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Mesmo em tempos de crise, os três governadores do Sul – Beto Richa (PSDB-PR), Raimundo Colombo (PSD-SC) e José Ivo Sartori (PMDB-RS) -, lançaram nesta quarta-feira (7), em Curitiba, um programa de obras nos municípios da região no valor de R$ 450 milhões. A cota para cada estado será de R$ 150 milhões e os recursos serão financiados pelo BRDE. O governador Reinaldo Azambuja (PSDB-MS) acompanhou o encontro no Palácio Iguaçu.

“Há uma visão municipalista dos estados do Sul de investir onde as pessoas vivem e precisam de infraestrutura urbana, de programas e serviços de mais qualidade para ter o bem-estar social desejado. Entendemos que o BRDE também poderia dar sua contribuição para ajudar os municípios, que são duramente atingidos por esta crise financeira nacional”, afirmou Richa.

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O governador José Ivo Sartori (PMDB-RS) anunciou que ingressou com uma ação no STF para pedir a revisão do contrato da dívida com a União de cerca de R$ 50 bilhões. O Estado já teve as contas bloqueadas duas vezes neste ano por calote. A ação é baseada em estudo que aponta que a dívida poderia ser reduzida em R$ 21 bilhões se o índice de correção monetária fosse revisto. Com informações da Folha de S. Paulo.

A decisão de Sartori pode gerar um efeito cascatas e outros governadores podem apelar para o STF e rever as dívidas estaduais. Um dos casos é do Paraná que contraiu uma dívida de R$ 5 bilhões em 1998, já pagou R$ 11 bilhões e ainda deve R$ 9,3 bilhões. Para saldar o débito, o Estado estima em R$ 31 bilhões o montante comprometido até 2028. Hoje, as parcelas mensais para quitar o empréstimo são de R$ 84 milhões.

O governo do Rio Grande do Sul enviou na sexta-feira, 7, a Assembleia Legislativa pacote de medidas econômicas e fiscais para contornar a crise financeira que provocou parcelamento de salários do funcionalismo público em julho. Na terceira etapa do chamado ajuste fiscal, dez medidas fazem parte do pacote – entre elas a criação de um sistema de previdência complementar e a extinção de fundações. Com informações d’O Globo.

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A população do Rio Grande do Sul está em estado de sítio com a paralisação dos servidores contra o parcelamento dos salários. Desde a madrugada, a Polícia Civil está registrando apenas ocorrências de crimes contra a vida, como assassinatos e estupros. Informações da GloboNews. Ocorrências de rotina não são atendidas, e muitas delegacias estão fechadas. Em Santa Maria, na Região Central, policiais civis se algemaram para protestar contra o parcelamento dos salários.

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O caos se instalou no Rio Grande do Sul. Os servidores públicos estaduais cruzaram os braços nesta segunda-feira, 3, em protesto contra o parcelamento de salários que atingiu 47,2% do funcionalismo. Serviços essenciais estão paralisados ou reduzidos ao longo do dia — entre eles, o policiamento ostensivo da Brigada Militar, o atendimento de ocorrências sem gravidade pela Polícia Civil e as aulas nas escolas da rede estadual. Com informações do Zero Hora.

O governador gaúcho José Ivo Sartori (PMDB) vai enviar nesta semana à Assembleia Legislativa um pacote fiscal que inclui reajuste de alíquotas do ICMS e do IPVA, além de cortes de gastos e redução de despesas da máquina pública. O orçamento será contingenciado em 25%. O problema é que todas as medidas que serão tomadas só terão impacto em 2016.

d’O Globo:

Enquanto a presidente Dilma tenta lançar mão do apoio dos governadores, eles chegarão a Brasília com um rol de queixas sobre a situação econômica de seus estados. Num efeito cascata, a crise que assola o governo federal atingiu em cheio as 27 unidades da Federação. Uma das situações mais difíceis é a do Rio Grande do Sul, onde o governador José Ivo Sartori (PMDB) não sabe quanto pagará de salário aos servidores este mês — o prazo para quitação da folha é amanhã (31). A Secretaria estadual de Fazenda informou que monitora o comportamento da receita e comunicará os servidores sobre o valor disponível.

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O secretário Mauro Ricardo Costa (Fazenda) disse nesta segunda-feira, 20, que Estados como o Rio Grande do Sul estão atrasados em adotar medidas de ajuste fiscal e equilibrar as contas. “O Paraná começou no mês de dezembro de 2014 com as medidas que foram aprovadas na Assembleia Legislativa, de equalização das alíquotas de ICMS, IPVA e criação de contribuição previdenciária para inativos e pensionistas. O que os estados estão fazendo agora de uma forma extremamente atrasada”, comentou a respeito das prováveis medidas que o governo gaúcho encaminhará ao legislativo em agosto.

“No caso especifico do Rio Grande do Sul, só entrara em vigor em 2016, ou seja, um ano de atraso na implementação das medidas. E o que tem levado o Rio Grande do Sul a estar em uma situação muito difícil. Inclusive sem recursos para pagamento de pessoal, que já não é mais o nosso caso”, completou.

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Aliado de Aécio Neves (PSDB), José Ivo Sartori (PMDB) lidera a disputa do segundo turno no Rio Grande do Sul. O ex-prefeito de Caxias do Sul aparece 17 pontos à frente do atual governador, Tarso Genro (PT), segundo pesquisa Datafolha feita em parceria com o Grupo RBS. No levantamento realizado na quarta-feira (15), Sartori marcou 52%, contra 35% de Tarso. Os indecisos somam 7%, e votos em branco ou nulo chegam a 6%.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 1.452 eleitores em 54 municípios gaúchos. No critério dos votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, o candidato do PMDB tem 60%, contra 40% do petista.

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José Ivo Sartori, candidato do PMDB ao governo gaúcho, anunciou ontem (quinta-feira, 9) o apoio a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial. Sartori formalizou a adesão à candidatura tucana em um encontro com peemedebistas em Porto Alegre. “Com a mesma naturalidade que apoiamos o Eduardo Campos e depois a Marina Silva, anuncio o apoio a Aécio Neves. Para alguns mais temerosos e cuidadosos, vai ser três vezes 15”, disse Sartori fazendo uma brincadeira com os números 15 (do PMDB) e 45 (do PSDB). As informações são do jornal Zero Hora.