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Em entrevista à revista Veja, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, afirmou que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi informada das irregularidades que ocorriam na Petrobras. Ele conta que advertiu pessoalmente a ex-ministra da Casa Civil da presidente Dilma Rousseff.

Nardes informou ter feito, somente nos dois anos, cerca de 50 reuniões na Casa Civil para discutir os problemas detectados nas obras da estatal. O presidente do TCU disse ainda que contou à Gleisi que auditores do órgão constataram indícios graves de superfaturamento e combinação de preços.

“Nós comentamos o assunto em várias reuniões com a Casa Civil. Temos feito muitas reuniões, especialmente na parte de regulação, e demonstramos nossa preocupação. Não sei dizer por que nada foi feito. Mas foi comunicado.”

TC e gleisi

O presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), ministro Augusto Nardes, disse nesta terça-feira (11) que alertou a senadora Gleisi Hoffmann (PT), na época em que ocupava a chefia da Casa Civil do governo Dilma Rousseff (PT), sobre os desvios praticados na Petrobras. Segundo Nardes, as apurações de irregularidades na estatal são “o maior escândalo da história do TCU”. Ele adiantou que os desvios apurados pelo órgão já passam do R$ 3 bilhões em diversos contratos assinados pela petrolífera para a aquisição de empresas, bens ou a construção de novas unidades. As informações são da Folhapress.

Foto: Fábio Rossi – Agência O Globo
Cosenza

Do Globo:

O diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, sucessor de Paulo Roberto Costa no cargo, disse na tarde desta quarta-feira em depoimento à CPI mista da Petrobras que “nunca ouviu falar” de desvios de recursos ou formação de cartel para a realização de obras para a companhia. Cosenza destacou que a empresa realiza apurações internas e acompanha as investigações sobre o tema.

O relator da comissão, Marco Maia (PT-RS), utilizou declarações de Costa em depoimento a Justiça para questionar o sucessor sobre eventual propina de 3% nos contratos, repasses a partidos políticos e formação de cartel das grandes empreiteiras fornecedoras da Petrobras. Para todas elas, a resposta foi semelhante.

— Nunca ouvi falar — repetiu.