoso Clube do Vinho, que se reunia no Restaurante Madero de Curitiba para degustar botellas que custam acima dos 4 mil reais, dos vinhos mais simples. Membros do “board directors” do clube: Angelo Vanhoni (PT), o advogado Guilherme “Pixuleco” Gonçalves, o empresário Edmilson Rossi, o diretor dos Correios Areovaldo Figueiredo, o advogados Luiz Fernando Delazari, o ex-ministro Paulo Bernardo, Zeno Minuzo, o advogado Luiz Carlos Rocha, o ex-prefeito de SJP Ivan Rodrigues, O empresário de telecomunicações mui amigo de Paulo Bernardo, Ademar Monteiro, empresários da área de telecomunicações, entre outros convidados apreciadores de vinho. Por razões que só o juiz Sergio Moro pode explicar, essa turma não quer mais se encontrar em público.

Já estavam na lista de faltosos o ex-deputado André Vargas e o publicitário Ricardo Hoffmann, recolhidos à cadeia da Polícia Federal

da Mônica Bergamo:

Poucas semanas antes de o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega ser hostilizado no restaurante Aguzzo, em Pinheiros, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi ovacionado no mesmo lugar. Clientes aplaudiram de pé o tucano e chegaram a formar fila para “selfies” com ele, chamado por alguns de “meu presidente”. Mantega foi provocado no local no sábado (23) após jantar com a mulher.

A Prefeitura de Curitiba aumentou o preço cobrado pela refeição no Restaurante Popular. O valor, que antes era de R$1,00, passou a ser de R$2,00 desde ontem, dia 5 (veja, aqui, a matéria da Gazeta do Povo sobre o caso).

Rafael Greca, idealizador do projeto e possível candidato do PMDB à Prefeitura de Curitiba em 2016, publicou nas redes sociais uma “Nota de Falecimento” onde, entre outras coisas, fala que o projeto, criado em 1993, foi vítima de incapacidade administrativa.

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do Cícero Cattani

Está no Face: – “Hoje, meus amigos, tive a certeza mais do que absoluta, da hipocrisia que cerca a política desse país. Um simples fato, mas tão esclarecedor. “Gleise Hoffman (sic) furou nossa fila do restaurante.” Éramos o segundo carro a entrar no estacionamento, rumo a um almocinho tranquilo e cronometrado pois assino folha ponto no meu trabalho, fomos à Saint German do Mossunguê, eis que seguranças particulares da referida senhora, interrompem a entrada de carros e uma Duster adesivada, entra pela saída e estaciona na única vaga livre do estacionamento, tentei argumentar, mas o nada polido segurança só me olhou e virou as costas. Resultado, meu carro trancado entre os carros da frente e o de trás por mais de 15 minutos até surgirem duas novas vagas. Teria desistido se meus pais não estivessem me esperando dentro da panificadora/ restaurante.