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Calma, gente. O juiz Sérgio Moro não faz campanha contra o álcool. Nem tem nada contra quem gosta de vinho. Acontece que a Operação Lava Jato passou a rondar os membros do famoso Clube do Vinho, que se reunia no Restaurante Madero de Curitiba para degustar botellas que custam acima dos 4 mil reais, dos vinhos mais simples. Membros do “board directors” do clube: Angelo Vanhoni (PT), o advogado Guilherme “Pixuleco” Gonçalves, o empresário Edmilson Rossi, o diretor dos Correios Areovaldo Figueiredo, o advogados Luiz Fernando Delazari, o ex-ministro Paulo Bernardo, Zeno Minuzo, o advogado Luiz Carlos Rocha, o ex-prefeito de SJP Ivan Rodrigues, O empresário de telecomunicações mui amigo de Paulo Bernardo, Ademar Monteiro, empresários da área de telecomunicações, entre outros convidados apreciadores de vinho. Por razões que só o juiz Sergio Moro pode explicar, essa turma não quer mais se encontrar em público.

Já estavam na lista de faltosos o ex-deputado André Vargas e o publicitário Ricardo Hoffmann, recolhidos à cadeia da Polícia Federal

O Presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Paulo Salamuni (PV), enviou uma nota de esclarecimento ao Blog sobre os incidentes da sessão de hoje na CMC.
É o que segue:

“1. 1. Não procede a informação sobre um Projeto de Lei para a criação de cargos comissionados na Câmara Municipal de Curitiba. Pelo contrário, a partir do primeiro dia desta nova administração foi efetivada a extinção de 246 cargos em comissão, uma demanda antiga, solicitada pelo Ministério Público.

2. 2. Em relação à outra notícia, não houve, em momento algum, a alegada agressão ao assessor do vereador Professor Galdino, Fernando Tupan. O que ocorreu foi apenas o esclarecimento dos fatos e o restabelecimento da verdade. O único agravado fui eu, com palavras e expressões que atentaram contra minha dignidade.

salamuni

O presidente da Câmara de Vereadores de Curitiba, Paulo Salamuni (PV), surtou na sessão desta quarta-feira. Atacou o jornalista Fernando Tupan que mantém um blog sobre os movimentos do legislativo municipal. A fúria de Salamuni diz respeito à revelação do blogueiro de que a mesa executiva estuda a criação de mais 38 cargos em comissão – uma proposta do presidente quando candidato em 2013.

O problema é que os ataques do presidente foram feitos da mesa executiva, o que não recomendado pelo regimento da Casa. Apartado e corrigido pelo vereador Professor Galdino (PSDB), Salamuni acusou o tucano de proteger o blogueiro, mas não ficou barato. Galdino chegou a sugerir que o presidente teria um problema sexual a resolver com o jornalista. Baixaria total marca a definição do próximo presidente do legislativo.