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Valdir Rossoni, presidente da Assembléia, do PSDB nativo e agora deputado federal, almoçou hoje com o governador Beto Richa, depois de longa ausência palaciana. Rossoni não foi ao Palácio Iguaçu nem para a posse festiva de Richa.

Entrou amuado, saiu animado. Sorriso no rosto, elogios ao cardápio e satisfação com a conversa e com as novas perspectivas. Assim caminha a humanidade.

O novo chefe da Casa Civil ficou encarregado de informar ao deputado Pedro Lupion, do DEM, que não houve maneira de desfazer acordo com o PMDB que deu a liderança do governo a Luiz Cláudo Romanelli. São ossos do novo cargo e do velho ofício de Roldo, que assumirá a Casa Civil antes do Natal. Roldo diz que tem, entre outros, o aval da virtual mesa diretora da Assembleia para fazer os encaminhamentos.

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Da mesma forma que Collor espalhava em 1989 que Lula confiscaria a poupança dos brasileiros para depois fazer ele mesmo o que criticava no adversário, também hoje estamos vendo o governo Dilma anunciar “medidas impopulares” que seriam a base do governo de seu adversário “neoliberal”.

O certo e verdadeiro é que Dilma foi obrigada a entender que a vitória eleitoral do PT em outubro não correspondeu a uma vitória política, pois forjada à base do abuso da máquina pública e mentiras, sejam as divulgadas pela propaganda eleitoral, ou as espalhadas em diversas formas pelo país para amedrontar os menos informados. Agora, é obrigada a tomar medidas amargas para salvar o país do naufrágio.

Do Boca Maldita

É história digna de conto do Dalton. Senhora ilustre e de rara inteligência pegou o celular do seu gajo e descobriu a vida (ou tentativa de) sexual do atleta. Irada, levou o celular com denúncia ao Ministério Público, pois o aparelho é de propriedade do governo estadual, serve a um secretário e não pode ser usado para cantar as outras, inclusive as casadas. O gajo ficou aflito e de quatro dedos no ar, uiva contra a agora ex.

— Sou teu caboclo, dizia para as moças. Acaboclou-se

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Se a eleição de 2016 fosse hoje, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, não se reelegeria. Chega a ser comovente o desespero de Gustavo Fruet, do PDT, e sua trupe para conseguir uma reaproximação com o governaor Beto Richa, do PSDB, que ele traiu ao se candidatar a prefeito como vassalo da senador Gleisi Hoffmann, do PT, a quem apoiou para o governo.

Gleisi perdeu fragorosamente em Curitiba, o que denota a decadência do próprio Fruet, que agora quer trocar de barco para tentar a reeleição.