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A Câmara dos Deputados manteve na última quarta-feira o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) ao reajuste dos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS pelo mesmo percentual aplicado ao salário mínimo. Foram 211 votos contrários ao veto e 160 a favor. Para que o veto fosse derrubado seriam necessários 257 votos. Como o veto foi mantido pelos deputados, não houve necessidade de votação entre os senadores. As informações são da Folha de Londrina.

Veja, a seguir, como votaram os paranaenses.

foto - agencia o globo

O Globo

BRASÍLIA – Em uma vitória apertada do Palácio do Planalto, o Congresso manteve, na noite desta terça-feira, por uma diferença de apenas seis votos, o veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste dos servidores do Poder Judiciário. A proposta concedia um aumento médio de 56% à categoria, chegando em alguns casos a 78,56%. A derrubada deste veto causaria um rombo de R$ 36,2 bilhões aos cofres públicos em quatro anos, segundo o Ministério do Planejamento. A área econômica trabalhou ativamente para manter o veto que faz parte da chamada pauta-bomba.

A decisão presidencial foi mantida por pouco: 6 votos a menos do que os 257 necessários para derrubar o veto. Foram 251 votos de deputados pela derrubada, 132 pela manutenção e 11 abstenções.

Josias de Souza

Dilma Rousseff corre o risco de sofrer nova derrota no Congresso na próxima semana. A oposição se articula com governistas insatisfeitos para tentar derrubar o veto da presidente ao artigo que, aprovado por deputados e senadores, corrigia em 6,5% a tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas. O tema deve constar da pauta de votações da próxima terça-feira (24).

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O deputado Valdir Rossoni, presidente do PSDB do Paraná, criticou, em seu perfil no Facebook, a presidente Dilma Dilma Rousseff (PT) pelos vetos às emendas na LDO aprovadas pelo Congresso Nacional. Em uma das emendas, do senador Aécio Neves (PSDB-MG), determinava como prioritário o repasse de recursos para estados e municípios investirem em segurança pública.

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Na contramão dos discursos que marcaram sua campanha à reeleição, a presidente Dilma Rousseff rejeitou uma série de iniciativas aprovadas pelo Congresso que aumentava a transparência e o controle dos gastos públicos. Informações do Estadão.

Entre os 32 vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano, Dilma desobrigou o BNDES a divulgar na internet todas suas operações, incluindo aquelas com governos estrangeiros, assim como rejeitou a criação de um cadastro único de obras centralizado com os principais empreendimentos públicos em curso.

Lula-mordendo-a-língua

Embora a própria Dilma ainda não tenha decidido quem será o próximo ministro da Fazenda, o ex-presidente Lula já mandou avisar que é contra os nomes de Aloizio Mercadante, da Casa Civil e Jaques Wagner, governador da Bahia. O ex-chefe do Governo quer uma mudança radical na condução da política econômica e sabe que Dilma prefere nomes mais próximos a ela – e preferivelmente, que lhe obedeçam, como Guido Mantega. Nelson Barbosa, ex-secretário executivo da Fazenda, também é discutido: foi ele que instituiu a nova matriz econômica, de trágicas consequências nas contas públicas.

De Danilo Fariello, O Globo:

BRASÍLIA – Após a batalha para aprovar a Medida Provisória (MP) 595 no Congresso, o governo se dedicará a estudar os vetos à nova lei. Se for enviado ainda hoje ao Palácio do Planalto, o texto precisará ser sancionado até o dia 6 de junho, já com as partes vetadas. Pelo menos um veto já é considerado certo: a emenda que cria brechas para a prorrogação automática de contratos de terminais privados em portos públicos celebrados após 1993 e que ainda estão em vigor.

A mudança no artigo 57 da MP dos Portos, segundo avaliação de parlamentares, abre espaço para renovação desses contratos por 25 anos sem licitação. Essa possibilidade beneficia empresas como a Santos Brasil, do banqueiro Daniel Dantas, que possui sete terminais nessa situação, assim como atende a Bunge, Ultra, Cargill e Libra, todas com mais de quatro terminais nessa situação.