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O candidato Tadeu Veneri (PT) questionou nos últimos programas eleitorais a relação dos grupos políticos que têm comandado Curitiba ao longo dos últimos anos com o poder econômico que ele chama de “donos da cidade”, em prejuízo da maioria da população. Segundo o petista, boa parte dos problemas do dia a dia dos curitibanos que decorrem do fato da prefeitura manter contratos milionários com grupos empresariais para prestarem serviços essenciais e estratégicos à cidade: transporte público, limpeza urbana e processamento do lixo, gerenciamento das informações, entre outras. As informações são do Jornal do Ônibus.

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O deputado estadual Tadeu Veneri (PT) informou ontem que a decisão da 4ª Câmara do Tribunal de Justiça (T) do Paraná, anulando ato de ressarcimento de despesas de seu gabinete, referentes a 2006, corresponde a duas notas de serviços de impressão, de R$ 10 mil e R$ 14, 4 mil. Segundo o petista, o pedido foi feito com base na Resolução n° 003, de 15 de março de 2004, que permitia a confecção dos materiais na Assembleia Legislativa (AL). “O valor total da restituição, aplicadas as correções, ainda não é conhecido, já que devem constar do acórdão da sentença que, até o momento, não foi publicado”, diz trecho de nota enviada pelo parlamentar. As informações são de Mariana Franco Ramos na Folha de Londrina.

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Do Cicero Cattani

O deputado Tadeu Veneri (PT) vai ser processado por quebra de decoro parlamentar. O processo por falta de decoro contempla a possibilidade de perda de mandato. A quebra de decoro ocorreu na sessão de ontem (17) da Assembleia. Veneri foi ao comitê de imprensa da Casa e vazou todas as informações da sessão secreta de ontem na Comissão de Constituição e Justiça que tratou de um pedido do STJ para processar o governador em questão que referente a uma pendência na prefeitura de Curitiba.

Veneri, segundo os deputados, não tem como justificar sua atitude. Além de ser um parlamentar experiente, com três mandatos, o deputado foi – assim como todos que participaram da sessão da CCJ, advertidos que a sessão transcorria em segredo de Justiça. O sigilo da sessão foi aprovado, através de um requerimento dos próprios deputados, segundo um trâmite do Capítulo X, Artigo 232, do Regimento Interno da Alep.

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Da Gazeta do Povo:

Minoria bastante diminuta na atual legislatura, a bancada de oposição deve minguar ainda mais na Assembleia Legislativa do Paraná para o período 2015-2018. A projeção é resultado do mau desempenho do PT, que vai cair de sete para três cadeiras na Casa. Num Legislativo historicamente governista, o único não-petista que deve aderir formalmente à oposição é Requião Filho (PMDB), filho do senador Roberto Requião.

Nas eleições de 2010, os partidos que disputaram a majoritária contra Beto Richa (PSDB) elegeram 27 dos 54 deputados – exatamente metade da Casa. Ao longo do mandato do tucano, porém, somente os sete parlamentares do PT se assumiram como bancada de oposição. Deputados de PMDB, PDT, PSC e PV quase sempre atuaram em favor do Executivo. Esporadicamente, o peemedebista Anibelli Neto, que foi reeleito, atuou em conjunto com os oposicionistas, mas não participava das decisões formais em torno das estratégias da oposição.