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O mar de Dilma Rousseff não está para peixe. Agora ela tem a oposição de antigos aliados, como os líderes do PMDB, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, de partidos e facções de esquerda, como o PSTU, e para culminar, das centrais sindicais que a ajudaram a se eleger, Ou seja, a base de sustentação da presidente foi para o espaço. Leia a nota conjunta das centrais para avaliar o desastre.

NOTA CONJUNTA DA CUT, FORÇA, UGT, CTB, NCST e CSB

“As centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB – vêm a público manifestar posição contrária à política econômica do governo, caracterizada pela elevação da taxa básica de juros e o aperto fiscal.

1011 protesto catadores curitiba prefeitura calote fruet

Trabalhadores da coleta vegetal, roçadores e do Horto Florestal e Passeio Público protestaram nesta segunda-feira (10) em frente à Prefeitura de Curitiba contra o calote para com as empresas, o que causou o não pagamento de salários dos últimos meses. Segundo a Banda B, as empresas alegam não ter mais condições de cumprir com suas obrigações por causa da falta de pagamento da Prefeitura e da falta de previsão para regularização. A dívida, que já vem desde julho, ultrapassa os 3 milhões segundo o sindicato da categoria.

“Os salários deveriam ter sido pagos dia 06, hoje já é dia 10 e as empresas não têm previsão de pagamento para os seus quase 300 funcionários”, afirmou Manasses de Oliveira, presidente do Siemaco. O sindicalista reclamou diretamente do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT). “Fez um monte de promessas e não cumpriu. Agora só vamos liberar as ruas quando a situação for regularizada. Os trabalhadores estão cansados e nervosos”, concluiu.

requião comite - trabalhadores

Mais de 50 pessoas que trabalharam nas campanhas de Roberto Requião (PMDB), Requião Filho (PMDB) e de Marcelo Almeida (PMDB) se reuniram ontem em frente a um comitê desativado na Rua Fernandes de Barros, no bairro Jardim Social, em Curitiba, para cobrar o pagamento de salários atrasados. Desde o dia 6 de outubro, data marcada para o pagamento dos salários, os trabalhadores têm ido ao local com frequência para tentar receber. A iniciativa até agora não teve sucesso. As informações são da Gazeta do Povo.

“Prometeram que iam pagar dois dias depois da eleição, mas não deu. Daí era para ser sábado [dia 11] e não deu. No domingo [12], disseram para virmos aqui no dia 6 depois das 14 horas”, conta o motorista Valmir Almeida, que durante 20 dias foi responsável pelo transporte de cavaletes dos candidatos. Conforme os presentes no local, todos assinaram contratos de prestação de serviço, mas nem todos tinham recebido cópias do documento. O valor devido a cada um varia de acordo com o tempo e o tipo de serviço prestado.