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Uma série de questões de ordem apresentadas por aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adiou mais uma vez a votação do parecer do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) pelo seguimento da ação contra o peemedebista. Depois de segurar a reunião por mais de uma hora discutindo uma suposta “furada de fila”, os parlamentares tentaram afastar a deputada Eliziane Gama (Rede-MA), favorável à continuidade do processo por quebra de decoro parlamentar, que pode culminar com a cassação de Cunha. As informações são do Estadão.

A sessão foi interrompida às 20h31, quase seis horas depois do início, e será retomada nesta quarta-feira, 2, para votação do relatório contra o peemedebista. Antes da sessão, aliados de Cunha apostavam que o placar seria 12 a oito a favor do peemedebista. Sem chegar a um consenso durante a reunião que fizeram no início da tarde, os três deputados petistas conversaram durante toda a sessão. Em alguns momentos, foram procurados pelos deputados André Moura (PSC-SE) e Paulinho da Força (SD-SP), líderes da “tropa de choque” de Eduardo Cunha.

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Durante a sessão de agora na Assembleia Legislativa que votará a reforma da previdência, o presidente da casa, Ademar Traiano (PSDB), disse que, nesta oportunidade, foi concedido a ele poder de polícia. E que isso pode ser usado para garantir o andamento da sessão. Traiano complementou e disse que a segurança dos manifestantes do lado de fora não é de responsabilidade da Assembleia, mas sim do Secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini.

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Há tres lugares preparados para a realização da sessão de hoje da Assembleia Legislativa. O prédio da instituição continua ocupado por manifestantes. A Mesa Executiva considerou mais seguro e prudente realizar a sessão em outro lugar, o que é permitido pelo Regimento Interno da Casa. Além de um Centro de Convenções, o plenário do Tribunal de Contas e o Canal da Música foram preparados. A Polícia já isolou os lugares previstos.

Feita a sessão, aprovados todos os itens dos projetos de contenção do governo que os manifestantes chamam de pacotaço, dissolve-se a sessão e os deputados só voltarão aos trabalhos depois do carnaval. E ao Plenário da Casa depois que ele for reconstruido. As galerias passarão a ser separadas do plenário por vidros, para evitar invasões.

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O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano (PSDB), acaba de firmar um acordo com a APP-Sindicato e dirigentes de 17 sindicatos que englobam os servidores públicos estaduais. Eles foram recebidos no gabinete da presidência e ficou definido que será liberada a entrada dos manifestantes para assistir a sessão. O plenário tem capacidade máxima para 425 pessoas sentadas.
Traiano fez um apelo aos sindicalistas para que orientem os servidores a manter um tratamento respeitoso aos deputados. “Queremos conduzir o processo de forma democrática e não vamos barrar o direito das pessoas de participarem, mas se alguém se exaltar vamos retirar do plenário”, avisou o presidente. Os dirigentes se comprometeram a escolher as pessoas que vão entrar e orientar os professores para evitar conflitos. Participaram da reunião também o deputado José Lemos (PT) e o 1º secretário Plauto Miró (DEM).

Foto: Sandro Nascimento/ ALEP
Fotos Sandro Nascimento (Alep

Do G1:

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou nesta terça-feira (4), em todos os turnos e redação final, a proposta do governo de prorrogar por um ano os mandatos de diretores de escolas da rede pública estadual. O texto foi aprovado em Comissão Geral requisitada pela liderança do governo, e aprovada em Plenário.

Com o mecanismo de Comissão Geral, os projetos em pauta passam a ter a tramitação acelerada, com a realização de mais de uma sessão na mesma tarde. Esta foi a segunda tentativa da base do governo Beto Richa (PSDB) de aprovar o texto a toque de caixa na Alep. Na última quarta-feira (29), uma manobra da oposição conseguiu esvaziar a Comissão Geral, a derrubando por falta quórum.

Na primeira sessão desta terça, a proposta passou com 33 votos favoráveis e 13 votos contrários. A sessão foi marcada pela manifestação de professores nas galerias da Assembleia – eles soltaram gritos de “golpista”, criticando a aprovação da proposta. Um manifestante chegou a entrar no Plenário para entregar um documento ao líder do governo, Ademar Traiano (PSDB), que pediu a retirada dele. “Este homem é um mau-caráter”, afirmou. O presidente da Casa, Valdir Rossoni (PSDB), determinou que a segurança retirasse o homem da Assembleia.

Foto: Sandro Nascimento/ ALEP Fotos Sandro Nascimento (Alep

A sessão de hoje à tarde da Assembleia Legislativa do Paraná foi interrompida por falta de quórum. A sessão foi suspensa na hora da apreciação do 11° item, quando somente 25 deputados estavam presentes – número insuficiente para a votação. Entre os 14 projetos que não foram avaliados estão a proposta que possibilita o refinanciamento fiscal para quitação de débitos antigos,o projeto que permite o pagamento antecipado do IPVA e o projeto que propõe a prorrogação do mandato dos atuais diretores das escolas estaduais. Os itens que ficaram da fora da pauta de hoje serão votados na próxima semana.