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Foto: Sérgio Pinheiro
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Assessoria – Prefeitura de Piraquara

O ex deputado federal Angelo Vanhoni vai assumir a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Piraquara. Com experiência na área, tendo presidido a Comissão de Educação e Cultura na Câmara dos Deputados em 2010, ele aceitou o convite do Prefeito Marcus Tesserolli, o Marquinhos, e vai substituir o Professor Pedro Alcindo Zaro que estava à frente da pasta desde 2013.

“Além de contribuir a frente da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, Vanhoni vai ser um verdadeiro embaixador para cuidar dos interesses da cidade junto ao Governo Federal”, destacou o Prefeito Marquinhos.

Vanhoni foi vereador de Curitiba, deputado estadual e federal e candidato a prefeitura da capital em três oportunidades.

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A atitude do deputado federal Toninho Wandscheer e seu filho Alisson Wandscheer, de tomarem o PROS do Parana e nomear o filho Tiago Wandscheer na presidência, deverá ser denunciada na comissão de ética do PT, nos próximos dias, o que pode gerar expulsão e uma ação para que o primeiro suplente, ex-deputado Angelo Vanhoni assuma o mandato. Tudo isto foi discutido entre petista do alto coturno de Curitiba, que não aceitam a atitude Wandscheer, por estarem preparando a desfiliação do partido para os próximos meses, para se filiar ao PROS, iniciaram forte assédio sobre membros do PT para levá-los para o PROS.

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O Paraná, que já teve três ministérios, agora não tem nada. Gelisi Hoffmann volta ao Senado com a pecha de figurar na lista de beneficiados pelo doleiro Alberto Yousseff na partilha do dinheiro sujo desviado da Petrobas. Mesmo assim quer ser líder da bancada no Senado, o que lhe daria cargos, benesses verbas, prebendas adicionais. A reação dentro da própria bancada é grande.

Outro que briga por uma beirada em estatal é o deputado federal Enio Verri, agora federal. Sua maior credencial é não ter relações com Youssef. Se for agraciado, Ângelo Vanhoni, primeiro suplente, assume e salva a lavoura. Na mesma está o já ex-ministro Paulo Bernardo, a quem restou a condição de “esposo” de senadora ex-ministra. Ele luta para manter jetons em estatais e por um cargo na nomenclatura do PT. O olheiro de Lula, Gilbertinho Carvalho, se prepara para assumir uma prebenda mais que generosa no SESI.

Para cargos de segundo e terceiro escalões há uma fila enorme de derrotados e ofendidos, que vão de ex-deputados a assessores que ficaram a ver navios. Nestes dias, a esquerda funcionária da província sofre com a redução do mercado de trabalho determinado pela derrota nas urnas.

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Do Boca Maldita

Até o momento 11 nomes se colocaram para disputar o cargo de ouvidor da Câmara Municipal de Curitiba. Segundo o blogueiro Fernando Tupan, alguns nomes já conhecidos da política local estão na batalha.
É o caso dos ex-vereadores Borges dos Reis, João do Suco e Geraldo Yamada; do bruxo e político Chik Jeitoso e do deputado federal Ângelo Vanhoni (PT), que não conseguiu novo mandato nas últimas eleições.

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Clarissa Oliveira, Poder Online

O deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR) tem levado na esportiva o fato de não ter conseguido se reeleger nestas eleições, apesar do esforço empenhado nos últimos anos para a aprovação do Plano Nacional de Educação pelo Congresso. Ao esbarrar com colegas que também perderam o mandato, o petista avisa que criou um “clube dos suplentes”. “É só passar lá no gabinete, que nós já estamos providenciando a carteirinha”, brinca Vanhoni, arrancando ora risadas, ora olhares perplexos de quem ainda não se acostumou com a ideia.

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Em 2010, 108 mil votos. Em 2014, 65 mil votos. É o escore do deputado Angelo Vanhoni, que não se elegeu, em Curitiba. Sua assessoria acredita que ele foi arrastado para o buraco por Gleisi Hoffmann e Gustavo Fruet. Pode ser, mas há considerações outras. Não foi Dilma que atrapalhou os derrotados do PT. Ela se saiu muito melhor que os candidatos majoritários locais que a apoiavam. Foram os próprios candidatos que perderam lastro porque a população deixou de confiar no PT nativo e seus próceres. O caso André Vargas, o escândalo do pedófilo Gaieveski, a ligação com o doleiro Alberto Youssef, a situação do foragido Henrique Pizzolato, tudo leva o curitibano a crer que o PT é um partido que no Paraná se associa à todo tipo de corrupção.