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Rocha Loures

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Levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas, entre os dias 4 e 8 de julho deste 2015, revela que Rodrigo Rocha Loures lidera a disputa pela prefeitura de São José dos Pinhais em 2016. Nos dois cenários projetados, Loures aparece à frente. Além de verificar a situação para as eleições do ano que vem, o Instituto também conferiu a aprovação das administrações federal, estadual e municipal.

Confira, a seguir, a pesquisa completa.

rocha loures - temer

Toda entrevista de Michel Temer, ele se posta estrategicamente atrás ou ao lado, no foco das câmeras, e já é conhecido como o mais famoso papagaio de pirata do vice-presidente. Agora, Lauro Jardim, na Veja, o descreve como o 39º “ministro” do governo Dilma Rousseff (PT).

“O ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB/PR) não é ministro de Dilma, mas ocupa uma sala de ministro e tem sido chamado assim por vários interlocutores que o visitam no gabinete em que Michel Temer o instalou no Palácio do Planalto. Nada menos do que o gabinete que os ex-ministros das Relações Institucionais (Ricardo Berzoini, Ideli Salvatti e etc.) já ocuparam. Loures, que não se elegeu em outubro passado, é uma espécie de número dois de Temer na articulação política” – diz a nota de Lauro Jardim.

rocha loures - gleisi

Enrolada no Petrolão, a investigação sobre a senadora Gleisi Hoffmann (PT) no STF faz bem ao PMDB do Paraná. A petista pode renunciar ou, na pior das hipóteses, ter seu mandato cassado. O processo deve se arrastar por meses, mas os suplentes da senadora também aguardam apreensivos. Na ordem, são o deputado federal Sérgio Souza (PMDB) e o diretor de Pesca da Itaipu Binacional, Pedro Tonelli. Em caso de renúncia ou cassação, resta a Sérgio Souza renunciar o mandato na Câmara e assumir a vaga de Gleisi no Senado. Nesse caso, o suplente Rodrigo Rocha Loures, assessor direto do vice-presidente reeleito, Michel Temer, assume o mandato na Câmara dos Deputados.

gleisi - rocha loures

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, deve apresentar antes do carnaval as denúncias contra os políticos envolvidos no Petrolão e o nome da senadora Gleisi Hoffmann (PT) figura nas listas de Alberto Youssef e de Paulo Roberto Costa, os delatores do esquema. E enquanto o cerco se fecha para Gleisi, o PMDB do Paraná se assanha.

As hipóteses de renúncia ou cassação do mandato da petista colocam, na ordem, os suplentes Sérgio Souza (PMDB), deputado federal eleito, e o petista Pedro Tonelli. Nas duas hipóteses, Souza renunciaria o mandato e assumiria a vaga de Gleisi no Senado. Nesse caso, assumiria a vaga de Souza na Câmara dos Deputados o suplente Rodrigo Rocha Loures, que fez 58.493 votos em 5 de outubro. Rocha Loures é muito ligado e assessor direto do vice-presidente reeleito, Michel Temer, presidente nacional do PMDB.

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Em reunião com a sua turma, o ex-governador Orlando Pessuti falou da sua convicção de que no julgamento marcado para a próxima semana, o recurso contra o “golpe requianista”, terá provimento e os legítimos dirigentes do PMDB do Paraná serão reempossados na Comissão Executiva Estadual.

Durante o processo eleitoral o candidato derrotado Roberto Requião, numa reunião de quermesse destituiu, ‘sic’, o presidente Osmar Serraglio, o secretário geral Orlando Pessuti e ainda os membros da Executiva Estadual Alexandre Curi, Stephanes Junior e Doático Santos.

Em processo que será julgado nesta terça-feira (02), às 13:30h, pela 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, o grupo liderado por Serraglio e Pessuti, espera decisão favorável para retomar imediatamente a direção peemedebista no estado.

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Parlamentares do PMDB convocaram para a próxima segunda-feira, 1º de dezembro, uma reunião extraordinária da Comissão Executiva Estadual para reverter a ‘demissão em bloco’, arbitrária e sem justa causa dos funcionários do partido do estado.

Sem qualquer motivo plausível, o presidente do partido, Rodrigo da Rocha Loures, demitiu todos os funcionários do PMDB-PR, muitos com mais de 10 de serviços prestados. Loures foi candidato a deputado nas últimas eleições mas não se elegeu. Ele foi levado à presidência do partido em uma invasão da sede peemedebista pelo grupo de Requião, em setembro.

rocha loures - pmdb

As ameaças de demissão coletiva de funcionários do Diretório do PMDB do Paraná foram concretizadas nesta semana. Passado o período eleitoral, o atual presidente do partido, Rodrigo Rocha Loures, que não conseguiu se eleger deputado, resolveu dar um presente de Natal aos cinco funcionários. A demissão sem justa causa foi motivada pelas divergências políticas internas.

Em agosto, o grupo do então candidato ao governo, Roberto Requião, invadiu a sede do partido e destitui parte da executiva, comandada pelo deputado federal Osmar Serraglio (presidente) e Orlando Pessuti (secretário), nomeando Rocha Loures e Sérgio Ricci para os respectivos cargos.

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Rocha Loures, candidato a deputado federal pelo PMDB, fez votação pífia e não se elegeu. Apesar de todo o esforço e recursos extraordinários que lhe permitiram até mesmo algumas alianças heterodoxas, como a que fez com Ratinho Jr e Ratinho pai, dupla de generais da campanha de Beto Richa.

Enquanto isso, Osmar Serraglio se reelegia deputado federal com cerca de 120 mil votos, mesmo com os boicotes da turma de Rocha Loures ao serviço de Requião. Serraglio foi deposto por Requião e Rocha Loures num golpes de mão, fracassaram em todas as frentes, não estaria na hora de devolver a direção do partido aos vencedores? É a pergunta que não quer calar nos arraiais do PMDB.