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Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostra que apenas 20% aprovam a administração tucana após o “pacotaço”.

Da Gazeta do Povo:

Passados três meses da posse no segundo mandato, a avaliação do governador Beto Richa (PSDB) despencou entre os eleitores. Conforme levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, encomendado pela Gazeta do Povo, 76% dos paranaenses desaprovam o atual governo. O número é quase 50 pontos porcentuais maior do que os que avaliavam negativamente a gestão estadual no final do primeiro mandato do tucano.

Em dezembro do ano passado, Richa já havia amargado sua pior avaliação desde 2011, segundo o Paraná Pesquisas. Na ocasião, 65% dos paranaenses aprovavam sua administração.

– Veja a pesquisa completa e os gráficos.

beto - infográfico (Infográfico: Gazeta do povo. Clique na imagem para ampliar).

Foto: Sandro Nascimento/ Alep
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de Ivan Santos, Bem Paraná:

Por 34 votos a 17, os deputados estaduais aprovaram, ontem, em primeiro turno, o pacote de aumento de impostos proposto pelo governo Beto Richa. O pacote eleva a alíquota do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) sobre automóveis de 2,5% para 3,5% – um aumento de 40%. E também a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a gasolina de 28% para 29%. Uma emenda apresentada pela bancada governista retirou os produtos da cesta básica da lista de atingidos pelo pacote. Em compensação, inclui o álcool combustível, sob o qual também passará a ser cobrada alíquota de 29%, o que não estava previsto no projeto original do Executivo.

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O deputado Luiz Claudio Romanelli, do PMDB, estreou como líder do governo. Ainda não de direito, mas de fato. Foi à tribuna para defender o indefensável, ainda mais para um militante das causas sociais em tempos idos. Gastou o verbo e as citações para defender o tarifaço, a alta dos impostos encaminhada pelo governo Richa à Assembleia. Não consegiu falar muito, sufocado pelas vaias do povo nas galerias. O presidente da Casa, Valdir Rossoni, diante do tumulto, suspendeu a sessão por 15 minutos. Longe dali, o morubixaba do PMDB, senador Requião, vociferava e descia a borduna em Romanelli, em Richa, no novo secretário da Fazenda etc, etc, etc.

Em nota publicada na tarde de hoje, a Secretaria de Estado da Fazenda esclareceu os questionamentos da imprensa em relação ao Projeto de Lei 513/2014, que propõe alterações na Lei 11.580/1986. É o que segue:

“O Governo do Estado do Paraná, considerando os mais diversos questionamentos apresentados pela imprensa, bem como por diversos setores da economia paranaense, alguns deles claramente equivocados, acerca dos termos do Projeto de Lei 513/2014, encaminhado para a Assembleia Legislativa no último dia 2 de dezembro, e que propõe alterações na Lei 11.580, de 14 de novembro de 1986, que dispõe quanto ao imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação – ICMS, vem apresentar os seguintes esclarecimentos:

Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo
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de Euclides Lucas Garcia, Gazeta do Povo:

Mesmo pressionado, o governador Beto Richa (PSDB) decidiu manter o aumento de 12% para 18% ou 25% da alíquota do ICMS sobre uma extensa lista de produtos, que pode atingir até 95 mil itens de consumo popular, como medicamentos, produtos de higiene e eletrodomésticos. Também está mantida a elevação de 40% na alíquota do IPVA e de um ponto porcentual na do ICMS da gasolina. O projeto será votado hoje no plenário da Assembleia Legislativa na base do “tratoraço”, em regime de comissão geral e com sessões em sequência para concluir toda a tramitação nesta terça-feira.

Do Celso Nascimento, Gazeta do Povo:

Escolhido pelo governador Beto Richa para ocupar a Secretaria da Fazenda na próxima gestão, o economista Mauro Ricardo Costa só aceitou deixar posto igual na prefeitura de Salvador (BA) sob a garantia de que, aqui, vai poder contar com a fartura dos cofres estaduais. Administrar sob regime de penúria não é com ele. Não quer passar pelos mesmos sofrimentos de seus três antecessores imediatos – Luiz Carlos Hauly nos três primeiros anos da gestão; Jozélia Nogueira num intervalo de poucos meses; e, nos últimos tempos, Luiz Eduardo Sebastiani.

Da Gazeta do Povo:

Em sessão extraordinária no início da tarde desta segunda-feira (8), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná retirou de pauta o projeto do governo do estado que prevê o aumento de impostos ─ ICMS e IPVA. O pedido foi feito pelo próprio Executivo, que, nas próximas horas, vai propor alterações na proposta. Já a mensagem que estabelece a taxação em 11% de aposentados e pensionistas foi aprovada sob os gritos de “vergonha” de cerca de 100 servidores.

Foto: Agência Fiep
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Do G1-PR:

Assembleia Legislativa volta a analisar projetos de lei nesta segunda (8). Para reverter crise, Governo do Paraná quer aumentar impostos.

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Luiz Campagnolo, avaliou como uma irresponsabilidade o pacote de reajustes tributários proposto pelo governador Beto Richa (PSDB). Nesta segunda-feira (8), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa volta a analisar os projetos de lei que foram apresentados pelo Executivo como um mecanismo para alavancar o caixa do estado.

Da Gazeta do Povo:

Paraná teve aumento de receita corrente líquida maior do que as outras 26 unidades da federação

O “pacote de maldades” que prevê aumentos nos principais impostos estaduais contrasta com a pujança na arrecadação estadual ao longo da gestão Beto Richa (PSDB). Na comparação com as 27 unidades da federação, o Paraná teve o maior aumento de receita corrente líquida (RCL) entre dezembro de 2010 e abril de 2014. No período, a RCL paranaense cresceu de R$ 16,97 bilhões para R$ 26,46 bilhões.

A arrecadação dos dois impostos estaduais que encabeçam o “pacote de maldades” enviado pelo governo do estado para aprovação na Assembleia Legisaltiva subiu muito acima da inflação ao longo da gestão Beto Richa (PSDB).