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Por 29 votos a nove, os deputados estaduais aprovaram em segundo turno nesta segunda-feira, 23, o projeto de lei que revoga o título de cidadão honorário do Paraná concedido ao ex-ministro José Dirceu (PT). Segundo o deputado Felipe Francischini (SD), autor do projeto, Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do governo Lula, que cumpre pena por participação no escândalo do “Mensalão” e também está sob investigação por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás, não se enquadra mais nos preceitos exigidos para a concessão da honraria.

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Os deputados aprovaram o projeto de lei que revoga o título de cidadão honorário do Paraná concedido ao ex-ministro José Dirceu. A votação na sessão nesta terça-feira (17) passou em primeiro turno com 23 votos favoráveis e 5 contrários, e 6 abstenções. O projeto do deputado Felipe Francischini (SD) retorna ao plenário nesta quarta-feira (18), em segunda discussão.

Segundo Francischini, José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do governo lula, que cumpre pena por participação no escândalo do “Mensalão” e também está sob investigação por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás, não se enquadra mais nos preceitos exigidos para a concessão da honraria. O projeto revoga a lei estadual do governador Roberto Requião (PMDB) que concedeu o título. “Não é justo alguém com condenação por crimes contra a Administração Pública e corrupção ter uma honraria como esta,” afirma Francischini. “A honraria é dada para quem tem reputação ilibada. E reputação ilibada é o que ele não tem”, acrescentou.

Cada vez está mais evidente a proximidade de lideranças do PT com os ex-diretores da Petrobrás, Paulo Roberto Costa e Renato Duque, presos por envolvimento em esquema de desvio de recursos públicos da empresa petrolífera.

O deputado estadual do PT do Rio de Janeiro, Gilberto Palmares, propôs e aprovou títulos de cidadão do Estado aos dois ex-diretores. Segundo nota do Lauro Jardim, Palmares gostava de agradar diretores da Petrobrás.

O primeiro agraciado, em 2008, foi Paulo Roberto Costa. Em 2010, o petista concedeu a mesma honraria ao ex-diretor Renato Duque.

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Desde ontem, nenhum eleitor pode ser preso ou detido, salvo em flagrante delito. A regra do Código Eleitoral vale até 48 horas depois do fim das eleições. A medida restringe a uma única condição prévia a possibilidade de o candidato vir a se afastar da campanha por força de uma ação policial em determinado período do processo eleitoral. Já os candidatos não podem ser presos desde 15 dias antes das eleições. O candidato que concorrer ao segundo turno para presidente da República ou governador já não pode ser detido desde o dia 11 deste mês. As informações são do Bem Paraná.