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A Bolsa brasileira registra forte queda nesta terça-feira (21), descolada dos principais mercados internacionais, após a divulgação de pesquisa Datafolha que mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) à frente de Aécio Neves (PSDB) nas intenções de voto para o segundo turno. Às 11h39, o Ibovespa, principal índice acionário local, caía 3,31%, a 52.506 pontos. Das 70 ações negociadas, 65 caíam e cinco subiam. As informações são da Folha de S. Paulo.

Segundo analistas, a Bolsa cai devido ao resultado da pesquisa Datafolha, divulgada na noite de segunda-feira. Pela primeira vez no segundo turno, Dilma aparece numericamente à frente de Aécio em intenções de voto para a Presidência da República, mostra o Datafolha. Impulsionada, entre outros fatores, pela melhoria de seu desempenho no Sudeste -a região mais populosa-, Dilma alcançou 52% das intenções de votos válidos, sem contar os votos nulos e em branco. Aécio está com 48%.

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A Bovespa exibia fortes ganhos nesta segunda-feira, em meio à repercussão de pesquisa Sensus mostrando o candidato de oposição Aécio Neves (PSDB) liderando com ampla vantagem o segundo turno da corrida presidencial, e do anúncio de apoio de Marina Silva e da família de Eduardo Campos ao tucano. Às 12h03, o Ibovespa subia 4,18 por cento, a 57.625 pontos. As informações são da Reuters.

No sábado, pesquisa Sensus mostrou Aécio com 52,4 por cento das intenções de voto, enquanto a candidata Dilma Rousseff, que tenta a reeleição pelo PT, obteve 36,7 por cento. Brancos, nulos e indecisos somam 11 por cento na pesquisa, que tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Operadores e analistas têm manifestado insatisfação com as diretrizes econômicas do atual governo. Perspectivas de alternância em Brasília têm servido como argumento para compras na bolsa nos últimos meses e vice-versa.

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A primeira pesquisa eleitoral divulgada após o primeiro turno da eleição presidencial mostra o candidato da Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, com 54% dos votos válidos, contra 46% da candidata petista, Dilma Rousseff.

O levantamento foi feito pelo instituto Paraná Pesquisas, contratado pela revista Época. Foram entrevistados 2.080 eleitores, em 152 municípios de 19 Estados.

A grande vantagem de Aécio pode ser explicada, de um lado, pelo o desejo de mudança expressado nas urnas pela maioria esmagadora da população; e, de outro, pela onda da razão que se espalhou com velocidade pelo país e contribuiu para direcionar esse desejo para candidatura mais apta a implementar as mudanças de que o Brasil tanto precisa.