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Antonio Pita, O Estado de S. Paulo

O fundo de pensão dos trabalhadores da Petrobrás, a Petros, registrou em 2015 um déficit acumulado em R$ 23,1 bilhões em três planos de previdência. Os resultados foram apresentados nesta quinta-feira, 23, aos conselheiros do fundo. Este é o terceiro ano consecutivo de perdas na Petros, o que exigirá um aporte adicional de R$ 8 bilhões da Petrobrás para equacionar o rombo de um dos planos em até 18 anos. Também os pensionistas e participantes da ativa deverão fazer novas contribuições já a partir do próximo ano.

O Congresso Nacional pode autorizar o governo federal a fazer um déficit primário (resultado de gastos maiores que as receitas, sem contar o pagamento dos juros da dívida) de até R$ 117,9 bilhões este ano, o equivalente a 2,05% do PIB. O número foi apresentado ontem pelo deputado Hugo Leal (Pros­-RJ), relator do projeto de lei que altera, mais uma vez, a meta fiscal deste ano. As informações são do Estadão.

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O corte de 25,98% nos contracheques, definido num primeiro momento, será reavaliado a cada ano a partir do retorno dos investimentos e da expectativa de vida dos participantes.

Uma grande batalha foi travada na Justiça por funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) para tentar evitar que os participantes do Postalis, fundo de pensão da estatal, tenham redução de um quarto nos seus salários a partir de abril de 2015 pelo período de 15 anos e meio. A conta é resultado de um déficit atuarial de R$ 5,6 bilhões no Postalis, controlado pelo PT e PMDB, provocado por investimentos suspeitos, pouco rentáveis ou que não tiveram ainda rendimento repassado ao fundo. Também sob influência dos dois partidos políticos, o Funcef, dos empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), e a Petros, da Petrobrás, contabilizam prejuízos bilionários. As informações são do Estadão.

Foto: Cleber Junior / Agência O Globo caixa-1 - cleber junior - o globo

d’O Globo:

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, a Operação Dolos, para desarticular um esquema de fraudes em cem contratos de financiamentos de imóveis na Caixa Econômica Federal. O prejuízo estimado é de R$ 102 milhões e a organização criminosa atuaria em três agências no Rio (Pio X, no Centro; Riachuelo, no Bairro de Fátima, e Lote XV, em Duque de Caxias), além de ligações com São Paulo e Minas Gerais.

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do Rogério Galindo, Gazeta do Povo:

O senador Roberto Requião (PMDB) andou reclamando em público do Blog Caixa Zero por ter afirmado que já no governo dele foram se acumulando dívidas do Executivo com o ParanáPrevidência. A afirmação estava em um post que criticava a decisão de Beto Richa (PSDB) de desmontar a poupança que vinha sendo feita pelo estado para reduzir, no futuro, a pressão do pagamento dos aposentados sobre o caixa do estado (leia aqui a análise).

Da Folha de S.Paulo:

O governo Dilma Rousseff gastou além de sua arrecadação pelo quinto mês consecutivo, e o Tesouro Nacional agora acumula até setembro um deficit inédito em duas décadas.

No mês passado, as despesas com pessoal, programas sociais, investimentos e custeio superaram as receitas em R$ 20,4 bilhões, o maior valor em vermelho já contabilizado em um mês. Com isso, o resultado do ano passou de um saldo fraco para um rombo de R$ 15,7 bilhões.

Em outras palavras, o governo federal teve, de janeiro a setembro, deficit primário, ou seja, precisou se endividar para fazer os pagamentos rotineiros e as obras de infraestrutura.