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richa e alckmin1

Os governadores Beto Richa (PSDB-PR) e Geraldo Alckmin (PSDB-SP) se encontraram nesta quarta-feira (25), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Richa e Alckmin conversaram sobre a situação econômica do País, a queda na arrecadação nos estados e a urgência por medidas de ajuste. O consenso: sem corte de gastos e ajuste fiscal, os recursos dos estados ficarão comprometidos apenas com a folha de pagamento do funcionalismo e não será possível retomar investimentos.

nathan - atletico - seleção

Informa o UOL que o São Paulo está de olho em Nathan, que atualmente protagoniza uma briga judicial com o Atlético-Pr, com quem tem contrato até final deste março. A última audiência está marcada para o próximo dia 26. Se a sentença for favorável a Nathan, o jogador estará livre a partir de 01 de abril para negociar com outras equipes. Se o juiz validar uma cláusula do contrato, já assinado, que estende o vínculo do jogador com o clube paranaense por mais 2 anos, Nathan será do Atlético até 2017.

Constrangimento total. A presidente Dilma Rousseff (PT) até tentou abreviar a visita, mas foi recebida com vaias e gritos de “fora Dilma” e “fora PT” no Salão Internacional da Construção em São Paulo. A equipe da presidente chegou a modificar o trajeto da petista na tentativa de afastá-la dos expositores e trabalhadores que estavam no local.No entanto, não conseguiram. Enquanto passeava pelos estandes, Dilma era hostilizada. Em meio às vaias, as pessoas gritavam “PT ladrão!” e “Eu não voto no PT”.

Quando a presidente chegou, apenas trabalhadores e expositores estavam no local, que ainda não havia sido aberto para visitação. Do lado de fora, ouvindo as vaias, visitantes também xingavam a presidente com insultos, como “vagabunda”. Diante da recepção, a presidente fez uma visita de menos de cinco minutos e deixou o local em direção à cerimônia de abertura do evento, quando deve discursar a um público limitado a convidados.

sp - protesto

Definitivamente as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff (PT) programadas para o próximo domingo (15) passaram a preocupar as autoridades de todo o país. A pedido de Alexandre Moraes, Secretário de Segurança de São Paulo, a Federação Paulista de Futebol alterou o horário do jogo entre Palmeiras e XV de Piracicaba. A partida, que acontecerá na Arena Palmeiras, estava marcada para 16h mas foi adiantada para as 11h por medidas de segurança. Para as autoridades, as manifestações podem tomar proporções que exigirão o trabalho de quase todo o efetivo da segurança pública, e o mais prudente foi impedir a realização do evento no horário da tarde. O Palmeiras é o único clube grande de Sâo Paulo com jogo marcado para o domingo na capital.

Foto: Fernando Donasci / O Globo
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d’O Globo:

A prefeitura de São Paulo anunciará no fim do mês a criação de uma bolsa de um salário mínimo mensal (R$ 788) para que, inicialmente, cem travestis e transexuais da capital voltem a estudar e se matriculem em cursos técnicos do Pronatec. Para receber o salário do município, as beneficiárias terão que comprovar presença nas aulas. A exigência é semelhante à do principal programa de transferência de renda do governo federal, o Bolsa Família. A iniciativa é inédita no Brasil e na América do Sul e custará cerca de R$ 2 milhões aos cofres públicos em 2015. O valor é três vezes maior do que o orçamento do próprio governo federal para ações voltadas ao público LGBT no ano passado.

EFE/Aaron Cadena Ovalle
Ato_em_SP EFE Aaron Cadena Ovalle

Da Gazeta do Povo:

“Boa tarde, reaças”, cumprimentou ao microfone cerca de mil pessoas em São Paulo – segundo estimativa da Polícia Militar – o empresário e jornalista Paulo Martins, que foi candidato a deputado federal pelo PSC neste ano no Paraná. “É inegável que o PT constrói uma ditadura no país”, acrescentou, sob fortes aplausos.

O discurso, realizado em cima de um carro de som, foi feito em manifestação a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), convocado pelas redes sociais para este sábado (1º) e promovido na avenida Paulista.

murilo - parana

De Felipe Patury, Época:

O diretor do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, acredita que a chave para se saber quem vencerá o segundo turno da eleição presidencial está no estado de São Paulo. O que definirá o jogo é se o presidenciável tucano Aécio Neves obterá vantagem sobre a presidente Dilma Rousseff nesse estado e de que tamanho será sua dianteira. Se Dilma conseguir reduzir a folga que Aécio conquistou no primeiro turno a menos de 5 milhões de votos, ela ganhará a eleição. Se Aécio tiver 5 milhões de votos a mais que Dilma em São Paulo, o vencedor será ele, presume Hidalgo. O número de pessoas que, em pesquisas estimuladas, diz ainda não ter escolhido seu candidato a presidente é pequeno. Um levantamento não registrado do Paraná Pesquisas calcula que apenas 5% do contingente de eleitores ainda não decidiu votar em Dilma ou Aécio.

Brazilian German Economic Meeting 2013

De Bruno Peres, Valor:

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, disse nesta terça-feira que dedicará toda sua atenção a São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com propostas específicas para a região.

“São Paulo é um Estado muito importante. Não acho que dá para ganhar sem Estado nenhum, vou tentar ganhar em todos os Estados”, afirmou Dilma. A presidente obteve 25,82% dos votos dos paulistas no primeiro turno e Aécio, 44,22%.

maluf fora

O TSE considerou, por 4 votos a 3, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) um “ficha-suja” e negou nesta terça (23) o registro de sua candidatura à reeleição para a Câmara dos Deputados. Apesar da decisão tomada pela última instância da Justiça Eleitoral, o deputado ainda pode apresentar recursos ao STF para seguir realizando sua campanha nas ruas e na propaganda de rádio e TV. O advogado de Maluf, Eduardo Nobre, já disse nesta terça-feira que irá recorrer contra a decisão do TSE. As informações são da Folha de S. Paulo.

Para a maioria dos ministros, os critérios da Lei da Ficha Limpa impedem que Maluf seja candidato em razão de sua condenação por improbidade administrativa relacionada ao superfaturamento das obras do túnel Ayton Senna durante sua gestão à frente da Prefeitura de São Paulo, entre 1993 e 1996. Durante o julgamento desta terça-feira, os debates foram acalorados. O presidente da corte, Dias Toffoli, e os ministros Gilmar Mendes e João Otávio Noronha, argumentaram que a condenação de Maluf por improbidade não o torna um “ficha-suja”.