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Foto: Geraldo Magela /Agência Senado (23/06/2015)

O Globo

BRASÍLIA – A defesa do senador Delcídio Amaral (PT-MS) informou que o ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no Supremo, decidiu nesta sexta-feira pela soltura do petista, que está preso há 70 dias. A expectativa é que a soltura seja imediata. Delcídio foi detido após ser gravado articulando a fuga do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. O chefe de gabinete do senador, Diogo Ferreira, também será solto.

O 1º Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Distrito Federal ainda não foi notificado sobre a soltura de Delcídio. Assim, até o momento ele permanece preso.

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Thiago Bronzatto e Talita Fernandes, Época

Os advogados do senador Delcídio do Amaral (PT-MS)protocolaram nesta terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) a defesa do parlamentar, que está preso na Operação Lava Jato, contra a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF). O documento critica as acusações feitas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede que seja anulada a gravação ambiental de diálogos do petista e ainda contesta a forma como foi aprovado o acordo de delação premiada de Nestor Cerveró, ex-diretor internacional da Petrobras.

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Determinação foi dada pelo STF.

O Globo

BRASÍLIA E SÃO PAULO – O líder do governo no Senado, senador Delcídio Amaral (PT-MS), foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira no flat onde mora em Brasília. O senador é acusado de ameaçar familiares do ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e de ter oferecido a ele ajuda para fugir do Brasil e não revelar nada sobre o esquema de corrupção da Petrobras, segundo disse ao GLOBO uma fonte que acompanha o caso de perto. A prisão foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, que apontou o oferecimento de vantagem como por exemplo uma mesada de R$ 50 mil para família de Cerveró.

l. farias -

Bernardo Mello Franco, Folha de S. Paulo

Os novos cortes anunciados pelo governo vão atingir em cheio os aliados que poderiam defender Dilma Rousseff da ameaça de impeachment. A previsão é do senador petista Lindbergh Farias, que se irritou com o “pacote de maldades” divulgado nesta segunda-feira.

Um dos parlamentares mais próximos do ex-presidente Lula, o senador teme a reação do funcionalismo e dos movimentos sociais que ainda se mantêm próximos ao Planalto. Ele diz que o custo político das medidas de austeridade será mais alto do que a futura economia no Orçamento.

romario - genebra

Direto de Genebra, na Suíça, o baixinho avisou em suas redes sociais:

“Acabei de descobrir aqui em Genebra, na Suíça, que não sou dono dos R$ 7,5 milhões.

Aguardem mais informações…

Agora, aqueles que devem, podem começar a contar as moedinhas, porque a conta vai chegar de todas as formas.

Eu não finjo ser decente, não faço de conta ser sério e pareço ser correto. Eu sou!”

do Lauro Jardim:

O Senado está passando por uma situação insólita: a dificuldade em encontrar senadores dispostos a integrar CPIs.

Três já estão instaladas (Carf, HSBC e Jovens Assassinados) e mais duas se avizinham (Fundos de Pensão e CBF).

Mas algumas regras atrapalham.

Senadores não podem participar de mais do que duas CPIs, presidente e vice-presidente não podem participar e líderes até são indicados, mas costumam não atuar nas comissões devido à rotina ocupada com articulação política.