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O deputado paranaense Osmar Serraglio (PMDB) se viu no olho do furacão nas últimas semanas ao presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados no processo que analisa a decisão do Conselho de Ética de recomendar a cassação do mandato de Eduardo Cunha (PMDB). Hoje, dias depois da CCJ ter rejeitado o recurso do ex-presidente da Câmara, Serraglio diz que foi feito justiça ao trabalho dele quando os integrantes da Comissão reconheceram que ele cumpriu o regimento. Ainda assim, a imagem do deputado foi afetada ao ser identificado durante o processo como aliado de Cunha. Se durante o processo, Serraglio sabia que sua imagem havia se desgastado, talvez, de forma irreversível, hoje avalia que soube reagir e que, com o tempo, todos saberão que ele agiu dentro da lei. As informações são de Denise Mello na rádio Banda B.

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O senhor teme que sua imagem tenha ficado prejudicada com o episódio?, perguntou a repórter Catarina Scortecci, da Gazeta do Povo, ao deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, acusado de protelar a votação do relatório de cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “Ah, ficou. Tirou muito das minhas pretensões. Não adianta. Isso aí fica na internet, na rede social. E toda vez que eu aparecer, a primeira coisa que vão mostrar é gente gritando “vergonha”, gritando “golpe”… Isso nunca apaga, nunca apaga. Vocês não sabem o que isso significa para um parlamentar. Eu, sinceramente, talvez não saia mais candidato a nada, em virtude disso”, respondeu Serraglio.

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Na Câmara dos Deputados, o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR), decidiu antecipar em um dia a sessão de votação dos recursos do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – última cartada para tentar reverter o processo de cassação. A ideia era marcar a votação para terça-feira, 12, mas Serraglio acatou a proposta de agendar o encontro para segunda-feira,11. Dessa forma, se a votação for concluída neste mesmo dia e as manobras de Cunha forem rejeitadas, a ação por quebra de decoro pode ser votada em plenário já na próxima semana. As informações são de Marcela Mattos na Veja.

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“Eu acho que eles estão sendo inteligentes, colocando a culpa das pedaladas em cima dos programas sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Mas, se vocês perceberem, o que mais se fala com relação ao Eduardo Cunha? Que ele mentiu na CPI da Petrobras com relação às contas na Suíça. Isso é o suficiente para cassar um deputado. Ai você vai para a relação à denúncia contra a Dilma que o tesoureiro da campanha foi elevado a ministro. O que é isso se não uma afronta à improbidade administrativa? É uma imoralidade. Eu vou bater na parte da imoralidade e não na legalidade do processo”.

Do deputado federal Osmar Serraglio (PMDB) em entrevista à Gazeta do Povo. Serraglio, que é especialista em Direito Constitucional, também falou sobre Temer, Fachin e outros detalhes do processo de impeachment. Ao lado de Francischini, Rossoni e Roman, o deputado está entre os paranaenses que compõem a chapa de oposição na comissão do impeachment.

Leia aqui a entrevista completa.

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Um grupo de deputados peemedebistas está neste momento, em Brasília, com o vice-presidente Michel Temer para avaliar os efeitos da carta endereçada à presidente Dilma Rousseff que veio à público na noite de ontem (segunda-feira, 7). Segundo informa o Estadão, entre os presentes está o paranaense Osmar Serraglio, que teve seu nome cotado para substituir Eduardo Cunha na presidência da Câmara caso este tenha o mandato cassado ou renuncie. Serraglio já se posicionou favoravelmente ao impeachment de Dilma.

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Painel, Folha de S. Paulo

Ao contrário do que se diz por aí, a candidatura de Osmar Serraglio (PMDB-PR) para o lugar de Eduardo Cunha conta com certa simpatia no grupo de Michel Temer. O entorno do vice acredita que um pedido de impeachment patrocinado pelo atual presidente da Câmara teria dificuldade de prosperar.

Nos cálculos internos, o sucessor de Cunha não pode ser tão oposicionista, para não assustar o Planalto, nem tão governista, a ponto de frear um pedido de deposição. “Precisa ter coragem de abrir o impeachment e ser ficha limpa para não desacreditar o processo”, diz um cacique.

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O deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) disse nesta sexta-feira, 9, que a extradição do ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão, é resultados dos trabalhos desenvolvidos na CPI do Mensalão. “É só voltar atrás e perceber o quanto brigamos para mostrar que o dinheiro que estava sendo surrupiado do Banco do Brasil era do povo brasileiro. Graças aos esforços da CPI do Mensalão, conseguimos revelar o esquema de corrupção e terminar com uma verdade transparente que fez a justa condenação do Pizzolato e de tantos outros”, disse Serraglio em conversa com a imprensa.

Serraglio disse também que a extradição do Pizzolato mostra para o país que não há ninguém acima da lei. “Me sinto orgulhoso, porque finalmente começamos a mostrar ao país que não existe ninguém acima da lei. Nós prendemos gente importante como o José Dirceu (PT), o ex-presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT) e um rol de pessoas que se achavam inatingíveis”, disse.

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Relator da CPI dos Correios, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) aponta que os indícios de caixa 2 para beneficiar o PT no atual escândalo da Petrobras são o elo “mais perigoso” do caso com o mensalão. Segundo ele, uma comprovação de que recursos desviados da estatal foram usados na campanha eleitoral de Dilma Rousseff (PT) em 2014 podem abrir as portas de um processo de impeachment contra a presidente. As informações são de André Gonçalves/Gazeta do Povo.

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Rodrigo Rocha Loures, interventor sub judice no diretório estadual do PMDB, não abre mão do que considera o privilégio de demitir todos os funcionários do partido que serviram a direção anterior, de Osmar Serraglio e Orlando Pessuti. Ontem, na reunião da Executiva manteve a decisão. Ele diz que não é “perseguição política”, mas contenção de despesas.

pessuti resp. requiao

Depois de Roberto Requião falar que Serraglio é um “Pessutinho que sabe ler e escrever”, Orlando Pessuti enviou ao Blog um comentário sobre a declaração de Requião. É o que segue:

“Que bom comparar o Serráglio comigo o chamando de Pessutinho…… É assim que chamo meus irmãos e meus filhos… Que bom é reconhecer que o Serráglio sabe ler e escrever…Eu, Orlando Pessuti, não tive oportunidade, na minha infância e juventude, de frequentar boas bibliotecas em Buenos Aires e passar o tempo lendo como me afirmou certa vez o Requião. Posso até não ser tão bom assim na escrita e na leitura, mas de uma coisa tenho certeza: SEI FALAR, FALO O QUE SINTO E NÃO MINTO PARA AS PESSOAS… Quanto ao Requião, deve sim saber ler bem e falar muito.. Quanto a escrever, tenho lá minhas dúvidas. Sempre soube que quem sempre escreve os textos para ele é o Benedito Pires e o irmão Wallace Requião de Mello e Silva….Só para que não esqueçam: passei minha infância e juventude estudando em humildes escolas e trabalhando na roça na minha querida Jardim Alegre e não vivendo as custas de mesada de meus pais.

Orlando Pessuti”