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O Globo

RIO – Sentindo-se abandonado, principalmente pelo ex-presidente Lula e pelo PT, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) classificou de “covardia atroz”, segundo pessoas próximas, a nota divulgada pelo presidente de seu partido, Rui Falcão, negando-lhe solidariedade.

Pessoas que visitaram o senador na Polícia Federal em Brasília, onde está preso, afirmaram que ele está “muito aborrecido” com Lula, devido aos relatos de que o ex-presidente considerou “coisa de imbecil” e “grande burrada” suas movimentações para tentar obstruir as investigações da Lava-Jato. O Instituto Lula negou que o ex-presidente tenha feito tais comentários.

— Deixe estar, os dias se sucedem — afirmou um interlocutor de Delcídio.

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de Josias de Souza:

Escolhido para substituir João Vaccari Neto na tesouraria do PT, o ex-deputado sergipano Márcio Macedo reúne-se nesta segunda-feira com o presidente da legenda, Rui Falcão, em São Paulo. Vai tomar pé da situação financeira da legenda. Que não é nada boa.

Com um segundo tesoureiro preso em menos de dois anos, o PT anunciou na semana passada sua decisão de não mais receber doações de empresas. Esqueceu de informar como pretende fazer para pagar as dívidas que acumulou nas eleições de 2014. As campanhas para os governos estaduais deixaram um buraco de cerca de R$ 75 milhões. Não é coisa que se possa pagar com bravatas.

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de Josias de Souza:

O PT protocolou duas interpelações judiciais contra o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que acusou a legenda, em delação premida, de receber propinas na Petrobras. Coisa de até US$ 200 milhões, dos quais US$ 50 milhões repassados diretamente ao tesoureiro petista João Vaccari Neto. Uma das petições foi ajuizada na Justiça Cívil. Outra, na Justiça Criminal. Ambas no Rio de Janeiro.

As ações haviam sido anunciadas pelo presidente do PT, Rui Falcão, há 12 dias. Curiosamente, o PT se absteve de encomendar aos seus advogados ações judiciais contra outros delatores que acusaram a legenda de receber propinas provenientes de contratos na Petrobras. Entre eles o ex-diretor Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef.