Tag

votos

Browsing

Do Painel, Folha de S. Paulo:

A campanha de Dilma Rousseff se assustou ao vê-la empatada com Aécio Neves no Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país. A presidente passará três dias no Estado na última semana da eleição, em esforço para tentar recuperar a vantagem histórica do PT em território fluminense. O foco da ofensiva serão os 31% de eleitores que votaram em Marina Silva no primeiro turno. Dilma venceu com 35%, mas teve o pior desempenho de um petista no Estado em duas décadas.

Do Celso Nascimento, Gazeta do Povo:

É muito natural que candidatos derrotados saiam imediatamente caçando culpados. Há alguns ferozes, como o senador Roberto Requião, que protagonizou pelo menos dois episódios históricos de destrambelhada reação contra o resultado das urnas. O primeiro deles foi em 2006 quando, mesmo vitorioso pela diferença de apenas 10 mil votos sobre o oponente Osmar Dias, deu entrevista no Palácio já no dia seguinte com o objetivo de distribuir impropérios, principalmente contra a “imprensa canalha” que foi ouvi-lo. Agora, em 2014, derrotado por uma diferença de quase 30 pontos por Beto Richa, usou sua televisão caseira transmitida pela internet para outra “coletiva”, não menos irracional do que a primeira.

De Merval Pereira, O Globo:

Analisando as recentes pesquisas do Datafolha e do Ibope (hoje o Ibope divulga uma nova pesquisa), o cientista político Geraldo Tadeu Monteiro, diretor do Iuperj, diz que do ponto de vista dos estratos sócio-econômicos, a eleição parece estar sendo jogada nos 43% de eleitores que o Datafolha classifica como de “renda média intermediaria” e “média baixa”, ou nos 51% que têm renda mensal entre dois e 10 salários mínimos.

Isto porque, salienta, os setores de renda mais baixa já estão ganhos para a candidatura de Dilma: entre os “excluídos”, ela tem 57% (contra 31% de Aécio) e entre os que ganham até 2 salários mínimos, Dilma tem 52% (contra 37% de Aécio). Nos estratos de “classe alta”, onde Aécio tem 68% das preferências contra 24% de Dilma e no que ganham mais de 10 salários mínimos, onde Aécio tem 69% contra 24% de Dilma.

dilma-e-aecio

A pesquisa Ibope do segundo turno para presidente da República no Distrito Federal apontou o candidato do PSDB, Aécio Neves, com 69% dos votos válidos contra 31% da candidata à reeleição, a petista Dilma Rousseff. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. As informações são da Agência Estado.

O levantamento foi encomendado pela Rede Globo. Foram ouvidos 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 10 e 12 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) sob o número DF-00081/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01085/2014.

Aécio-Neves-e-Beto-Richa2

Do Globo:

Uma das frentes de trabalho da campanha do presidenciável Aécio Neves (PSDB) no segundo turno será tentar ampliar a votação nos estados em que ele saiu vitorioso no domingo. Auxiliares do tucano acreditam que é possível aproveitar ainda a onda que levou Aécio ao segundo turno. Mas uma questão de ordem prática ainda precisa ser solucionada a fim de que esse desejo se viabilize. Na maioria dos estados onde ele venceu não haverá segundo turno para a eleição estadual. Na prática, isso significa que Aécio não poderá contar com o reforço das campanhas de aliados para alavancar sua candidatura.

Dos dez estados onde venceu, seis estão nesse cenário: São Paulo, Paraná, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso e Roraima.

levy fidelix - debates

Levy Fidelix, presidenciável do PRTB que protagonizou polêmicas por causa da sua postura em relação ao casamento igualitário, alcançou neste ano uma votação bem mais representativa do que em 2010, quando também concorreu à presidência da República.

Em 2010, Levy teve pouco menos de 58 mil votos (0,06% do eleitorado brasileiro naquela época). Nas eleições deste ano, o candidato foi a escolha para presidente de aproximadamente 446 mil brasileiros (0,42% dos votos válidos).

dilma - bolsa familia

Da Folha de S. Paulo:

Criado no governo Lula e transformado em uma das principais bandeiras da gestão petista, o Bolsa Família teve mais impacto para ajudar a presidente Dilma Rousseff (PT) a ampliar sua vantagem sobre os adversários nas eleições deste domingo (5) do que no primeiro turno de 2010.

Neste ano, os 150 municípios com maior cobertura do programa federal (famílias atendidas em relação ao total de habitantes) deram à presidente uma votação média de 77,8% dos votos, ou 36,2 pontos percentuais acima da média nacional de 41,6%.

Essa vantagem ficou 7,3 pontos acima da que ela teve na eleição anterior.

Veja o mapa dos votos de Dilma comparado ao mapa da cobertura do Bolsa Família.

luiz carlos martins 2

Da Banda B:

O radialista Luiz Carlos Martins (PSD) foi eleito deputado estadual e volta à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Com 100% das urnas apuradas, Martins computou 40.368 votos em todo o Estado.

Os votos foram disputados a cada apuração das urnas com o ex-delegado da Polícia Civil, Rubens Recalcatti, que teve 40.358 votos, uma diferença de apenas 10 votos. Emocionado, Luiz Carlos Martins disse, após a apuração de 100% das urnas, que pretende se pronunciar oficialmente no dia 12 de Outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

Luiz Carlos Martins é devoto de Nossa Senhora Aparecida há anos e quer se pronunciar diretamente da cidade de Aparecida do Norte. Ele acompanhou a apuração em casa, ao lado da família.

Do Globo:

As votações organizadas pelos consulados brasileiros no exterior foram marcadas por altos índices de abstenção e pela preferência a Aécio Neves (PSDB). Tanto em Nova York como em Paris e em Genebra, o candidato tucano recebeu o maior número de votos, mas não escaparia de um segundo turno. A presidente liderou a preferência na Argentina, mas com uma diferença apertada: 38% para Dilma, e 35% para Aécio.