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O Brasil fechou 2015 com 8,6 milhões de desempregados, em média, o que representa um aumento de 27,4% na comparação com 2014, quando eram 6,7 milhões. Os números são da Pnad e foram divulgados nesta terça-feira (15) pelo IBGE. As informações são coletadas em 211.344 domicílios, em cerca de 3.500 cidades. Com isso, o nível de desemprego registrado em 2015 foi de, em média, 8,5%. É o maior nível registrado pela pesquisa, que começou a ser feita em 2012. Em 2014, o nível médio de desemprego havia sido de 6,8%. As informações são da UOL.

Bem Paraná

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que a Região Metropolitana de Curitiba apresenta a segunda menor taxa de desemprego do País entre as 21 áreas pesquisadas, com 5,7%. Os dados se referem ao terceiro trimestre deste ano. O índice da Grande Curitiba só é maior que o da região de Florianópolis (4,9%).

A pesquisa do IBGE mostra uma tendência de concentração de maiores taxas de desemprego na Região Nordeste (10,8%), Sudeste (9%) e Norte (8,8%), enquanto Centro-Oeste (7,5%) e Sul (6%) ainda têm mercados de trabalho mais dinâmicos. Na Região Metropolitana de Salvador, o desemprego bateu em 17% (há um ano, era de 13,5%).

Santa Catarina (4,4%) e Paraná (6,1%) são os estados com os menores desempregos no país. A taxa paranaense, inclusive, foi menor do que os 6,2% registrados no segundo trimestre deste ano. Somente outros cinco estados apresentaram queda na taxa na passagem de um trimestre para outro.

– Leia aqui a reportagem completa.

carteira de trabalho - foto

A taxa de desemprego alcançou 7,5% em julho, a maior para o mês desde 2009, quando atingiu 8%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 20, pelo IBGE. Ao considerar todos os meses do ano, é o maior valor desde março de 2010, quando ficou em 7,6%. Em junho deste ano, o índice ficou em 6,9% e, em julho de 2014, em 4,9%. A série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego começa em março de 2002. As informações são do Reuters/Veja.

gleisi-senado

Não é piada, maldade ou crítica dos adversários do petismo. Uma entrevista da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) nesta quarta-feira, 12, já provocou a derrocada de ações na Bolsa de Valores de São Paulo. A petista é relatora da medida provisória 675 e disse à Reuters que vai propor que a contribuição social sobre o lucro líquido dos bancos seja elevada até 23%, acima dos 20% propostos pelo governo na MP. Gleisi também afirmou que seu relatório incluirá o fim do benefício fiscal de grandes empresas com a distribuição de juros sobre capital próprio. As informações são da InfoMoney.

Os bancos e seguradoras caíram forte com os mercados de olho na apresentação de Gleisi. A CSLL está hoje em 15%. Além disso, pode ser retirado o benefício social da dedução, no imposto de renda, dos recursos distribuídos na forma de juros sobre capital próprio – os bancos são uns dos mais favorecidos pelo benefício.

A defasagem dos valores pagos pelo Ministério da Saúde a hospitais que atendem o SUS foi de até 434% nos últimos seis anos, em comparação com a inflação oficial acumulada no período. De 1.500 procedimentos hospitalares previstos na tabela SUS, 74% não tiveram os valores atualizados de acordo com os índices de aumento de preços. Os dados são de levantamento do Conselho Federal de Medicina. As informações são do Estadão.

O IPCA começou o ano pressionado, com alta de 1,24% em janeiro, a maior desde fevereiro de 2003 (1,57%), segundo o IBGE. Em dezembro, o índice já havia sido elevado (0,78%), resultado que levou o IPCA a fechar o ano de 2014 muito perto do limiar da meta do governo – ficou em 6,41% para um teto de 6,5%. O índice acumulado nos últimos 12 meses fechou em 7,14%, atingindo a maior alta desde setembro de 2011.

O pacote de maldades da presidente Dilma Rousseff ganhou mais um ingrediente. Como era amplamente esperado pelo mercado financeiro, o Banco Central aumentou ontem em 0,5 ponto percentual os juros básicos da economia, que passaram para 12,25% ao ano. A decisão, tomada de forma unânime pelo Copom, visa conter a inflação, que vai subir nesse início de ano, influenciada por aumento de impostos e reajuste de tarifas públicas. As informações são do Correio Braziliense.

Novos aumentos na tarifa da energia elétrica são consequência da irresponsabilidade do governo na condução de um setor essencial.

Editorial, Gazeta do Povo:

Preparemo-nos: o preço da energia elétrica vai continuar subindo estratosfericamente durante 2015. O governo da presidente Dilma Rousseff, agora tardiamente empenhado em equilibrar as contas públicas, decidiu não mais subsidiar as tarifas e cancelou o repasse de R$ 9 bilhões que faria este ano para cobrir os rombos provocados pela desorganização do setor elétrico que o próprio governo promoveu há dois anos com o falso, populista e eleitoreiro pretexto de reduzir a conta da luz para os consumidores. Os resultados dessa política não poderiam ser diferentes: vamos todos nós, consumidores, pagar o prejuízo.