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De Kelli Kadanus, Gazeta do Povo:

Uma unidade de saúde de Foz do Iguaçu, na região Oeste do estado, foi interditada nesta quinta-feira (16) depois que um paciente com suspeita de ebola deu entrada no local. A secretaria de Estado da Saúde já recebeu a informação e está apurando se a suspeita se confirma.

O paciente deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) João Samek, por volta das 4 horas da manhã desta quinta-feira (16). O homem é árabe e veio de Serra Leoa há 23 dias. A UPA está lacrada desde às 9 horas e há inúmeras viaturas de polícia chegando ao local.

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Do G1:

O Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde do Paraná confirmaram, na noite desta quinta-feira (9), que um paciente internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) II, em Cascavel, no oeste do Paraná, está com suspeita de ter contraído o vírus ebola. O homem, de 47 anos, chegou ao Brasil vindo da Guiné, um dos três países africanos que passa por um surto da doença.

O homem está isolado na UPA. “É um protocolo e estamos esperando orientação da secretária de saúde do estado para decidir quais medidas serão tomadas”, afirmou o secretário de saúde de Cascavel, Reginaldo Andrade. Segundo o Ministério da Saúde, o homem estava subfebril e sem hemorragia ou outros sintomas da doença. Leia a nota da pasta abaixo.

Polícia Civil faz perícia na UPP da Rocinha para investigação do desaparecimento de Amarildo (Ana Branco / O Globo).

De O Globo:

BRASÍLIA — A ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse nesta sexta-feira que a suspeita número um do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza é a polícia. Ela informou que o governo está preocupado com o caso do morador da Rocinha, abordado no dia 14 de julho por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade e desde então, desaparecido.

— A situação do Amarildo não pode cair numa amplitude tal que tenhamos como resposta dizer que muitas pessoas estão desaparecidas após uma abordagem policial, mas não há nenhuma dúvida de que o inquérito ter sido levado para a Divisão de Homicídios e ter sido identificada a responsabilidade. A primeira suspeição que devemos ter é a de responsabilidade pública pelo desaparecimento — disse.