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Foto: Pedro Oliveira/ ALEP maria vitoria - alep

Foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (03), projeto de autoria da Deputada Maria Victória (PP) que institui nas escolas estaduais do Paraná a “Semana Estadual Maria da Penha”. Segundo o projeto, no mês de março de cada ano, serão realizadas atividades nos colégios estaduais com o objetivo de explicar aos alunos sobre a Lei Maria da Penha, que criminaliza e pune atos de violência contra a mulher. A ideia é estimular reflexões contra atos de violência e também conscientizar a comunidade escolar sobre a importância do respeito aos direitos humanos.

“Trata-se de uma medida preventiva de conscientização a partir de um trabalho educacional de humanização, respeito e informação, para que a violência contra a mulher não ocorra e, caso aconteça, seja denunciada e repreendida”, disse Maria Victória.

O projeto segue agora para as demais comissões permanentes da Assembleia antes de seguir ao plenário para votação.

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de Juliana Castro e Marcelo Remigio, O Globo:

Horas depois de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazer um discurso no Rio de Janeiro pedindo que os petistas não fujam do embate com a oposição mesmo que para isso tenham que recorrer à briga, o presidente do PT fluminense, Washington Quaquá, seguiu a mesma linha, defendendo publicamente “a porrada”. Em seu perfil no Facebook, o petista que também é prefeito de Maricá convocou a militância a “pagar com a mesma moeda” dos “burguesinhos” qualquer ataque que sofrer. “Agrediu, devolvemos dando porrada!”, propôs.

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1 – O homem levou milhares de anos entre sair das cavernas e criar regras e instituições civilizadas. E por aqui tudo se apaga em três dias. A turba, irritada porque teve privilégios ameaçados, decide invadir o Parlamento e impedir, na marra, que as leis sejam votadas. Os partidos nanicos da esquerda funcionária e os derrotados na eleição de outubro aproveitaram a oportunidade para ressurgir das cinzas.

2 – Os movimentos sociais envolvidos na trama, inclusive os que não tinham nada a ver com as medidas de ajuste, usaram o que têm de melhor em seu marketing dos coitadinhos. Apresentam-se como injustiçados, como aqueles que merecem mais e lhes tiraram tudo. Funciona. Sempre funcionou.

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A situação ficou grave na Assembleia, com os manifestantes da oposição a bradar contra a realização da sessão da Assembleia. Lideranças da CUT e do PT usam os carros de som para ameaçar funcionários da Assembleia. “Dispensem seus funcionários” ameaçam gritando no microfone. Outros hostilizam funcionários que chegavam para trabalhar, pessoal da limpeza e conservação foram xingadas e bate bocas ocorreram. Já passaram por lá os deputados petistas Professor Lemos e o Péricles Melo. Ambos confirmaram o fim do debate e que a violência agora será o caminho. “Ninguém entra”, ordenaram.

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Por Claudia Safatle. Valor Econômio

A presidente Dilma Rousseff está ciente de que terá que fazer, para 2015, um ajuste fiscal “violentíssimo”, informou uma fonte qualificada do governo. Embora ainda não se saiba o tamanho, terá que ser algo de maior impacto do que foi o contingenciamento de R$ 50 bilhões feito em 2011, no primeiro ano do primeiro mandato.

Dilma sabe que a situação da economia, agora, é muito mais difícil e delicada do que quando assumiu, em janeiro de 2011, e que além da estagnação econômica e de uma inflação resistente enfrentará, também, uma oposição mais forte e legitimada pelas urnas no Congresso Nacional. Ao mesmo tempo, estarão em curso os desdobramentos da Operação Lava-Jato.

Crise econômica, alianças políticas esgarçadas, oposição forte e possíveis cenas de prisões de envolvidos na corrupção da Petrobras serão as marcas do início do segundo mandato da presidente Dilma, no cenário traçado por importantes assessores do Palácio do Planalto.