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do Bem Paraná

Curitiba foi palco, nesta quarta-feira (7), da quinta manifestação contra o presidente Michel Temer (PDMB) desde que ele assumiu o poder. Ele foi empossado presidente no dia 31 de agosto, após o Senado confirmar o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Ao mesmo tempo, o grupo que convocou as cinco manifestações, o CWB Contra Temer, marcou um protesto contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a próxima segunda-feira.

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Ricardo Noblat

Quando a Câmara dos Deputados autorizou a instauração do processo de impeachment, a presidente Dilma Rousseff foi aconselhada por Jaques Wagner, o ministro-chefe da Casa Civil, a telefonar para cada um dos 137 deputados que votaram contra. Ela deveria agradecer pelo que eles fizeram.

Wagner deu a Dilma a lista dos 137 com os respectivos números de celulares, dos telefones fixos e de outros telefones onde poderiam ser encontrados. Pôs quatro telefonistas do Palácio do Planalto à disposição de Dilma para fazerem as ligações.

Dilma desprezou o conselho de Wagner. Telefonou para poucos deles.

michel temer 24mai16 by marcos correa

O presidente Michel Temer ordenou que sua equipe realize uma revisão de todos os atos que Dilma tomou nas últimas semanas de governo. A ideia é passar pente fino em tudo que envolve orçamento, nomeações e contratos. Desde maio, os assessores mais próximos de Temer avaliam a “ocupação” do governo por aliados do PT, mas a intenção é apenas fazer mudanças mais profundas e permanentes após a aprovação do processo de impeachment no Senado Federal. As informações são de Cláudio Humberto no Diário do Poder.

Lauro Jardim

Michel Temer recebe logo mais Cristovam Buarque (foto) no Palácio do Planalto, numa mesa que terá ainda Mendonça Filho e os presidentes da Caixa, Banco do Brasil e Correios.

O encontro terá um assunto explícito, a criação de uma Ação da Cidadania pela Educação, nos moldes da campanha contra a fome de Betinho — que teve a participação de Cristovam.

Mas também atenderá a outra objetivo de Temer: garantir o voto de Cristovam no impeachment. Os petistas consideram que o senador é um dos que poderiam mudar o voto na última etapa do processo de destituição de Dilma.

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O presidente interino, Michel Temer, aconselhou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a renunciar ao cargo de comando na Casa na última conversa que eles tiveram, no domingo. Cunha sempre disse que não renunciaria, mas nessa conversa mostrou muito mais insegurança. O deputado confidenciou que teme que sua mulher, Cláudia Cruz, e sua filha, Danielle, investigadas na Lava-Jato pelo juiz Sérgio Moro, sejam presas, se ele perder o cargo. Por isso, tenta uma última cartada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para anular a decisão do Conselho de Ética que aprovou a cassação de seu mandato. As informações são d’O Globo.

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Na contramão do discurso de austeridade fiscal do presidente interino, Michel Temer, medidas aprovadas ou patrocinadas por seu governo elevaram gastos públicos. Só na quarta-feira, Temer avalizou um aumento de despesas de mais de R$ 3,6 bilhões até o fim do ano, com o anúncio de reajuste dos benefícios do Bolsa Família (R$ 1,6 bilhão), acima do patamar proposto por Dilma Rousseff, e a aprovação no Senado do reajuste dos servidores do Judiciário e do Ministério Público da União (R$ 2 bilhões), apoiado pelo Palácio do Planalto. As informações são d’O Globo.

Lauro Jardim

Em seus primeiros 30 dias, sem alarde, o governo Temer extinguiu 4.307 cargos em comissão, ou seja, aqueles em que se pode nomear funcionários de fora do quadro do serviço público.

Isso significa uma economia anual de R$ 231,9 milhões. Mais: 10.562 cargos que até então eram também para serem preenchidos por indicação de políticos, agora só podem ser exercidos por servidores concursados.

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O governo de Michel Temer quer que a idade mínima para a futura geração se aposentar chegue aos 70 anos. A ideia, segundo uma fonte do governo que está participando das discussões, é estabelecer no projeto que será enviado ao Congresso duas faixas: a primeira, de 65 anos; e a segunda, de 70 anos, para ser aplicada só daqui a 20 anos.

Há praticamente consenso de que a reforma da Previdência em estudo deverá estabelecer 65 anos como idade mínima a partir da aprovação do texto, mas com uma regra de transição que não penalize tanto quem já está no mercado de trabalho e ainda menos quem está mais próximo da aposentadoria.As informações são d’O Globo.

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O Globo

A reunião que confirma o rompimento do PMDB, o maior partido de sustentação da base aliada, com o governo, começou em clima de euforia entre aqueles que defendem o desembarque. Até o momento, os políticos mais alinhados ao governo ou aqueles que ainda tinham dúvidas sobre o momento adequado para dar este passo, não compareceram. O rompimento foi aprovado em três minutos.