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Do G1:

O ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso em regime domiciliar no Rio, afirmou na quarta-feira (8), em depoimento à Justiça Federal do Paraná, que parte da propina cobrada de fornecedores da estatal era direcionada para atender a PT, PMDB e PP.

O G1 obteve o áudio no qual Costa diz ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo processo da Lava Jato na primeira instância, que as diretorias comandadas pelos três partidos recolhiam propinas de 3% de todos os contratos. O ex-dirigente explicou como funcionava a divisão da propina entre as legendas partidárias.

Confira o áudio aqui.

palo roberto costa veja

Do Globo:

Documento oficial da Petrobras põe em xeque o discurso adotado pela presidente Dilma Rousseff, nos últimos dias, sobre as circunstâncias em que o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa deixou o cargo. Ao declarar que combate os malfeitos, Dilma sustenta que demitiu Costa em 2012. Ata da reunião que escolheu o sucessor de Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento traz, no entanto, uma versão diferente. No documento, os representantes do governo no Conselho de Administração da Petrobras não só registram que foi o diretor quem renunciou ao cargo como ainda fazem questão de elogiar a atuação de Costa na cúpula da estatal.

A ata resume a reunião do Conselho de Administração do dia 2 de maio de 2012, presidida pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Registrado na Junta Comercial do Rio no dia 16 do mesmo mês e publicado no Diário Oficial do estado no dia 28, o documento diz que todo o conselho concordou em registrar em ata elogios ao desempenho do mesmo diretor que, agora, a presidente diz ter demitido.

paulo roberto costa delaçao

De Brasil 247:

A delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras preso no âmbito da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, não termina na entrega de fatos, nomes e valores do esquema de corrupção que envolvia empresários, políticos e contratos da petroleira.

Em troca do arquivamento de novos fatos que surgirem contra ele, prisão domiciliar por um ano e ainda parte da pena a qual for condenado cumprida em regime semiaberto, Paulo Roberto Costa terá de entregar uma série de bens que reconhecem serem “produto ou proveito de atividade criminosa ou seu equivalente em termos de valor”, a começar por uma multa de US$ 5 milhões como forma de indenizar o estado.

PAULO ROBERTO COSTA/CPMI

Do Estadão:

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, alvo maior da Operação Lava Jato, ganhou nesta tarde, 30, o benefício da prisão domiciliar por ordem judicial. Escoltado por agentes da Polícia Federal, ele será transferido para sua residência, no bairro de Ipanema, Rio, onde deverá permanecer no mínimo por um ano, sob rigorosa vigilância. Ele vai usar tornozeleira eletrônica.

A prisão domiciliar do executivo faz parte do acordo de delação premiada que ele firmou com o Ministério Público Federal e foi homologado nesta terça-feira, 30, pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal. Entretanto, ele só deve deixar a PF e ir para prisão domiciliar amanhã.

doleiro corrupção

Na primeira conversa que teve com investigadores da Operação Lava-Jato depois de fazer acordo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef abriu o jogo e confessou ter feito caixa dois, movimentação não declarada de dinheiro, para o PP. Numa demonstração de que está mesmo disposto a colaborar com a Justiça, Youssef citou nomes já delatados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e fez referências a outros políticos que não teriam sido mencionados até o momento no escândalo da Operação Lava-Jato, segundo revelou ao jornal “O Globo” um dos investigadores.

De Reinaldo Azevedo, Veja:

Pois é… Reportagem da Folha deste sábado informa que Paulo Roberto Costa envolveu mais duas diretorias no esquema corrupto que vigorava na empresa: a Internacional, que era comandada pelo notório Nestor Cerveró, e a de Serviços e Engenharia, cujo titular era o petista Renato Duque. O PT está preocupado com os cadáveres que podem sair do armário. Faltam duas semanas para o primeiro turno das eleições, mas o segundo ainda está longe, só no dia 26 de outubro. Entre as irregularidades que atingem as duas diretorias, estão a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. Segundo o Jornal Nacional, Costa admitiu ter recebido R$ 1,5 milhão de propina só nessa operação.

Duque, note-se, já aparece citado em outro inquérito da Polícia Federal para apurar irregularidades nos negócios da Petrobras. A polícia investiga sua relação com outros funcionários da estatal suspeitos de evasão de divisas.

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O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse a investigadores da Operação Lava Jato que houve pagamento de propina na compra da refinaria de Pasadena (nos EUA) pela estatal. A informação foi divulgada ontem pelo Jornal Nacional, da Rede Globo. Segundo a reportagem, Costa teria admitido que ele mesmo recebeu R$ 1,5 milhão de propina pela compra da refinaria. O processo de aquisição da refinaria é investigado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo Ministério Público Federal. Segundo o TCU, a aquisição de Pasadena causou um prejuízo de US$ 792 milhões à Petrobras. As informações são do jornal O Globo.

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Embora a simulação do primeiro turno indique vitória de Beto Richa (PSDB) já no dia 5 de outubro, o Datafolha também fez uma projeção de como seria o segundo turno da disputa pelo governo do Paraná. Na simulação, Beto aparece com 51% contra 36% de Roberto Requião (PMDB). Brancos e nulos somaram 7%, aqueles que não sabem ou não responderam, 6%.

A pesquisa, encomendada pela RPC TV e pelo jornal Folha de S. Paulo, foi realizada entre os dias 17 e 18 de setembro. Foram entrevistados 1.256 eleitores em 46 municípios do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PR-00035/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00665/2014.

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De Priscilla Mendes e Filipe Matoso, G1:

Durante quase três horas de depoimento à CPI mista da Petrobras, o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa repetiu 18 vezes “nada a declarar” (ou frases equivalentes) e se recusou a responder a todos os questionamentos formulados pelos parlamentares da comissão. Por ordem da Justiça, ele foi trazido por policiais federais de Curitiba, onde está preso, para atender à convocação da CPI.

Costa firmou com o Ministério Público do Paraná e com a Justiça Federal um acordo de delação premiada pelo qual teria apontado deputados, senadores, governadores e um ministro como beneficiários de um esquema de pagamento de propina com dinheiro de contratos da Petrobras. Ele foi preso em março durante a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Se confirmadas as informações que der a policiais e procuradores com base na delação premiada, o ex-diretor poderá ter a pena reduzida.