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Ricardo Noblat

Quanto vale a presença de Lula em comícios de candidatos às eleições municipais de outubro próximo?

Se algum senador for candidato a prefeito, ou se quiser reforçar as chances dos seus candidatos, poderá contar com a companhia de Lula em palanques. Desde que…

Desde que vote contra o impeachment de Dilma.

Lula autorizou o PT a negociar seu passe com os senadores.

(foto: Fernando Donasci / Agência O Globo)

O Antagonista

Ricardo Noblat conversou com líderes de quatro partidos e concluiu que o impeachment depende “do voto de cerca de 40 deputados, a maioria deles do PP, do PR e do PSD”.

Ele disse também que o voto será daqui a duas semanas:

“Eduardo Cunha, presidente da Câmara, acertou com líderes de partidos o calendário das votações do impeachment. Ele será votado pela Comissão Especial no próximo dia 11, uma segunda-feira. E pelo plenário a partir da sexta-feira dia 15. No plenário, a votação deverá se estender por três dias. Cada deputado terá um minuto para justificar seu voto”.

Domingo, 17 de abril.

A Assembleia Legislativa começa votar nesta terça-feira, 8, a prestação de contas do Governo do Paraná referente aos anos de 2011, 2012 e 2013. Os relatórios foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Paraná e já passaram, na Assembleia, pela aprovação da Comissão de Tomada de Contas. As contas seguem o mesmo trâmite de outros projetos, passando por dois turnos de votação e um final para a redação.

gleisi - senado

Gazeta do Povo

Em uma votação inédita, o Senado Federal decidiu manter a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso pela Polícia Federal na manhã de ontem. Foram 59 votos pela manutenção da decisão do Supremo Tribunal Federal, 13 votos contrários e uma abstenção. A votação dividiu os senadores paranaenses – Gleisi Hoffmann (PT), que também é investigada pela Operação Lava Jato, votou pelo relaxamento da prisão do senador em voto fechado. Roberto Requião (PMDB), decidiu pelo voto aberto e pela manutenção da decisão do STF. O senador Alvaro Dias (PSDB) estava ausente durante a votação.

reprodução - senado

O Senado deliberou nesta quarta-feira, 25, por manter a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) por um placar de 59 votos pelamanutenção da decisão do Supremo Tribunal Federal, 13 votos contrários e uma abstenção. Confira abaixo, como votaram os senadores.

CONTRA A PRISÃO
Gleisi Hoffmann – PT/PR
Angela Portela – PT/RR
Donizeti Nogueira – PT/TO
Fernando Collor – PTB/AL
Humberto Costa – PT/PE
Jorge Viana – PT/AC
João Alberto Souza – PMDB/MA
José Pimentel – PT/CE
Lindbergh Farias – PT/RJ
Paulo Rocha – PT/PA
Regina Sousa – PT/PI
Roberto Rocha – PSB/MA
Telmário Mota – PDT/RR

foto - agencia o globo

O Globo

BRASÍLIA – Em uma vitória apertada do Palácio do Planalto, o Congresso manteve, na noite desta terça-feira, por uma diferença de apenas seis votos, o veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste dos servidores do Poder Judiciário. A proposta concedia um aumento médio de 56% à categoria, chegando em alguns casos a 78,56%. A derrubada deste veto causaria um rombo de R$ 36,2 bilhões aos cofres públicos em quatro anos, segundo o Ministério do Planejamento. A área econômica trabalhou ativamente para manter o veto que faz parte da chamada pauta-bomba.

A decisão presidencial foi mantida por pouco: 6 votos a menos do que os 257 necessários para derrubar o veto. Foram 251 votos de deputados pela derrubada, 132 pela manutenção e 11 abstenções.

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do UOL

Por unanimidade, os ministros do TCU recomendaram nesta quarta-feira (7) a reprovação das contas de 2014 do governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Dos nove ministros, oito votaram pela rejeição das contas da petista. O presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, não vota. Esta é a primeira vez que o TCU recomenda a reprovação das contas de um presidente desde que o órgão foi criado, em 1890.

A sessão foi marcada por muita polêmica. Líderes da oposição como os deputados federais Mendonça Filho (DEM-PE), Antônio Imbassahy (PSDB-BA), Izalci (PSDB-GO) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) estiveram presentes à sessão. O parecer do TCU deve ser usado pela oposição para embasar pedidos de impeachment de Dilma no Congresso Nacional.

Desde o último domingo (4), o governo vinha tentando suspender a sessão que analisaria as contas da presidente Dilma. A Advocacia Geral da União fez um pedido de suspeição contra Nardes argumentando que ele teria se pronunciado sobre seu voto antes do julgamento e que essa conduta feria a Lei Orgânica da Magistratura.