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O Senado aprovou nesta terça-feira (12) o pacote de oito projetos que reajusta os salários de diversas categorias do funcionalismo.

As propostas beneficiam servidores da Câmara dos Deputados, do Tribunal de Contas da União, da Advocacia-Geral da União, da Polícia Federal, do Banco Central, da Educação, da Cultura, do Desenvolvimento Agrário e de ex-territórios federais, além de outras 40 carreiras como agentes penitenciários, médicos e técnicos de hospitais públicos e soldo dos militares. As informações são da Folha de S. Paulo.

O deputado federal Fernando Francischini (SD/PR) divulgou um áudio que comprova o interesse político na greve dos servidores municipais de Maringá. A conversa vazada de um grupo funcionários da Educação escancara a estratégia de desgastar politicamente a administração dificultando o dia a dia da população. A grevista chega a chamar as mães que não trabalham de “preguiçosas”. Um escárnio.

O jornalista Lauro Jardim, da Veja, aponta que já são 10 os estados que parcelam os salários dos servidores. O que era comum caminha para excepcionalidade. A maioria dos governadores, com alguma exceção, além de reduzir despesas e investimentos para pagar a folha, admite o parcelamento dos salários se a crise econômica não for superada. O blog traz alguns exemplos.

No Rio Grande do Sul, o pagamento dos salários dos servidores é parcelado em quatro vezes. A primeira parcela de R$ 600 foi depositada dia 29. Uma segunda parcela de R$ 800 será depositada até o próximo dia 11. Já no dia 15 está programado o crédito de R$ 1,4 mil. A quarta parcela para quem ganha acima de R$ 2.800 será creditada até o dia 22. O Rio Grande do Sul tem mais de 200 mil servidores e a sua folha de pagamento está estimada em 1,1 bilhão.

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A população do Rio Grande do Sul está em estado de sítio com a paralisação dos servidores contra o parcelamento dos salários. Desde a madrugada, a Polícia Civil está registrando apenas ocorrências de crimes contra a vida, como assassinatos e estupros. Informações da GloboNews. Ocorrências de rotina não são atendidas, e muitas delegacias estão fechadas. Em Santa Maria, na Região Central, policiais civis se algemaram para protestar contra o parcelamento dos salários.

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O caos se instalou no Rio Grande do Sul. Os servidores públicos estaduais cruzaram os braços nesta segunda-feira, 3, em protesto contra o parcelamento de salários que atingiu 47,2% do funcionalismo. Serviços essenciais estão paralisados ou reduzidos ao longo do dia — entre eles, o policiamento ostensivo da Brigada Militar, o atendimento de ocorrências sem gravidade pela Polícia Civil e as aulas nas escolas da rede estadual. Com informações do Zero Hora.

O governador gaúcho José Ivo Sartori (PMDB) vai enviar nesta semana à Assembleia Legislativa um pacote fiscal que inclui reajuste de alíquotas do ICMS e do IPVA, além de cortes de gastos e redução de despesas da máquina pública. O orçamento será contingenciado em 25%. O problema é que todas as medidas que serão tomadas só terão impacto em 2016.

d’O Globo:

Enquanto a presidente Dilma tenta lançar mão do apoio dos governadores, eles chegarão a Brasília com um rol de queixas sobre a situação econômica de seus estados. Num efeito cascata, a crise que assola o governo federal atingiu em cheio as 27 unidades da Federação. Uma das situações mais difíceis é a do Rio Grande do Sul, onde o governador José Ivo Sartori (PMDB) não sabe quanto pagará de salário aos servidores este mês — o prazo para quitação da folha é amanhã (31). A Secretaria estadual de Fazenda informou que monitora o comportamento da receita e comunicará os servidores sobre o valor disponível.

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O secretário Mauro Ricardo Costa (Fazenda) disse nesta segunda-feira, 20, que Estados como o Rio Grande do Sul estão atrasados em adotar medidas de ajuste fiscal e equilibrar as contas. “O Paraná começou no mês de dezembro de 2014 com as medidas que foram aprovadas na Assembleia Legislativa, de equalização das alíquotas de ICMS, IPVA e criação de contribuição previdenciária para inativos e pensionistas. O que os estados estão fazendo agora de uma forma extremamente atrasada”, comentou a respeito das prováveis medidas que o governo gaúcho encaminhará ao legislativo em agosto.

“No caso especifico do Rio Grande do Sul, só entrara em vigor em 2016, ou seja, um ano de atraso na implementação das medidas. E o que tem levado o Rio Grande do Sul a estar em uma situação muito difícil. Inclusive sem recursos para pagamento de pessoal, que já não é mais o nosso caso”, completou.

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A temperatura subiu no início da tarde desta terça-feira (30), na reunião ordinária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa. Tudo por conta do percentual de reajuste do salário dos servidores da Casa. O presidente Ademar Traiano (PSDB) enviou mensagem propondo reajuste de 3,45%, o mesmo percentual concedido aos servidores do Governo do Estado. A maioria dos integrantes da CCJ se levantou contra a proposta, uma vez que na mesma sessão foram aprovadas cinco mensagens concedendo reajuste de 8,17% aos servidores da Procuradoria Geral de Justiça, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Defensoria Pública, todos por unanimidade.

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do Bem Paraná:

Os deputados estaduais acabam de aprovar, em primeira votação, o projeto que reajusta os salários dos servidores estaduais. A segunda votação, do mérito da matéria, contudo, ficou para a sessão da próxima segunda-feira (15).

O projeto prevê reajuste de 3,45% de reajuste em parcela única a ser paga em outubro – relativa à inflação de maio a dezembro de 2014. Também prevê ainda que, em janeiro de 2016, os servidores receberiam outros 8,5% – referente à inflação estimada para janeiro a dezembro deste ano. E em janeiro de 2017, além da reposição da inflação de 2016 medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), eles teriam outros 1% de aumento – para recompor as perdas pelo parcelamento dos reajustes anteriores.

Mauro Ricardo Costa.Foto: Valter Pontes

O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, disse agora há pouco que o pagamento da folha do funcionalismo na próxima sexta-feira, 29, está comprometido e deve atrasar por três dias úteis já que os funcionários da Fazenda estão impedidos de processar o pagamento dos salários. Mesmo que eles consigam entrar no prédio na segunda-feira (25), não haverá tempo hábil para processar todos os mais 285 mil salários pagos pelo Estado, tanto para os servidores ativos quanto para os inativos.

“Todos os pagamentos dos Estado estão comprometidos. Além dos servidores, o fornecedores também estão comprometidos, o que vai acarretar no pagamento de juros e multas por parte do Estado”, afirma Mauro Ricardo.