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Imagem: Reprodução/ catve
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da Banda B, com informações da catve

O sobrinho do doleiro Alberto Youssef, Maurício Youssef Parizzoto, foi detido na tarde desta terça-feira (23), no Centro de Londrina. Segundo informações da Polícia Militar, ele é acusado de roubar um celular de uma adolescente e logo após o roubo, que ocorreu na Avenida Leste Oeste, a polícia foi acionada. Mauricio foi preso em uma rua próxima pela população, que o segurou até a chegada da PM.

Ele precisou ser atendido na UPA, por conta de algumas escoriações que sofreu na hora que a população o segurou. Maurício foi ouvido pelo delegado. O rapaz já esteve presos outras vezes e tem uma ficha policial extensa com mais de 30 crimes.

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Advogado diz que delatores mentem ao citar pedido de doação para campanha do PT

O Globo

O advogado do ex-ministro Antonio Palocci, José Roberto Batocchio, disse que vai ingressar na Justiça com um pedido de anulação dos acordos de delação premiada do doleiro Alberto Youssef e do lobista Fernando Soares, o Baiano. Segundo Batocchio, os delatores são “mentirosos” ao afirmar que ajudaram a providenciar uma doação ilegal de R$ 2 milhões para a campanha do PT de 2010, da qual Palocci foi um dos coordenadores.

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Gorou a tentativa de advogados de empreiteiros e políticos que pretendiam anular a delação premiada do doleiro Alberto Youssef e, por consequencia, toda a Operação Lava Jato. O juiz Sérgio Moro viu sua decisão de validar os depoimentos de Youssef confirmada por unanimidade no Supremo Tribunal Federal. Fica evidente que Sérgio Moro não está sozinho e tem apoio no STF para levar em frente as novas investigações. Políticos vão berrar feito cabrito desmamado. A senadora Gleisi Hoffmann se diz injustiçada e impedida de se defender. Requião critica o Paladino da Justiça, apontando o dedo para Moro. Balela. Não há como recuar depois de tudo que a Lava Jato expôs.

O líder do PSC na Câmara dos Deputados, André Moura (SE), protocolou requerimentos na CPI da Petrobras para acareação da presidente Dilma Rousseff (PT) e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação) com o doleiro Alberto Youssef, no caso de Dilma, e dos ministros com o do dono da UTC, Ricardo Pessoa. As informações são da Folha de Londrina.

Os requerimentos são respostas a ameaças de parlamentares governistas que pediram a acareação entre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o lobista Julio Camargo, que acusou Cunha de pedir propina de US$ 5 milhões. Para que as acareações ocorram, elas precisam ser aprovadas pela CPI na volta do recesso em agosto.

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da Folha de S. Paulo:

Além de financiar a compra de helicópteros, lanchas e carros importados, o dinheiro desviado da Petrobras pelo esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato também foi usado para pagar serviços de prostituição de luxo com “famosas” da TV e de revistas para diretores da estatal e políticos, segundo relatos de delatores às autoridades do caso.

A história foi explicada ao Ministério Público e à Polícia Federal pelo doleiro Alberto Youssef e o emissário dele, Rafael Angulo Lopez, após eles terem sido questionados sobre expressões usadas nas planilhas nas quais registravam o fluxo do dinheiro do esquema de corrupção.

De acordo com os controles dos dois delatores, só em 2012 cerca de R$ 150 mil foram gastos para financiar a contratação das garotas, algumas delas conhecidas pela exposição em programas de TV, capas de revistas e desfiles de escolas de samba.

O doleiro Alberto Youssef disse à Justiça Eleitoral que foi procurado por um emissário da campanha da presidente Dilma Rousseff no ano passado para trazer de volta ao Brasil cerca de R$ 20 milhões depositados no exterior. As informações são da Folha de S. Paulo.

Apontado como um dos principais operadores do esquema de corrupção descoberto na Petrobras, Youssef diz que foi procurado no início do ano e não executou a operação porque, em março, foi preso com a deflagração da Operação Lava Jato.

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O doleiro Alberto Youssef voltou a afirmar, em depoimento à Justiça, nesta quarta-feira (24), que realizou pagamentos de propina ao ex-deputado André Vargas (ex-PT-PR). A suspeita já é alvo de um inquérito da Polícia Federal. As informações são da Folhapress.

Segundo as investigações, que se baseiam em notas emitidas por empresas da contadora de Youssef, Meire Poza, foram entregues R$ 2,39 milhões ao político, que está preso preventivamente em Curitiba. O dinheiro, segundo afirmou Youssef nesta quarta, foi repassado a pedido do irmão do ex-parlamentar, Leon Vargas, em dezembro de 2013. “Ele me pediu que eu fizesse um recebimento de uma empresa para ele… Que eu pudesse emitir umas notas fiscais e ‘fazer reais’ para ele. E assim foi feito”, afirmou o doleiro, em depoimento à Justiça, se referindo a uma operação de lavagem de dinheiro.

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Paulo Roberto Costa ficou frente a frente com o doleiro Alberto Youssef por 10 horas, na Polícia Federal, em Curitiba, para tratar de pontos conflitantes de delações.

Por Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia Affonso – Estadão:

O ex-­diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sustentou em acareação com Alberto Youssef nesta segunda-­feira, 22, em Curitiba, que o ex-­ministro de Comunicação Paulo Bernardo solicitou R$ 1 milhão para o esquema de cartel e corrupção na Petrobrás. Peças centrais nas investigações da Operação Lava Jato, os dois ficaram frente a frente por cerca de 10 horas para confrontar versões conflitantes de suas delações premiadas, em relação ao envolvimento de políticos.