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Plenário do Senado

Um dos projetos polêmicos que tomará a atenção do Congresso na volta do recesso branco é o que legaliza os jogos de azar e está pronto para ser votado na pauta do Senado. Cresce o entendimento de que a parte mais “palatável” do texto se refere à abertura de cassinos em complexos hoteleiros, com previsão de investimentos bilionários no Brasil e, teoricamente, mais fáceis de fiscalizar.As informações são de Júnia Gama n’O Globo.

O Senado aprovou nesta terça-feira (12) o pacote de oito projetos que reajusta os salários de diversas categorias do funcionalismo.

As propostas beneficiam servidores da Câmara dos Deputados, do Tribunal de Contas da União, da Advocacia-Geral da União, da Polícia Federal, do Banco Central, da Educação, da Cultura, do Desenvolvimento Agrário e de ex-territórios federais, além de outras 40 carreiras como agentes penitenciários, médicos e técnicos de hospitais públicos e soldo dos militares. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Quatro dias após a prisão de seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) voltou ao trabalho no Senado nesta segunda-feira (27). Em um discurso feito no plenário, a petista criticou a ação da Polícia Federal, que classificou como midiática, e disse que irá lutar pela “restauração da dignidade e do nome” de seu companheiro. As informações Mariana Haubert na Folha de S. Paulo.

A defesa do Senado entrou com reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a anulação da busca e apreensão feita na manhã desta quinta-feira no apartamento onde mora a senadora Gleisi Hoffmann e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Os advogados querem que todas as provas colhidas na residência sejam invalidadas perante a Justiça porque o juiz Paulo Bueno de Azevedo, de São Paulo, não poderia ter determinado as diligências. Segundo a ação, essa atribuição seria exclusiva do STF, pois a senadora tem direito a foro especial — mesmo que o alvo da operação tenha sido o marido e não a parlamentar. O imóvel funcional onde eles moram é de propriedade do Senado. As informações são d’O Globo.

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O paranaense Sérgio Souza (PMDB-PR) foi indicado para assumir a Comissão Mista do Orçamento. Formada por senadores e deputados, a comissão é uma das principais do Congresso Nacional. É nesta esfera que são analisados os projetos do plano plurianual, lei de diretrizes orçamentarias e o orçamento da União. Esta Comissão é responsável também por julgar as contas do presidente da República, depois de passarem pelo Tribunal de Contas da União. Neste ano, cabe à Câmara dos Deputados indicar a presidência do colegiado em 2016. Em 2015, o posto ficou com a senadora Rose de Freitas (PMDB-ES).

Sérgio Souza teve o nome cotado por sua forte atuação dentro da Casa. Com pouco mais de um ano de mandato, já é relator da CPI dos Fundos de Pensão, além de ser o responsável pela aprovação da lei 13.178/15, que trata das faixas de fronteira.

gleisi - agencia brasil

Ricardo Della Coletta, Época

O PMDB do Senado “torceu o nariz” para a decisão da bancada do PT de indicar a senadora Gleisi Hoffmann para a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), a segunda mais importante da Casa.

O posto está vago desde a prisão, no final do ano passado, do senador Delcídio do Amaral (PT). Os petistas decidiram na última semana que Gleisi substituirá Delcídio.

No Congresso, Gleisi é vista pelos demais partidos da base como alguém com pouco trânsito fora do PT e como uma defensora de primeira ordem do governo Dilma Rousseff, do qual foi ministra da Casa Civil.

Mas não é só o perfil Gleisi que causou incômodo entre os peemedebistas. Com Delcídio fora, a presidência da CAE, a segunda mais importante comissão do Senado, está sendo ocupada interinamente pelo senador Raimundo Lira (PMDB-PB), vice-presidente do colegiado.

renan - folhapress

Três anos após a Procuradoria-Geral da República ter oferecido denúncia contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o STF (Supremo Tribunal Federal) vai julgar se abre ação penal. Se a acusação for acolhida pelo plenário do Supremo, Renan passa a ser réu, respondendo pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. As informações são de Márcio Falcão na Folha de S. Paulo.

Relator do caso, o ministro Luiz Edson Fachin liberou para a pauta de julgamento o inquérito que apura se Renan usou dinheiro de empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. O escândalo, ocorrido em 2007, foi um dos fatores que levou Renan a renunciar à presidência do Senado na época.

gleisi - senado

Gazeta do Povo

Em uma votação inédita, o Senado Federal decidiu manter a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso pela Polícia Federal na manhã de ontem. Foram 59 votos pela manutenção da decisão do Supremo Tribunal Federal, 13 votos contrários e uma abstenção. A votação dividiu os senadores paranaenses – Gleisi Hoffmann (PT), que também é investigada pela Operação Lava Jato, votou pelo relaxamento da prisão do senador em voto fechado. Roberto Requião (PMDB), decidiu pelo voto aberto e pela manutenção da decisão do STF. O senador Alvaro Dias (PSDB) estava ausente durante a votação.

gleisi - agencia senado

No turbilhão que arrasta petistas, cada vez mais perto do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, nas prisões efetuadas pela Lava Jato, mais um lance da ‘real politik’ rolou soltou nas últimas horas entre as lideranças do petismo em Brasília. A senadora Gleisi Hoffmann preterida por Dilma que indicou Delcídio Amaral (PT-MS) para liderança do Governo no Senado no início do ano, agora com a prisão do senador, se colocou à disposição do governo e avisou a Casa Civil. Gleisi avaliou que, até por falta de opção, tem o perfil para a função. Errou de novo.

O Planalto não fez prosperar a articulação da petista e indicou o senador José Pimentel (PT-CE), que já ocupa a liderança do Governo no Congresso, para o posto. Outro petista que se articula para a função é Humberto Costa (PE), atual líder do PT na Câmara Alta. Contra Gleisi e Costa pesam as denúncias e investigações da Lava Jato. Os dois respondem por inquérito no STF. Gleisi também é investigada por força-tarefa da PF e MPF em São Paulo acusada, junto com marido Paulo Bernardo, por desvios no Ministério do Planejamento.